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© Reprodução Marcelo
Crivella posta vídeo nas redes sociais,
informando
sua viagem para Frankfurt
|
O desfile do grupo
especial do Carnaval do Rio
de Janeiro começou, neste domingo (11), sob protestos dos foliões e
sem a presença do prefeito Marcelo
Crivella(PRB). Durante a concentração, torcedores estenderam uma faixa
com críticas às igrejas. “Até as Igrejas são falsas”, lia-se. A polêmica
religião-folia se estende desde que o prefeito, que é bispo licenciado da Universal,
se recusou a participar da festa no ano passado e cortou a verba para os
desfiles de 2018.
Este ano,
porém, Crivella procurou se mostrar menos avesso à folia. Na
sexta-feira, 9, fez vistorias no sambódromo e participou da cerimônia de
entrega da chave da cidade para o Rei Momo. Na ocasião, deixou claro que
encerrava ali sua participação no Carnaval. “Fiz a minha parte”, declarou à
imprensa. Neste domingo, viajou para Frankfurt, na Alemanha. De lá, rumará para
a Áustria e, depois, à Suécia, e voltará ao Rio na quinta-feira. Em vídeo
publicado no Facebook, o prefeito afirmou que está viajando para visitar a
Agência Espacial Europeia.
A presença do
cacique na Sapucaí neste domingo ainda era um mistério. Nos bastidores,
havia expectativa de que o prefeito fizesse uma aparição para melhorar a sua
imagem diante do público carioca. Mas aliados políticos o aconselharam a não
pisar no Sambódromo, onde seria alvo de protestos.
Uma das escolas
a desfilar neste primeiro dia do grupo especial é a Estação Primeira de
Mangueira, campeã no ano passado. A agremiação entrará na avenida com fortes
críticas à decisão de Crivella de cortar a subvenção do Carnaval pela metade.
Durante o desfile, é esperado que a escola estenda faixas pedindo a saída do
prefeito.
VEJA.com

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