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| Fotos: Angel Morote / Divulgação |
Por Angel Morote
Grupo cobrou
celeridade no pagamento de salários atrasados; após manhã de tensão e bloqueio
na rodovia, governo municipal confirmou o início dos depósitos nas contas
A manhã desta
quinta-feira, 12 de fevereiro, foi marcada por momentos de tensão no Centro de Rio das Ostras. Ex-funcionários da empresa Terrapleno, que prestava serviços de
limpeza urbana ao município, realizaram uma nova manifestação em frente à sede
do Poder Executivo. O grupo
cobra o pagamento imediato de verbas rescisórias e salários que ficaram
pendentes após a saída da empresa.
Em um
movimento de intensificação do protesto, os trabalhadores tentaram entrar no
pátio da Prefeitura, mas foram
contidos por agentes da Guarda Civil Municipal (GCM). Diante do bloqueio no prédio, os
manifestantes seguiram para a Rodovia
Amaral Peixoto, onde interditaram um trecho da via, causando retenção no
trânsito e longos congestionamentos nos dois sentidos.
Atuação das Forças de Segurança
Para
normalizar o fluxo de veículos e garantir a segurança, foi necessário o apoio
da Polícia Militar e de reforços da Guarda Municipal. Após
negociações no local, a rodovia foi desobstruída.
Entre os
manifestantes, o sentimento era de incerteza. Embora parte dos colaboradores já tenha recebido os valores nesta
semana, muitos outros ainda aguardavam o dinheiro cair na conta. "Só vamos parar quando o último
trabalhador receber o que é seu por direito. A gente tem família e contas que não esperam", desabafou um
dos líderes do movimento.
Resposta da Prefeitura
Poucas horas
após o encerramento do protesto, a Prefeitura
de Rio das Ostras utilizou suas redes sociais
oficiais para trazer um posicionamento definitivo. O governo informou que o processo de repasse direto aos
trabalhadores — fundamentado na Nova
Lei de Licitações para contornar a inadimplência da Terrapleno — já está em curso.
Segundo a
nota oficial, os salários já estão sendo depositados nas contas bancárias
fornecidas. A administração
municipal reforçou que o pagamento é feito de forma gradual devido ao processamento
bancário de cerca de 300 nomes, mas que o recurso de R$ 10,5 milhões já
foi liberado para garantir o direito de todos os afetados.

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