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| Divulgação |
Depoimento
do ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot faz parte do inquérito que
investiga menção a ministros do STF em conversa de delatores da J&F.
O
ex-procurador-geral da República Rodrigo
Janot prestou depoimento à Polícia Federal (PF) nesta segunda-feira (15) no
inquérito que investiga conversa de delatores da empresa J&F Joesley
Batista e Ricardo Saud sobre ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).
Esse inquérito
foi aberto a pedido da presidente do STF, ministra Cármen Lúcia. No
inquérito, é investigado o ex-procurador Marcelo Miller, suspeito de auxiliar
executivos da J&F em termos da delação premiada quando ainda era
procurador.
(CORREÇÃO:
Pela manhã, fontes da Polícia Federal informaram que o depoimento era na sede
da PF. No início da tarde, o próprio diretor-geral da PF, Fernando Segovia,
disse que Janot estava sendo ouvido na PF. Depois, a assessoria informou que o
depoimento foi prestado na Procuradoria Geral da República, a pedido de Janot.
A informação foi corrigida às 15h46.)
As gravações
das conversas, entregues pela empresa como complemento à delação premiada,
levaram aos pedidos de rescisão da delação e anulação de benefícios de
delatores. As investigações não apontaram qualquer envolvimento de ministros do
STF no conteúdo citado nas gravações.
Em setembro do
ano passado, o então procurador-geral da República Rodrigo Janot convocou a
imprensa para anunciar uma investigação
sobre o conteúdo da delação dos executivos Joesley e Wesley Batista, do grupo
J&F, e outros delatores da empresa. Janot falou em "conteúdo
gravíssimo” e disse que as conversas citavam ministros do STF.
No mesmo mês,
dias depois, Janot
pediu as prisões dos empresários Joesley Batista e Ricardo Saud, e do
ex-procurador da República Marcelo Miller.
Por Camila Bomfim, TV Globo, Brasília

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