Vice-procuradora pediu
arquivamento das apurações feitas na CPI da Covid.
Mas como entender de forma
aprofundada os problemas que o país atravessa? Alguns até podem ter a impressão
de que a crise que vivemos chegou de repente, de modo avassalador. No entanto,
a invasão se deu sorrateira, em marolas.
Pode-se dizer que, em toda a sua
história, a política brasileira sempre foi assim. O que mudou foi que, do
início do século 20 até meados de 2014, desaguando no contexto atual, fomos
inseridos em uma ascensão do debate público, da democratização da informação,
especialmente devido à internet e à desconstrução de narrativa até então tidas
como verdades absolutas.
A Constituição Federal garante
que “todo poder emana do povo” (artigo 1º, parágrafo único) e, no Código Civil,
que “toda pessoa é capaz de direitos” (artigo 1º). Em tese, o entendimento pode
até ser compreendido, proclamado. Mas o que prevalece na prática?
A empresa de educação e
entretenimento Brasil Paralelo, sediada em São Paulo, decidiu investigar as
raízes da crise política brasileira. Trata-se de uma produção inédita que
revela as causas da instabilidade do nosso país.
A poucos meses das eleições de
2022, o grupo de mídia vai emplacar a “A Crise dos Três Poderes”, que será o
mais novo Original BP exclusivo para assinantes.
A produção estreia no dia 1º de
agosto e apresenta uma pesquisa insólita e imparcial sob a contribuição dos
maiores especialistas sobre o assunto. Ao todo, mais de 25 personalidades
estarão reunidas no documentário, para ajudar a entender a tão falada crise
política.
“Trata—se de um resgate histórico
para compreender o arranjo do Estado brasileiro e fornecer informação para
encarar os problemas atuais”, diz a Brasil Paralelo.
Por Marcos Rocha

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