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A promotoria requer à Justiça a condenação do prefeito ao pagamento de perdas e danos no valor integral do contrato que foi celebrado - R$ 45 milhões. Foto: Divulgação |
O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), por meio da 2ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva do Núcleo Macaé, ajuizou ação de execução contra o prefeito de Casimiro de Abreu, Ramon Dias Gidalte, em razão da violação de compromissos assumidos em Termo de Ajustamento de Conduta (TAC). A promotoria requer à Justiça a condenação do prefeito ao pagamento de perdas e danos no valor integral do contrato que foi celebrado - R$ 45 milhões.
De acordo com a ação, o prefeito
descumpriu um TAC firmado com o MPRJ em outubro de 2023, especificamente as
cláusulas em que se comprometia a não realizar novas contratações emergenciais.
No entanto, a promotoria demonstrou que, em violação ao acordo, a prefeitura
celebrou neste ano um contrato emergencial milionário com a Associação de
Proteção à Maternidade e à Infância de Mutuípe, uma Organização Social, para
operacionalizar a gestão e as ações e serviços de saúde no Hospital Municipal
Ângela Maria Simões Menezes.
A promotoria ressalta, ainda, que
a prefeitura "vem reiteradamente terceirizando os serviços de saúde,
mediante a contratação de Organização Social, com base em legislação de
constitucionalidade questionada, por meio de contratações milionárias, muitas
delas em caráter 'emergencial'." O MPRJ também requereu a
indisponibilidade dos bens do prefeito como garantia.
Por MPRJ
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