Amanhã é o último dia para os bombeiros se inscreverem em seu concurso interno. Cerca de 5.100 candidatos já garantiram participação na seleção, que oferece 697 vagas nos cursos de formação de cabo, sargento, oficial e músico (regente). As inscrições são aceitas apenas no site da Fesp (Fundação Escola de Serviço Público) — www.fesp.rj.gov.br. O processo seletivo tem três etapas: prova objetiva, avaliação médica e teste de aptidão física. Os candidatos ao posto de Segundo-Tenente BM Músico — Estagiário terão que se submeter também ao exame de habilidade específica. O concurso terá validade até 31 de dezembro deste ano, quando será homologado. São 240 vagas para o curso de formação de cabos, 319 para o de formação de sargentos e duas para o posto de músico estagiário. Os bombeiros que forem aprovados no curso interno de formação terão aumento de 5% a 10% (caso de sargentos) e 30% (oficiais) sobre gratificações. Além disso, terão reajustes nos soldos. Segundo o subcomandante-geral e chefe do Estado-Maior da corporação, coronel Paulo Miranda de Queiroz, o curso de formação vai contemplar os bombeiros que têm interesse em se qualificar e subir de posto o quanto antes. A formação de cabo vai durar de dois a três meses; a de sargento, de quatro a cinco meses; e a de oficial, de cinco a seis meses. A primeira prova — prevista para o dia 22 de março, um domingo, com três horas de duração — terá 16 questões de Português, 14 de Matemática e 20 de conhecimentos profissionais de bombeiro-militar. Conhecimentos terá peso três, Português peso dois e Matemática peso um.
Os cartões de confirmação de inscrição, informando os locais das provas, serão disponibilizados no dia 13 de março pela Fesp.
O enredo é simples: o produto registra recuos seguidos, há pelo menos três meses, graças à redução das exportações; isso aumentou a oferta no mercado interno, o que empurrou os preços para baixo — para alegria dos foliões, agora com mais sabor no churrasco e no bolso.
De acordo com o economista da Fundação Getulio Vargas (FGV) André Braz, a queda foi mais significativa nas carnes de segunda — muito vendidas para o exterior — como pá, acém, peito, patinho, músculo, lombinho, fraldinha e capa de filé. Nesse casos, há reduções de mais de R$ 1 por quilo. No caso das carnes de primeira, o que inclui a picanha, o filé mignon registrou a maior baixa. Segundo a Fecomércio-RJ, o preço médio já caiu R$ 1 (de R$ 20,54, o quilo, em dezembro, para R$ 19,54, em fevereiro). Trata-se de queda de 4,87%. No balanço geral da carne bovina, o Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S), inflação medida pela FGV, registrou alta de 0,39% em dezembro. Janeiro fechou em queda de 0,41%. Até a primeira quinzena de fevereiro, novo recuo: 0,53%.A artista plástica Naira Santana, 36 anos, já voltou a comprar. “Por causa do aumento, tinha substituído a carne por peixe”, conta Naira, que, porém, reclama de outros preços: “O feijão ainda está caro. Passei a comer lentilha e grão-de-bico”.
Consumidores devem aproveitar porque os preços podem retomar a alta. “O mercado está se adaptando às novas demandas, deixando de abater para fazer com que o preço interno suba. Já há tendência de aceleração, que ainda não chegou ao consumidor, mas foi registrada pelo índice de preços no atacado”, afirma Braz.
Os dirigentes do setor de parques temáticos da Walt Disney anunciaram nesta quarta-feira (18) um plano de reestruturação que prevê demissões, mas evitaram citar números. Trata-se de "simplificar a estrutura operacional, melhorar o processo de tomada de decisões e eliminar as redundâncias", explicou o grupo em um comunicado.
"Estas mudanças são indispensáveis para conservar nossa posição de líderes no turismo mundial familiar, e refletem a atual realidade econômica", explicou Jay Rasula, presidente da Walt Disney Parks and Resorts.O plano prevê a fusão de certas operações de gestão da Disneylândia, na Califórnia, e do Walt Disney World, na Flórida. "As mudanças de organização exigem decisões difíceis, como a eliminação de certas funções", destacou Rasulo.
