O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que seu plano de 20 pontos para Gaza está em andamento e que alguns líderes presentes nas negociações serão indicados para o Conselho da Paz, responsável por supervisionar o governo de transição formado por tecnocratas palestinos, que deve administrar a Faixa de Gaza após o conflito.
“Todo mundo quer estar no
Conselho da Paz. Eles perguntaram: ‘Você seria o presidente?’ Eu disse: ‘Estou
bastante ocupado também. Mas tudo que pudermos fazer para ter paz no Oriente
Médio, vale a pena’”, declarou Trump, em tom bem-humorado.
Segundo ele, o foco agora deve
ser na reconstrução da vida básica da população de Gaza. “Para o povo de Gaza,
o foco agora precisa ser restaurar os fundamentos de uma boa vida. Vamos ter
muito dinheiro chegando a Gaza e muita reconstrução pela frente”, afirmou.
Trump também destacou a ajuda
internacional que está sendo mobilizada: “Tenho o prazer de anunciar que
diversos países de grande riqueza, poder e dignidade se aproximaram de mim hoje
e na última semana para dizer que querem ajudar na reconstrução de Gaza. À
medida que esses compromissos forem firmados, vou deixar o mundo saber quem
está contribuindo, porque eles realmente merecem grande crédito.”
O presidente reforçou que o
auxílio financeiro deve beneficiar a população civil e não financiar violência
ou terrorismo. “Todos concordamos que apoiar Gaza deve ser feito para levantar
o povo, mas não queremos financiar nada relacionado ao derramamento de sangue,
ódio ou terror, como aconteceu no passado”, disse.
Outro ponto destacado por Trump
foi a necessidade de desmilitarização de Gaza e a criação de uma nova força
policial civil para garantir a segurança local. “Também concordamos que a
reconstrução de Gaza requer que seja desmilitarizada e que uma nova força
policial civil honesta seja autorizada a criar condições seguras para o povo de
Gaza”, afirmou.
O presidente ainda ressaltou que,
pela primeira vez, a crise no Oriente Médio teria reunido líderes ao invés de
dividi-los. “Esta é a primeira vez que a crise do Oriente Médio uniu as
pessoas, em vez de afastá-las”, disse.
Ao encerrar seu discurso, Trump
pediu que a imprensa deixasse a sala para que pudesse conversar em privado com
os líderes. Pensando que as câmeras estavam desligadas, ele agradeceu novamente
a presença de todos.
“Vamos sortear alguns nomes. Se você quiser se
envolver no Conselho da Paz, nos avise”, concluiu Trump.
Gazeta Brasil

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