Na
quarta-feira, 250 homens das Forças Armadas ajudaram a Seap a fazer uma
varredura nas celas do presídio Milton Dias Moreira, na Baixada Fluminense.
Os militares do
exército iniciaram as operações em presídios do Rio, depois da intervenção
federal. Nesta quarta-feira (21), 250 homens das Forças Armadas ajudaram a
Secretaria de Administração Penintenciária (Seap) a fazer uma varredura nas
celas do presídio Milton Dias Moreira, na Baixada Fluminense. No local, foram
encontrados 48 celulares, além de maconha e cocaína.
No domingo
(19), durante
uma rebelião na cadeia, um dos presos fez imagens usando um celular.
Administrar o
sistema prisional do Rio é apontado como um dos maiores desafios do
interventor, o general Braga Netto, já que dentro dos presídios entram
celulares, drogas e armas em grande quantidade.
A Seap informou
que em 2017 foram apreendidos, nas 51 unidades prisionais, 5.082 celulares, 27
armas de fogo e 67.779 drogas, entre invólucros, papelotes e balinhas de
cocaína, crack, haxixe e maconha.
"Cada
liberdade que você viabiliza ao marginal dentro do sistema prisional é uma
liberdade, uma vida que você retira na sociedade. Tem que se pensar nisso. Não
se pode achar que um celular dentro de presídio seja um crime de baixa
gravidade, como vemos atualmente. É preciso repensar isso, com medidas efetivas
não só no sistema prisional mas também com medidas legislativas", avalia o
promotor André Guilherme Freitas, que atua na Vara de Execução Penal.
Por G1 Rio
0 comentários:
Postar um comentário
Obrigado pelo seu comentario.
Fique sempre ligado do que acontece em nossa cidade!