Sergei Lavrov, que se reunirá com
o ministro Mauro Vieira no Itamaraty, realiza um giro pela América Latina entre
17 e 21 de abril
O chanceler russo, Sergei Lavrov,
chega ao Brasil nesta segunda-feira, 17, e vai se reunir com o ministro das
Relações Exteriores do Brasil, Mauro Vieira, nesta
segunda-feira, 17, em Brasília. Vieira receberá Lavrov no Palácio do Itamaraty, onde
os chanceleres “conversarão sobre o potencial da parceria estratégica
brasileiro-russa” e as “perspectivas da cooperação em áreas de interesse comum,
com foco em comércio e investimentos, ciência e tecnologia, meio ambiente,
energia, defesa, cultura e educação”, segundo nota à imprensa do Ministério das
Relações Exteriores. Outra pauta da reunião será o “fortalecimento do diálogo
político sobre temas bilaterais, internacionais e regionais”, sendo uma
oportunidade “para tratar do conflito na Ucrânia”, acrescenta o comunicado. A
nota lembra que o Brasil defende “nos foros internacionais e em contatos
bilaterais, a cessação imediata de hostilidades e a importância de conjugar
esforços diplomáticos que facilitem o alcance de solução pacífica negociada”.
Lavrov faz um giro por países da América Latina até a próxima sexta-feira, 21,
e deve visitar também Venezuela, Nicarágua e Cuba.
A visita de Lavrov ao Brasil
ocorre no dia seguinte à conclusão, neste domingo, 16, da viagem de três dias
do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à China e aos Emirados Árabes
Unidos, durante a qual o presidente brasileiro conversou com os contrapartes
chinês, Xi Jinping, e emiradense, Mohammed ben Zayed al Nahyan, sobre a criação
de um grupo de países, semelhante ao G20, para mediar o conflito causado pela
invasão da Rússia ao país vizinho.
Segundo o veículo cubano Prensa
Latina, Lavrov promoverá em sua visita aos países latino-americanos, a
cooperação nos âmbitos político, comercial, econômico e cultural. De acordo com
a chancelaria cubana, a visita de Lavrov a Havana será no próximo dia 19,
coincidindo com a eleição do presidente cubano pelo Parlamento, que poderá
reconduzir o atual mandatário, Miguel Díaz-Canel, a um novo mandato de cinco
anos.
Por Jovem Pan
*Com informações da AFP

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