Cabo Frio vai inaugurar Escritório Social para pessoas saídas do sistema prisional | Rio das Ostras Jornal

Cabo Frio vai inaugurar Escritório Social para pessoas saídas do sistema prisional

Iniciativa chega ao município por meio de uma parceria entre o Poder



Judiciário e a Prefeitura























Cabo Frio está na rota para



inaugurar a 62ª (sexagésima segunda) unidade do Escritório Social do país, e a



5ª (quinta) do Estado do Rio. A iniciativa é do Poder Judiciário, por meio do



Conselho Nacional de Justiça (CNJ) em parceria com a Prefeitura Municipal e o



Tribunal de Justiça do Estado Rio de Janeiro (TJRJ), e tem por objetivo o



atendimento qualificado e a ressocialização de pessoas saídas do sistema



prisional. A inauguração acontece na quinta (06), às 14h, na Rua Zilá Leite, n°



40 A (antiga Rua Índia), no bairro Jardim Flamboyant.















Assim como as demais unidades do



país, o Escritório Social de Cabo Frio é gratuito e vai funcionar de segunda a



sexta, das 8h às 17h, com oferta de diversos serviços como orientação jurídica,



atendimento a familiares, acesso à documentação, atendimento médico, social e



psicológico, capacitação profissional e encaminhamento para trabalho.















“É com muita alegria que estamos



recebendo uma unidade do Escritório Social em Cabo Frio. Precisamos ampliar o



acesso às políticas públicas para todos, e o trabalho que será desenvolvido por



este equipamento será fundamental no resgate à cidadania dessas pessoas”, afirmou



a prefeita de Cabo Frio, Magdala Furtado.















O Escritório Social é uma



política pública do CNJ que integra o programa Fazendo Justiça. É desenvolvido



em parceria com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), a



Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen) e o Tribunal de Justiça do



Rio de Janeiro (TJRJ).















“Os Escritórios Sociais



desempenham um papel fundamental na retomada da vida fora do cárcere e na



promoção da cidadania. Ao oferecer o suporte necessário para que pessoas



egressas do sistema penal possam ter acesso às políticas públicas, esses



equipamentos contribuem não só com a diminuição da reincidência criminal, mas



também fortalecem o tecido social, promovendo a inclusão e tornando nossa



sociedade mais justa e segura para todos”, afirma Luís Lanfredi, coordenador do



Departamento de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário e do Sistema



de Execução de Medidas Socioeducativas (DMF) do Conselho Nacional de Justiça



(CNJ).















Escritórios Sociais















De acordo com o CNJ, desde 2018



os Escritórios Sociais formam uma rede nacional de serviços especializados para



pessoas egressas do sistema prisional. Ao todo, são 61 unidades espalhadas em



21 estados da federação.















Até o momento, entre as demandas



mais atendidas estão aquelas relacionadas ao acesso a programas de alimentação



e renda, serviços de abrigo, moradia, saúde e assistência jurídica.


http://dlvr.it/T7fRPP
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