Defesa alega surto psicótico de patroa acusada de torturar doméstica gestante | Rio das Ostras Jornal

Defesa alega surto psicótico de patroa acusada de torturar doméstica gestante

Imagem gerada com IA
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A defesa de Carolina Sthela Ferreira dos Anjos, presa sob a acusação de torturar uma empregada doméstica que estava grávida, apresentou uma nova tese à Justiça. O advogado da empresária, Otoniel Bisneto, afirmou que a cliente pode ter sofrido um surto psicótico durante o período em que as agressões teriam ocorrido.

tortura: cenário e impactos

Argumentos da defesa e laudos apresentados

Segundo o representante legal, um laudo emocional foi anexado ao processo para embasar a alegação de instabilidade mental. A defesa sustenta que a saúde da empresária, que também está grávida, teria se deteriorado ainda mais após a repercussão do caso e a sua detenção. O advogado pontuou que, embora não existam documentos oficiais conclusivos sobre um transtorno prévio, a hipótese de um surto não pode ser descartada.

Otoniel Bisneto também questionou a versão apresentada pela vítima, classificando os relatos como "suposições" e reforçando que a cliente optou por permanecer em silêncio durante os depoimentos iniciais. A estratégia busca atenuar a responsabilidade penal da acusada diante da gravidade das denúncias que chocaram a opinião pública.

Andamento das investigações policiais

Carolina Sthela foi presa na última quinta-feira (7/5), na cidade de Teresina, no Piauí. Após a captura, ela foi transferida por via aérea para o Maranhão, onde permanece custodiada em um presídio na capital, São Luís. O Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA) confirmou, na sexta-feira (8/5), a manutenção da prisão preventiva da suspeita.

O delegado Walter Wanderley, responsável pelo inquérito na 21ª Delegacia de Polícia Civil de Araçagi, conduz as investigações sob a tipificação de tortura e lesão corporal gravíssima, com agravante pelo risco de aborto da vítima. Além da empresária, o policial militar Michael Bruno Lopes Santos também teve sua prisão preventiva mantida pela Justiça, sob a suspeita de ter auxiliado na prática dos atos de violência contra a trabalhadora.

O caso segue sob apuração rigorosa das autoridades maranhenses, que buscam consolidar as provas e ouvir todas as partes envolvidas. O Rio das Ostras Jornal acompanha o desdobramento deste processo que tramita no Judiciário do Maranhão.

Para mais informações sobre este e outros casos de repercussão nacional, acesse o portal oficial em Metrópoles.

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