A Disney destaca que a reorganização terá efeito imediato, após uma queda nas visitas aos parques no final do ano passado, devido à crise econômica mundial.
Trinta e quatro pessoas foram vítimas de sete suspeitos que assaltaram o albergue na Rua Joaquim Silva, na Lapa, Centro do Rio, na madrugada desta quinta-feira (19). É o segundo albergue assaltado em menos de 24 horas. Na madrugada de quarta, 13 turistas foram roubados em Copacabana.
Na manhã desta quinta, vinte pessoas foram à Delegacia de Atendimento ao Turista, no Leblon, Zona Sul, para registrar o caso. Entre as vítimas há americanos, ingleses e coreanos.
Segundo as vítimas e o gerente do albergue no Centro, um homem chegou por volta de 3h30 ao albergue dizendo que estava passando mal. Ele pediu para entrar, mas o gerente não deixou. O suspeito mostrou uma granada e uma arma e rendeu o gerente. Os outros suspeitos entraram no albergue e trancaram as vítimas num quarto pequeno.
Entre os objetos roubados há dinheiro, passaportes e máquinas fotográficas.
O albergue fica a alguns metros dos Arcos da Lapa e próximo ao Quartel General da Polícia Militar.
Assalto em Copacabana
Na madrugada de quarta-feira (18), criminosos assaltaram vários turistas em um albergue em Copacabana , na Zona Sul do Rio. Os suspeitos conseguiram fugir, de acordo com o 19º BPM (Copacabana).Segundo informações da polícia, quatro homens armados de pistolas e uma granada assaltaram 13 turistas. Eles foram trancados em um dos quartos do albergue. Ninguém ficou ferido. Foram levados dinheiro, passaportes e câmeras fotográficas.
As vítimas registraram o crime na Delegacia Especial de Atendimento ao Turista (Deat), no Leblon, também na Zona Sul. Alguns turistas olharam fotos na tentativa de identificar os suspeitos, mas ninguém foi reconhecido.
A polícia vai procurar se há imagens de câmeras de prédios vizinhos que possam ajudar na investigação.
Um telefone celular equipado com a próxima versão do sistema operacional Windows Mobile, ainda não disponível no mercado, desapareceu durante o evento de tecnologia Mobile World Congress (MWC), realizado em Barcelona até esta quinta-feira (19). Segundo sites de notícia que divulgaram a informação, o aparelho estava com um funcionário da empresa de telefonia móvel Telstra.
O “Register” diz que o aparelho possivelmente era da fabricante HTC, equipado com a nova versão do sistema operacional portátil da Microsoft, o Windows Mobile 6.5 – a novidade foi anunciada no início da semana por Steve Ballmer, líder da companhia.
Projetado para telefones com tela sensível ao toque, o novo Windows Mobile fará sua estreia em dois aparelhos apresentados pela HTC: o HTC Touch Diamond2 e o HTC Touch Pro2. Os aparelhos serão inicialmente vendidos com a versão atual do Windows, a Mobile 6.1, mas ganharão upgrade gratuito assim que o novo sistema operacional estiver disponível. Ao “ZDNet Australia”, a Telstra confirmou a informação de que o aparelho em poder de um funcionário desapareceu em Barcelona. No entanto, a companhia negou a informação de que o produto estava com o diretor-executivo Sol Trujillo, como divulgado por alguns veículos. A empresa de telefonia não informou se o celular foi furtado ou como ele desapareceu. Apesar da possibilidade de espionagem industrial, a Microsoft minimizou as possíveis consequências do desaparecimento do aparelho. “Lamentarmos que o celular dado para a Telstra tenha desaparecido, mas não acreditamos que esse incidente tenha qualquer tipo de impacto para a Microsoft”, disse um porta-voz da companhia, segundo o site “ZDNet Australia”.
O advogado de defesa de Paula Oliveira, a brasileira que disse ter sido atacada por neonazistas na Suíça, afirmou nesta quinta-feira (19) que está discutindo de duas a três estratégias para defendê-la, entre elas a de usar o fato de ela sofrer de lúpus como atenuante por seu comportamento.
