Ao menos seis pessoas morreram e várias ficaram feridas em um ataque a tiros contra um ônibus e um ponto de transporte público na entrada noroeste de Jerusalém, na manhã desta segunda-feira (8). O ataque ocorreu no cruzamento de Ramot Junction, uma das principais vias de acesso à cidade, quando dois homens abriram fogo de forma indiscriminada.
O serviço de emergência Magen
David Adom confirmou a morte de quatro pessoas no local, além de uma quinta
vítima que faleceu no hospital. Seis pessoas feridas em estado grave e outras
com lesões moderadas e leves foram levadas a hospitais de Jerusalém.
A Polícia de Israel informou que
os atiradores, identificados como residentes palestinos da Cisjordânia, foram
mortos no local por um civil armado e um membro das forças de segurança que
estavam na área. Os agressores conseguiram abordar um ônibus e também
dispararam contra um ponto de ônibus lotado.
Em resposta, o Exército
israelense (FDI) enviou reforços a Jerusalém e para os arredores de Ramala, na
Cisjordânia. “Após o ataque armado em Ramot Junction, soldados do FDI foram
enviados para a área e estão realizando buscas em cooperação com a polícia”, informou
o exército em comunicado.
O primeiro-ministro Benjamin
Netanyahu convocou uma reunião de emergência com oficiais de segurança. A
polícia e o exército intensificaram o patrulhamento em Jerusalém e áreas
adjacentes.
Embora não tenha assumido a
autoria, o Hamas, grupo que governa a Faixa de Gaza, classificou o ataque como
uma “operação heroica”. “Afirmamos que esta operação é uma resposta natural aos
crimes da ocupação e à guerra de extermínio que Israel está travando contra
nosso povo”, declarou o grupo, que também incentivou os palestinos da
Cisjordânia a “escalar o confronto com a ocupação e seus colonos”.
Gazeta Brasil

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