Empresa de ônibus em Nova Friburgo pede aumento de tarifa na Justiça | Rio das Ostras Jornal

Empresa de ônibus em Nova Friburgo pede aumento de tarifa na Justiça

Empresa quer reajuste de tarifa
Foto: Daniel Marcus/Ascom Friburgo

Ação judicial foi feita em dezembro do ano passado. Pedido é que passagem passe de R$ 3,95 para R$ 4,20. Prefeitura afirma que não vai conceder reajuste.
A Faol, empresa responsável pelo transporte público de Nova Friburgo, na Região Serrana do Rio, entrou na Justiça pedindo que a Prefeitura permita o reajuste na tarifa, passando de R$ 3,95 para R$ 4,20. Nesta quarta-feira (9), o município disse que não irá conceder o aumento.
No ano passado, a concessionária já havia pedido o aumento, que foi negado pelo município.
Na ação judicial, aberta na 3ª Vara Cível de Nova Friburgo em dezembro do ano passado, a Faol apresenta um estudo feito no ano passado baseado na planilha de cálculo da tarifa presente no contrato de concessão.
Em setembro do ano passado, o contrato de concessão do transporte público na cidade com a empresa Faol venceu. Desde então, os ônibus continuam circulando normalmente pelas ruas, sem que um acordo feito entre o município e a concessionária tenha sido homologado pela Justiça.
A Faol e a Prefeitura assinaram um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), em parceria com o Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ). O documento permite que o serviço continue sendo prestado, enquanto o município ainda não tem o resultado de uma licitação para a concessão do transporte público.
Em nota enviada ao G1 e a Inter Tv, a Prefeitura de Nova Friburgo disse que "ainda não foi notificada da ação que a Faol ingressou na Justiça" , afirmando que "não irá conceder o reajuste na tarifa de ônibus, conforme solicitado pela empresa".
O município disse ainda que, "se necessário for, irá recorrer contra a ação por não concordar com a concessão deste aumento".
Sobre a licitação para a prestação do serviço de transporte coletivo, a Prefeitura disse que "está em andamento e em breve será concluída" e que "não foi viabilizada nenhuma ferramenta jurídica para substituição do TAC firmado junto ao MPRJ porque a Prefeitura acredita que o mesmo será homologado pela Justiça".
Por G1 e RJ1 — Região Serrana

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