BRASIL: MENOS DE LA MITAD DE ONGs EXTRANJERAS ESTAN REGISTRADAS
Sin registro, las organizaciones no pueden laborar en el Brasil. Ninguna entidad de la región norte ha presentado los documentos.
Un informe sobre las organizaciones extranjeras que trabajan en Brasil se publicó en este viernes (13) por el Ministerio de Justicia (MJ). De las 170 entidades que actúan o pretenden actuar en el país, sólo 63 presentaron sus documentos para inscribirse en la Secretaría Nacional de Justicia (SNJ). El registro es obligatorio para que trabajen legalmente en el territorio, y la fecha límite para el registro venció el 2 de febrero. Uno de los objetivos del ministerio con el registro de las organizaciones es obtener un mayor control sobre las entidades que operan en la Amazonía. Un análisis preliminar realizado por MJ indica muestra sin embargo que ninguna organización está registrada en el norte. De acuerdo a las notas publicadas por el ministerio, la ausencia de más de un centena de organizaciones demuestra, que muchas operan de forma irregular y que deberían tener las puertas cerradas para esto. Una lista de entidades que no han presentado los documentos se enviarán a la Policía Federal para su posterior investigación.
Entidades nacionales
Las organizaciones internacionales que operan en Brasil se registran como nacional - tienen Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica [CNPJ], y no tiene que presentar sus documentos a la SNJ. Esto es debido a que se controlan como cualquier otra ONG brasileña. Según la Oficina de prensa de Greenpeace, este es el caso de ella. De Canadá, esta organización no gubernamental tiene su sede en Brasil y opera en la Amazonía. Desde que se estableció como una entidad nacional, no es necesario que Greenpeace se registre. Para el Secretario Nacional de Justicia, Romeu Tuma Junior, el bajo número de entidades cadastradas, sugiere que se podrían haber registrado como entidades nacionales, lo que facilitaría el seguimiento.
"El lado positivo de la baja absorción es que hay un proceso de depuración de las ONG extranjeras. Vamos a identificar si se migraron a las organizaciones nacionales o tienen miedo a la transparencia y las actividades privadas ", dijo Tuma Júnior, en nota al MJ.
TEXTO EN BRASILEÑO
Menos da metade das ONGs estrangeiras se cadastram no Ministério da Justiça. Sem cadastramento, organizações não podem atuar no Brasil. Nenhuma entidade da região Norte apresentou documentos.
Um balanço do cadastramento de organizações estrangeiras que trabalham no Brasil foi publicado nesta sexta-feira (13) pelo Ministério da Justiça (MJ). Das 170 entidades que atuam ou pretendem atuar no país, apenas 63 enviaram seus documentos para se cadastrar na Secretaria Nacional de Justiça (SNJ). O cadastro é obrigatório para que elas possam atuar legalmente no território nacional, e o prazo para o registro terminou em 2 de fevereiro. Um dos objetivos do ministério com o cadastramento das organizações é obter maior controle sobre as entidades que atuam na Amazônia. Uma análise prévia realizada pelo MJ indica, contudo, que nenhuma organização da região Norte se cadastrou. Segundo nota publicada pelo ministério, a ausência de mais de uma centena de organizações demonstra que muitas operavam de forma irregular, e deverão ter as portas fechadas. Uma relação das entidades que não apresentaram documentos será enviada à Polícia Federal para investigação.
Entidades nacionais
As organizações internacionais que atuam no Brasil mas são cadastradas como entidades nacionais – possuem documentos como CNPJ, por exemplo – não precisam apresentar seus documentos à SNJ. Isso ocorre porque elas já são fiscalizadas como qualquer outra ONG brasileira.
Segundo a assessoria de imprensa do Greenpeace, esse é o caso dessa organização. Com origem no Canadá, a ONG tem sede no Brasil e atua na Amazônia. Já que é instituído como uma entidade nacional, o Greenpeace não precisou se cadastrar.
