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Presidente Donald Trump durante uma reunião
com os
membros republicanos do Congresso sobre a
imigração
na Sala do Gabinete da Casa Branca, nesta
quarta (20)
(Foto: Evan Vucci/AP)
|
Ainda assim, ele continuará política de
'tolerância zero' com imigrantes que atravessarem ilegalmente a fronteira com o
México.
O presidente americano Donald Trump assinou
nesta quarta-feira (20) uma ordem para evitar a separação das famílias de
imigrantes que cruzarem a fronteira com o México, mas manterá a
"tolerância zero" em sua política de imigração.
Segundo a ordem, imigrantes que entrarem
ilegalmente nos EUA serão detidas juntas. Trump mandou o Departamento de Defesa
tomar as medidas para acolher as famílias da forma necessária.
"Estamos assinando uma ordem executiva.
Considero que é uma ordem executiva muito importante. É sobre manter as
famílias unidas e, ao mesmo tempo, ter certeza de que temos uma fronteira muito
forte e muito forte", disse Trump.
Trump desistiu de separar famílias migrantes
depois de sofrer intensa pressão dos mais diferentes setores: líderes
religiosos, políticos e internacionais condenaram a postura de seu governo, que
fez com que mais de 2.300 menores de idades fossem separados de suas famílias
em cinco semanas.
"Não me agradou a visão de famílias
sendo separadas", disse o presidente
A ordem também dará prioridade às famílias
no que diz respeito aos procedimentos de imigração.
A política do governo americano estabelece
que imigrantes ilegais adultos tenham que responder a processos criminais. Com
isso, os menores de idade que chegavam junto com seus pais eram separados e
levados a abrigos sob custódia do governo.
Funcionários do Departamento de Administração
trabalharam desde a manhã de quarta-feira em uma ordem executiva para o
presidente. Houve conversas contínuas entre a Casa Branca, o Departamento de
Justiça e o Departamento de Segurança Interna, explicou uma fonte da CNN.
Embora o procurador-geral Jeff Sessions não
tenha estado na reunião na Casa Branca pela manhã, seu chefe de gabinete esteve
lá para representar o Departamento de Justiça, acrescentou a CNN.
Há pelo menos 8 brasileiros entre menores sozinhos em abrigos.
Por G1


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