"Ainda não definimos nossas táticas, mas esta seria uma delas", afirmou Roger Müller à BBC Brasil.
O lúpus é uma doença inflamatória que, entre outros sintomas, poderia provocar distúrbios psicológicos.O advogado não quis comentar a informação, veiculada pela revista suíça "Die Weltwoche", de que Paula teria assinado uma confissão perante a polícia, admitindo que o ataque sofrido por neonazistas teria sido uma história inventada por ela.
Na edição que chegou às bancas nesta quinta-feira, a revista diz que Paula assinado a confissão na sexta-feira passada.Na semana que vem, Paula será ouvida pelo promotor público responsável por seu indiciamento, Marcel Frei.
Segundo Müller, o dia exato ainda não foi definido.
A brasileira foi indiciada na última terça-feira "por suspeita de induzir as autoridades ao erro", segundo um comunicado da Promotoria Pública, e teve seu passaporte retido para garantir sua permanência na Suíça "o tempo que sua presença for necessária para o inquérito e todas as providências da investigação tiverem sido tomadas".Apesar de o código penal suíço prever uma pena de prisão de até três anos para casos como este, Müller descartou a hipótese de Paula ser presa.
"Esta não é uma possibilidade realista no caso da Paula, ela não vai ser presa", afirmou Müller, sem dar explicações para "não antecipar a investigação".
Mas o advogado sugeriu que o caso de Paula é mais grave do que outros parecidos, ocorridos na Suíça, em que pessoas inventaram ou encenaram supostos ataques. Esses casos, segundo Müller, foram de "menor importância e gravidade leve".
Carnaval surgiu como festa de 'despedida dos prazeres' antes da Quaresma católicaEmbora tenha anos de tradição no Brasil e no mundo, o carnaval não começou com escolas de samba desfilando pelas ruas e mulheres bonitas sambando com fantasias superproduzidas. A história da festa que hoje mobiliza milhares de pessoas durante o ano tem início controverso: alguns dizem que já existiam comemorações parecidas nas sociedades greco-romanas e egípcias da antiguidade, e outros argumentam que o verdadeiro carnaval nasceu na Idade Média, com o surgimento da Quaresma criada pela igreja Católica.
Segundo o pesquisador Felipe Ferreira, autor de "O livro de ouro do carnaval brasileiro", as comemorações pagãs antes de Cristo foram precursoras de todo tipo de festa publica e não apenas do carnaval. Em seu livro, ele escreve que as festas em homenagem à deusa Isis ou ao deus Baco, por exemplo, incluíam pessoas mascaradas, bebidas e outros excessos. Mas foi só nos primeiros séculos da era cristã que há relatos mais detalhados de festas que juntam máscaras, fantasias e desfiles.
Segundo ele, nesse sentido, o conceito de carnaval é duplo, podendo significar tanto um espírito festeiro, que pode se manifestar em qualquer época do ano, quanto o carnaval em si. “Em suma, no carnaval existe carnavalização, mas nem toda carnavalização é um carnaval”, escreve.
Embora tenha anos de tradição no Brasil e no mundo, o carnaval não começou com escolas de samba desfilando pelas ruas e mulheres bonitas sambando com fantasias superproduzidas. A história da festa que hoje mobiliza milhares de pessoas durante o ano tem início controverso: alguns dizem que já existiam comemorações parecidas nas sociedades greco-romanas e egípcias da antiguidade, e outros argumentam que o verdadeiro carnaval nasceu na Idade Média, com o surgimento da Quaresma criada pela igreja Católica.
Segundo o pesquisador Felipe Ferreira, autor de "O livro de ouro do carnaval brasileiro", as comemorações pagãs antes de Cristo foram precursoras de todo tipo de festa publica e não apenas do carnaval. Em seu livro, ele escreve que as festas em homenagem à deusa Isis ou ao deus Baco, por exemplo, incluíam pessoas mascaradas, bebidas e outros excessos. Mas foi só nos primeiros séculos da era cristã que há relatos mais detalhados de festas que juntam máscaras, fantasias e desfiles.
