TRF-2 julga habeas corpus de Pezão nesta quarta-feira | Rio das Ostras Jornal

TRF-2 julga habeas corpus de Pezão nesta quarta-feira

Entenda o esquema de corrupção nas gestões de
Cabral e Pezão, no RJ — Foto: Karina Almeida/G1
Policial bate continência a Pezão na cerimônia de hasteamento
 da bandeira — Foto: Francisco de Assis/TV Globo

Julgamento ocorre na 1ª Turma do Tribunal Regional Federal da 2ª Região. MPF pede que réus, detidos em novembro do ano passado na Operação Boca de Lobo, respondam presos.
A Primeira Turma do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2) julga, nesta quarta-feira (20), um pedido de habeas corpus do ex-governador do Rio Luiz Fernando Pezão (MDB). Ele foi preso durante o mandatono fim do ano passado, em novembro.
Em parecer, o Ministério Público Federal (MPF) discorda do pedido de soltura e sugere que Pezão responda preso pelos crimes de corrupção. O ex-governador é acusado de embolsar R$ 40 milhões em propina e de ter aperfeiçoado o esquema de seu antecessor, Sérgio Cabral (MDB).
As vantagens indevidas teriam pulado, de 5% na gestão Cabral, para 8% na gestão do sucessor.
Além de Pezão, terão os habeas corpus julgados Marcelo Santos Amorim, o Marcelinho, que é sobrinho de consideração de Pezão, e os empresários Cesar Amorim e Luis de Amorim.
O pedido de liberdade de Pezão já foi negado pelo relator da Lava Jato na segunda instância, desembargador Abel Gomes. Em fevereiro, ele argumentou que não havia irregularidade na prisão preventiva.
Os advogados de Pezão apontam que o Ministério Público Federal fundamentou a denúncia de forma deficiente, através de ilações de delatores e conjecturas. Já o MPF alega que a soltura possibilitaria "reiteração das práticas delitivas" e ocultação de bens que ainda não tenham sido alcançados.
Outros réus
Marcelinho é apontado como o operador do esquema. Ele é marido da sobrinha por afinidade de Pezão e tido como de extrema-confiança. Até maio de 2018, foi subsecretário de Comunicação Social na Secretaria da Casa Civil.
Já os irmãos Amorim eram diretores da empresa High End e, segundo o MPF, instrumentalizaram o pagamento de propina através de falsas prestações de serviço.
Por Gabriel Barreira, G1 Rio

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