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Delcy
Rodríguez, vice-presidente venezuelana, em imagem
de arquivo (Foto: AP Photo/Ariana Cubillos)
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Sanções são
aplicadas em protesto à reeleição do presidente Nicolás Maduro, em maio.
A União Europeia anunciou
nesta segunda-feira (25) novas sanções econômicas contra 11 autoridades
da Venezuela em
protesto pela reeleição do presidente Nicolás Maduro, uma votação que o bloco
considerou não ter sido livre ou justa, informaram diplomatas da UE. Uma das
autoridades que foram sancionadas é a vice-presidente Delcy Rodríguez.
Maduro foi
reeleito no
mês passado para mais 6 anos de mandato em uma eleição marcada por
denúncias de fraude, boicote da oposição e alta abstenção. Rodríguez foi nomeada
vice-presidente há duas semanas.
A lista de
autoridades sancionadas inclui ainda a vice-presidente do Conselho Nacional
Eleitoral, Sandra Oblitas, e seu secretário-geral, Xavier Antonio Moreno Reyes,
os quais o bloco acusa de menosprezar "a democracia na Venezuela",
conforme decisão publicada no Diário Oficial da UE.
As sanções não
atingem Maduro diretamente, porque a União Europeia tenta pressionar aqueles ao
seu redor primeiro.
As proibições
de viagem e congelamento de bens, reportadas primeiro pela agência Reuters em
maio, se somarão a medidas impostas contra outras 7 autoridades graduadas da
Venezuela que o bloco sancionou em janeiro.
O bloco, o
terceiro maior parceiro comercial da Venezuela depois dos Estados Unidos e da
China, está tentando isolar Caracas e ajudar a pôr fim ao que vê como um regime
autoritário que está arruinando a economia do país e provocando a escassez de
alimentos.
A União
Europeia impôs um embargo de armas contra a Venezuela em novembro.
Também
acredita-se que ministros de Relações Exteriores da UE irão emitir um
comunicado ainda nesta segunda-feira condenando a eleição de maio na Venezuela.
Por G1

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