Para secretário Nacional de Justiça, Romeu Tuma Júnior, o baixo número de entidades recadastradas poderia revelar que elas decidiram se registrar como entidades nacionais, o que facilitaria a fiscalização. “O lado positivo da baixa adesão é que está havendo um processo de depuração das ONGs estrangeiras. Vamos identificar se elas migraram para serem organizações nacionais ou se assustaram com a transparência e encerraram as atividades”, afirmou Tuma Júnior em nota do MJ.
Fuente: www.globoamazonia.com
“Incentivamos a qualificação profissional e a formação de nossos moradores por intermédio de várias iniciativas. A bolsa de estudos é mais um desses incentivos, principalmente àquelas pessoas que buscam oportunidades e têm força de vontade para vencer na vida”, afirma Carlos Augusto.
Com valores de R$ 100,00 na mensalidade dos cursos técnicos profissionalizantes e R$ 200,00 nos universitários, o repasse será feito diretamente às instituições de ensino.
Serão oferecidas cerca de 500 bolsas e o pré-requisito para concorrer a um desses benefícios é ser morador de Rio das Ostras e estar matriculado em um curso da cidade. Como critério de pontuação serão considerados os anos de estudo em escolas públicas e, em especial, nas unidades de ensino municipais.
Quem quiser concorrer a um bolsa deve ficar atento à divulgação do edital que será publicado no jornal oficial da Prefeitura de Rio das Ostras em março e também no site www.riodasostras.rj.gov.br
Ator formado na Fundação Rio das Ostras de Cultura ganha prêmios em festival de teatroEm nove anos de atividade, o Curso de Teatro Mário de Oliveira, que integra o Centro de Formação Artística da Fundação de Cultura da cidade, revelou os segredos da atuação no palco a cerca de 1,5 mil alunos. Um dos ex-alunos, Glauco Oliveira, saiu recentemente consagrado do Festival de Esquetes de São João da Barra com o monólogo “Grãos”, que escreveu e encena, ganhador de cinco prêmios, incluindo o de melhor ator.
A atual coordenadora do curso de teatro, Norma Maia, também é uma ex-aluna do Mário de Oliveira. “Muitos acreditam que apenas quem mora nos grandes centros pode estudar artes cênicas e desmitificamos isso ao formarmos atores que estão se destacando em festivais de teatro”, afirma Norma. O curso, que reinicia as atividades em 3 de março com 400 alunos, incluindo 180 novos, recebe crianças a partir de 8 anos, adolescentes, jovens e adultos.
Com uma carreira consolidada como odontólogo da Secretaria de Saúde de Rio das Ostras, Glauco Oliveira concluiu o curso de teatro da Fundação de Cultura em 2004. Ator do grupo Nós em Meio ao Caos, que reúne talentos da cidade, Glauco foi premiado por dois anos consecutivos no Festival Nacional de Teatro de Rio das Ostras. Em 2007, como melhor ator e melhor texto, e em 2008, como melhor autor na categoria esquete, também com o espetáculo “Grãos”.
No festival de São João de Barra, o artista teve oportunidade de mostrar que não tem talento apenas como ator e roteirista. Ele recebeu o Prêmio Especial de Júri pelos bonecos que desenhou e produziu e com os quais contracena na peça. “O texto foi concebido a partir de lembranças da infância, mais especificamente da memória olfativa da moagem de grãos de café realizada na fazenda da minha avó, no interior de Minas”, diz, contando que os bonecos representam personagens reais.
O espetáculo recebeu também os prêmios de melhor concepção sonora, melhor iluminação e foi o segundo colocado geral do festival de São João da Barra. E a consagração no festival abre novas perspectivas profissionais para Glauco Oliveira. “Este ano quero investir na minha carreira e fazer cursos de atualização no Rio de Janeiro”, afirma, sem esconder o grande reconhecimento por tudo que aprendeu em Rio das Ostras. “Foi aqui que tive a oportunidade de me desenvolver como ator e pude encenar peças de autores consagrados”, conclui.
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