Deputado afirma nas redes sociais
que vai ‘lutar pela severa punição daqueles que escolhem o caminho do crime
organizado’
“Lutar pela severa punição daqueles que
escolhem o caminho do crime organizado.” A
declaração é do deputado Guilherme Derrite (Progressistas-SP), que
foi escolhido pelo presidente
da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), para relatar o
Projeto de Lei 5.582/2025, que cria o Marco Legal de Combate
ao Crime Organizado no Brasil.
O anúncio foi feito por Motta nas
redes sociais, na noite desta sexta-feira (7). No X (antigo Twitter), Derrite
adiantou que pretende apresentar um substitutivo ao texto original,
incorporando sugestões do governo federal, mas também propondo mudanças consideradas
“de extrema importância”.
O deputado defende, por exemplo,
penas de 20 a 40 anos — que podem ser aumentadas de metade a dois terços em
casos de liderança — para crimes cometidos por integrantes de organizações
criminosas. Entre eles, domínio de cidades, ataques a carros-fortes, o chamado
“novo cangaço”, instalação de barricadas e ataques a presídios.
Derrite também propõe a
obrigatoriedade de cumprimento de pena em presídios de segurança máxima para
líderes de facções, além da vedação de anistia, graça, indulto, liberdade
condicional e pagamento de auxílio-reclusão aos dependentes desses criminosos.
Outra proposta é o aumento da
progressão de regime dos atuais 40% para até 85% nos casos de reincidência com
o agravante de morte.
O ex-secretário de Segurança
Pública de São Paulo, Derrite é considerado um dos principais nomes da bancada
da segurança no Congresso e já era cotado para assumir a relatoria do projeto.
Do R7, em Brasília

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