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O vereador Renato Freitas (PT) liderou uma invasão à Igreja Católica Nossa Senhora do Rosário, em Curitiba. No sábado 5, fiéis celebravam um culto, quando foram interrompidos por militantes com bandeiras do PT e do PCdoB.
Depois de forçar a porta do
templo e entrar no local, os esquerdistas ofenderam os religiosos com palavras
de baixo calão, além de gritos de “fascistas” e “racistas”. Em vão, o padre
tentou conter o ocorrido.
Na igreja, Freitas acusou os
fiéis de apoiarem um “policial no poder”. Para ele, os assassinatos de pessoas
como Moïse Mugenyi e Durval Teófilo Filho teriam relação com a conivência de
católicos a autoridades “fascistas”.
Apesar de não estar provado que a
principal causa da morte de Mugenyi e Teófilo Filho seria a cor da pele,
Freitas anunciou que eles teriam morrido pela existência de um suposto “racismo
estrutural” na sociedade brasileira.
Na manhã desta segunda-feira, 7,
a Arquidiocese de Curitiba divulgou uma nota oficial sobre o incidente.
Assinada pelo arcebispo dom José Antonio Peruzzo, o texto considera a ação dos
manifestantes como “agressividades e ofensas”.
Freitas compartilhou fotos do ato
no Instagram. Veja:
Militantes de esquerda invadem igreja em Curitiba no momento em que fiéis católicos aguardavam o início da missa. Um vereador do PT participou da ação. Eles dizem que protestavam contra o racismo. Na verdade o que move a turba é ódio ao cristianismo mesmo. pic.twitter.com/gnlnzZ7fNn
— Paulo Eduardo Martins (@PauloMartins10) February 7, 2022

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