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© REUTERS Mark
David Chapman, que assassinou John Lennon
em 1980, em
foto tirada em janeiro de 2018 e divulgada pelo
Departamento
de Correções e Supervisão Comunitária de Nova York
|
Pela décima
vez, o homem que matou John Lennon há quase 38 anos não conseguiu se libertar
de uma sentença de prisão que pode mantê-lo atrás das grades pelo resto da
vida, disseram autoridades prisionais de Nova York nesta quinta-feira.
Um conselho
estadual negou liberdade condicional a Mark David Chapman, de 63 anos, depois
de uma audiência, e disse que ele terá que esperar mais dois anos por nova
consideração do caso, informou o Departamento de Correções e Supervisão
Comunitária de Nova York.
"O painel
determinou que a sua libertação seria incompatível com o bem-estar e a
segurança da sociedade", disse em carta um painel de três membros do
conselho estadual de liberdade condicional.
Chapman, um fã
obcecado de Lennon e dos Beatles, foi condenado após atirar enquanto o músico
chegava com a esposa, Yoko Ono, em seu apartamento na região do Upper West
Side, em Manhattan, no dia 8 de dezembro de 1980.
Chapman recebeu
uma sentença de prisão perpétua, após ter se declarado culpado da acusação de
assassinato em segundo grau. Ele entra com pedido de liberdade condicional a
cada dois anos desde 2000.
Por Peter
Szekely

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