Manifestações
foram contra o governo; cerca de 130 pessoas seguem detidas na Faixa de Gaza
desde o dia 7 de outubro, quando o grupo islâmico atacou Israel e deixou mais
de mil mortos
Familiares de
israelenses mantidos reféns pelo Hamas desde
7 de outubro, invadiram uma sessão da comissão parlamentar em Jerusalém nesta
segunda-feira, 22, e exigiram que os legisladores façam mais para tentar
libertar seus entes queridos, que ainda estão presos no enclave palestino.
Durante a invasão, uma mulher mostrou fotografias de três familiares que foram
detidos nos ataques terroristas de outubro. Alguns reféns foram soltos durante uma
trégua em novembro, mas, desde então, não houve mais acordos de libertação.
Além disso, outras pessoas presentes na sessão ergueram cartazes com a frase:
“Vocês vão ficar sentados aqui enquanto eles morrem lá.”. Antes dessa invasão,
parentes e apoiadores de reféns detidos pelo Hamas na Faixa de Gaza já
haviam se reunido em frente à casa do primeiro-ministro Benjamin
Netanyahu em Jerusalém. Eles montaram barracas no local e exigiram
que o governo israelense chegasse a um acordo urgente para garantir a
libertação das vítimas. No entanto, Netanyahu rejeitou as condições impostas
pelo Hamas para a libertação dos reféns, o que gerou ainda mais tensão.
O Hamas, por
sua vez, divulgou um documento justificando o ataque contra o Estado de Israel,
referindo-se a ele como um “passo necessário e uma resposta normal a todas as
conspirações israelenses contra a população palestina”. Diante das pressões
internas e externas, Netanyahu tem se mostrado inflexível em relação à ofensiva
militar contra o enclave palestino. Recentemente, ele entrou em conflito com a
proposta dos Estados Unidos de criar um Estado palestino como
solução para o conflito. Enquanto isso, cerca de 130 pessoas continuam
presas pelo Hamas na Faixa de Gaza. Os familiares desses reféns estão cada vez
mais desesperados e pedem a intervenção dos legisladores para garantir a libertação de
seus entes queridos. A situação se tornou ainda mais tensa após a invasão da
sessão parlamentar em Jerusalém, onde os manifestantes exigiram ação imediata
por parte do governo. A rejeição de Netanyahu às condições impostas pelo Hamas
e sua recusa em considerar a proposta dos Estados Unidos têm gerado críticas e
pressões tanto internas quanto externas. Enquanto isso, a população palestina
continua sofrendo as consequências desse conflito.
Jovem Pan

0 comentários:
Postar um comentário
Obrigado pelo seu comentario.
Fique sempre ligado do que acontece em nossa cidade!