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Defesas de
Jorge Picciani e de Paulo Melo pediram liberdade
dos
deputados do PMDB (Foto: Reprodução / TV Globo)
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Deputados do
PMDB foram presos na Operação Cadeia Velha, desdobramento da Lava Jato. Defesa
da dupla entrou com habeas corpus, que ainda será julgado.
O relator no
Superior Tribunal de Justiça (STJ) do processo contra os deputados do PMDB do
Rio presos na Operação Cadeia Velha, Felix Fischer, não concedeu a
liminar que pedia a liberdade de Jorge Picciani e Paulo Melo.
A decisão de
rejeitar a liminar é da noite de segunda-feira (27) e será remetida ao Tribunal
Regional Federal da 2ª Região (TRF-2), antes de chegar ao Ministério Público
Federal (MPF) para elaborar um parecer sobre o pedido de liberdade. A
publicação ocorre somente na quarta-feira (29).
Se aceita, a
decisão provisória anteciparia os efeitos do habeas corpus. Agora, o caso
precisa ser julgado pela 5ª Turma do STJ, que vai tomar a decisão. Os advogados
do ex-presidente da Alerj esperam que o julgamento ocorra até dezembro, antes
do recesso do Judiciário.
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O deputado
Paulo Melo se entregou na sede da Polícia
Federal no
Rio de Janeiro (RJ), na quinta-feira (16)
(Foto: JOSE LUCENA/FUTURA PRESS/FUTURA
PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO)
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Relembre o
caso
Os deputados
Jorge Picciani, Paulo Melo e Edson Albertassi foram presos na Operação Cadeia Velha no dia 16.
No dia seguinte (17), a Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (17)
determinou a soltura.
O Tribunal
Regional Federal da 2ª Região (TRF-2) disse que a Casa não poderia ter decidido
pela liberdade deles, tampouco expedir o alvará de soltura. No dia 21, voltou a
julgar o caso e pedir que voltassem
à prisão.
Eles são
suspeitos de receber propina para defender interesses de empresários dentro da
Alerj e de lavar o dinheiro usando empresas e compra e venda de gado.
Por Gabriel Barreira, G1 Rio


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