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A presidente
deposta da Coreia do Sul Park
Geun-hye (Foto: Jung Yeon-je / AFP)
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Suprema
Corte de Seul subiu mais um ano a condenação de Park Geun-hye, de 66 anos, e
ordenou que ela pague uma multa de US$ 18 milhões.
Um tribunal de
apelação da Coreia do Sul subiu, nesta sexta-feira (24), para 25 anos de prisão
a condenação da ex-presidente Park Geun-hye pelo seu envolvimento na trama de
corrupção da "Rasputina", que forçou sua destituição em janeiro do
ano passado, informou a agência local de notícias "Yonhap".
A Suprema Corte
de Seul subiu mais um ano a condenação de Park, de 66 anos, e ordenou que ela
pague uma multa de 20 bilhões de wons (cerca de US$ 18 milhões), 2 bilhões de
wons (cerca de US$ 2 milhões) a mais aos que foram impostos na sentença
inicial.
A decisão da
apelação acontece quatro meses depois que a Suprema Corte de Seul condenasse
Park a 24 anos de prisão e que pagasse uma multa multimilionária, após ser
considerada culpada de 16 das 18 acusações em relação ao caso da
"Rasputina", entre eles abuso de poder, suborno e coação.
A Promotoria
apelou da sentença, emitida no início de abril, e manteve a petição de 30 anos
de prisão (e uma multa de 91 milhões de euros) para a ex-governante, por criar
com sua amiga Choi Soon-sil, apelidada de "Rasputina", uma rede de
favores através da qual extorquiram grandes empresas como Samsung, Hyundai e
Lotte.
O escândalo fez
com que Park deixasse o cargo, motivando a antecipação das eleições para maio
de 2017, que terminaram com a vitória de Moon Jae-in.
Com isso, ela
se tornou na terceira ex-chefe de Estado sul-coreano a ir para prisão, após os
militares e políticos Chun Doo-hwan e Roh Tae-woo.
Park, que não
esteve presente na sessão de hoje, não aparece diante dos juízes desde outubro
do ano passado, quando sua prisão preventiva foi prolongada, e sempre descreveu
seu processo como parcial e motivado politicamente.
Diferente do
que ocorreu com a leitura da sentença, no mês de abril, a sessão de hoje não
foi transmitida ao vivo pela TV.
A corte também
comutou a pena do ex-assessor da presidência, Ahn Jong-beom, de seis para cinco
anos.
Por Agencia EFE

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