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| Foto: Divulgação |
Brutalidade e
disparos contra pneus marcam manhã de terror em Rio das Ostras; Categoria
cogita paralisação total e expõe a ferida da insegurança na cidade
A manhã deste
sábado, 21 de fevereiro, foi marcada por cenas de selvageria e medo em Rio das Ostras. Em um ato
de extrema covardia e intimidação, criminosos armados atacaram um motorista
permissionário de van no ponto final da linha Âncora x Cidade Praiana, localizado na Rua Bouganville.
De acordo com
informações preliminares, o grupo de delinquentes chegou ao local de forma
agressiva, exigindo dinheiro dos profissionais que se preparavam para mais um
dia de trabalho honesto. Não
satisfeitos com a tentativa de extorsão, os criminosos espancaram brutalmente
um dos motoristas e, em um gesto de puro vandalismo e afronta ao poder público,
efetuaram disparos de arma de fogo contra os pneus do veículo, espalhando o
pânico entre os trabalhadores e moradores da região.
O PREJUÍZO DE QUEM TRABALHA E O MEDO DE QUEM PRECISA
Essa nova
ação criminosa atinge diretamente o coração da economia familiar de dezenas de
motoristas. Além da dor física e
do trauma psicológico, fica o prejuízo financeiro: o carro parado, os danos
materiais e a impossibilidade de arrecadar o sustento digno para levar para
casa.
A insegurança
da população chegou a um nível insuportável. O cidadão riostrense hoje sai de casa sem saber se conseguirá
chegar ao trabalho ou retornar em segurança, ficando refém de bandidos que se
sentem donos das ruas.
CAOS NO TRANSPORTE: PARALISAÇÃO À VISTA?
Indignada e assustada, a categoria dos
permissionários afirma que não há mais condições de trabalho. A falta de
segurança ostensiva é tão grave que o sindicato e os trabalhadores autônomos
cogitam uma paralisação total do serviço de transporte urbano.
Se o protesto
se concretizar, o cenário será de caos absoluto:
- Milhares de trabalhadores sem
transporte para seus empregos;
- Comércio local prejudicado;
- A população, que já sofre com um
serviço de transporte público deficiente, pagará mais uma vez o preço da
omissão das autoridades.
O SILÊNCIO DO MEDO
Até o
fechamento desta edição, imagens da agressão não foram divulgadas. O motivo é o mais triste possível: o
medo de represálias. O silêncio
forçado pelas armas demonstra que o crime organizado tenta ditar as regras em Rio das Ostras, enquanto o trabalhador fica desamparado.
A população
cobra respostas imediatas. É
preciso que as forças de segurança e o poder público ajam com rigor contra
esses delinquentes antes que a cidade pare por completo.

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