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Núncio
Apostólico na Nicarágua, Dom Stanislaw Sommertag (no centro),
em Manágua, na segunda-feira (5), anuncia que
governo e oposição
romperam impasse e vão negociar — Foto:
Oswaldo Rivas/ Reuters
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Representante
do Vaticano no país participou das cinco rodadas de diálogo entre o governo e a
opositora Aliança Cívica pela Justiça e a Democracia.
O governo de
Daniel Ortega e a oposição romperam o impasse nas conversações em busca de uma
solução para a crise política na Nicarágua.
A definição dos próximos passos para negociação contou com autoridades
católicas e evangélicos como testemunhas.
O acordo foi
alcançado após cinco rodadas de diálogo entre o governo e a opositora Aliança
Cívica pela Justiça e a Democracia (ACJD). Como testemunha, estava o núncio
apostólico (ou representante do Vaticano na Nicarágua), Waldemar Stanislaw
Sommertag.
"Foi
aprovado o mapa do caminho [para as negociações]", anunciou o núncio em
uma entrevista coletiva na sede do Instituto Centro-Americano de Administração
de Empresas (INCAE), 15 km ao sul da capital, onde as negociações começaram em
27 de fevereiro.
Como parte do
acordo, as partes convidaram o núncio a continuar como "testemunha e
acompanhante internacional" do diálogo, e o cardeal Leopoldo Brenes,
presidente da Conferência Episcopal da Nicarágua (CEN), e o pastor Ulises
Rivera, coordenador dos pastores evangélicos, como "testemunhas e
acompanhantes nacionais".
A repressão à
onda de protestos contra o governo, que explodiu em abril do ano passado,
deixou pelo menos 325 mortos, mais de 700 detidos e milhares de exilados em
países vizinhos, de acordo com organismos de defesa dos direitos humanos.
Por France Presse

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