Segundo ele, nesse sentido, o conceito de carnaval é duplo, podendo significar tanto um espírito festeiro, que pode se manifestar em qualquer época do ano, quanto o carnaval em si. “Em suma, no carnaval existe carnavalização, mas nem toda carnavalização é um carnaval”, escreve.
No ano de 604, o papa Gregório I definiu que, num período do ano, os fiéis deveriam se dedicar exclusivamente às questões espirituais. Seriam 40 dias em que se deveria evitar sexo, carnes vermelhas e festas. Quase quinhentos anos depois, a irmandade católica definiu as datas oficiais da chamada 'Quaresma', e o primeiro dia dela se chamaria ‘quarta-feira de cinzas’.
Aconteceu que os dias antes dessa quarta-feira começaram a ser de intenso consumo de carnes, bebidas e de festa. A esse período deu-se o nome de ‘adeus à carne’, ou ‘carne vale’ em italiano, que, depois, passou a ser ‘carnevale’. A palavra virou sinônimo do que seria uma espécie de antônimo da Quaresma. “As ruas enchiam-se de gente fazendo tudo aquilo que não se devia ou não se podia fazer durante o resto do ano. [...] O que dava o caráter especial ao carnaval era a grande concentração de brincadeiras num mesmo período, a proximidade com a longa abstinência com a Quaresma e o fato de a coisa toda ter dia e hora marcados para acabar”, escreve Felipe Ferreira.
Os dias de festa antes da Quaresma passaram a ser apoiados, embora não oficialmente, pela própria igreja, que dessa maneira podia cobrar mais rigor religioso no perído pós-folia.
Durante a Idade Média, o 'bota-fora' para a Quaresma tinha máscaras e fantasias. As mais comuns eram de urso e de homem selvagem. Em peças teatrais, que se tornaram uma das principais atrações das comemorações carnavalescas, o 'Senhor Carnaval' lutava contra a 'Dona Quaresma'. Nessa época, os jovens eram os grandes organizadores das brincadeiras de carnaval, formando grupos (as 'sociedades alegres') e se apresentando na cidade.
Com o passar do tempo, as festas antes da Quaresma tornaram-se mais elaboradas e elitizadas. Em Veneza, por exemplo, a temporada passou a começar no início de janeiro. No período iluminista, até óperas celebravam o carnaval italiano e os mascarados andavam por toda a parte de Veneza. Na França, o rei Luis XIV comandava ele próprio bailes nos salões reais.
Mas a invenção do carnaval como o conhecemos hoje, com bailes e desfiles de fantasiados, aconteceu na Paris do séc XIX, mais precisamente em 1830. “Os donos do poder parisiense rapidamente perceberam os prazeres e as lucrativas negociações que poderiam resultar das festas carnavalescas” escreveu Felipe Ferreira.A burguesia parisiense passou a patrocinar os maiores bailes a fantasia da temporada e surgiu a noção de mistura entre as classes sociais. Foi esse modelo de carnaval que mais tarde seria adotado no Brasil.
Os festejos nos dias que antecediam a Quaresma no Brasil recém-colonizado aconteciam da maneira lusitana. As brincadeiras se chamavam 'entrudo' e consistiam em jogar água, pós, perfumes e outros líquidos, ovos, sacos de areia, entre outras coisas sobre os pedestres. A brincadeira era considerada violenta e chegou a deixar mortos no país.
"Isso mudou no começo do século XIX, quando o país foi se tornando mais desenvolvido, e quis se livrar do passado português. Uma das formas de se distanciar da ex-metrópole era acabar com esse costume do entrudo, que era considerado ultrapassado, selvagem e grosseiro. Para isso, a burguesia do Rio de Janeiro procurou um modelo sofisticado de carnaval, que na época era o de Paris, com bailes e desfiles de carruagens", explicou Felipe Ferreira.
Mas, segundo ele, essa presença de um novo tipo de carnaval, ao invés de acabar com as festas de rua, com o 'entrudo', fez uma mistura que não é nem só da elite nem só popular. "Começam a surgir formas de organização variadas como blocos, clubes, cordões e ranchos, que vão fazer com o que o carnaval carioca, que influencia o carnaval do Brasil todo, fique diferente dos carnavais de qualquer outro país", diz Ferreira.
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