O evento, ação
conjunta das secretarias municipais de Bem-Estar Social e Educação, reuniu
dezenas de assistidos Centro Integrado de Convivência Dr. Gilberto Sobral
Barcelos, em Nova Esperança
Na terça-feira,
dia 5, as crianças e jovens assistidos pelo Centro Integrado de Convivência
(CIC) Dr. Gilberto Sobral Barcelos, em Nova Esperança, assistiram à palestra
sobre o uso “Uso Ético, Seguro e Legal da Tecnologia”, ministrada pelo
professor Johnny Charles, coordenador do Núcleo Tecnológico Municipal (NTM), da
Secretaria de Educação de Rio das Ostras.
O evento, ação conjunta das secretarias municipais de Bem-Estar Social e Educação, reuniu dezenas de assistidos e teve por objetivo orientá-los sobre o que é permitido ou não nas redes sociais.
“O papel dos pais é supervisionar celulares, redes sociais e amizades virtuais dos filhos menores de 18 anos. Também precisam observar a idade mínima exigida em contratos de aplicativos e sites. Os jovens, por sua vez, precisam discutir suas condutas nas redes. Muitos utilizam a Internet para agredir e julgar, chegando a reproduzir discursos de ódio. Precisamos incentivar o uso saudável e equilibrado da tecnologia”, explica Johnny Charles.
Em sua apresentação, o palestrante deu exemplos de uso equivocado das redes sociais. “De acordo com matéria publicada neste semestre, 96% dos adolescentes sul-coreanos são míopes devido ao uso de eletrônicos. Todos devem ter bom senso e equilíbrio”, acrescenta.
Para a diretora do Centro Integrado de Convivência, Daniele Damasceno, pais, alunos e professores devem debater o uso seguro e ético das redes sociais, em especial com o objetivo de combater o cyberbullying. “Os jovens se preocupam com a aceitação do grupo. Já tivemos casos de bullying e a aluna que sofreu a violência durante três dias não apareceu em nossa unidade. Esta questão é muito preocupante”, explicou Daniele, que é psicopedagoga.
“Debater o uso da Internet e o bullying é importante. Agressões podem deixar sequelas para toda a vida”, acredita Bruna Barbosa, 14 anos, aluna da Escola Municipal Professora Rosângela Duarte Faria, que assistiu à palestra.
João Victor Argemiro, também 14 anos, aprovou o tema abordado no encontro. “Cyberbullying é coisa séria. Temos que conversar sobre este assunto, sempre”, defende.
CÓDIGO CIVIL - O artigo 932 do Código Civil Brasileiro rege uso da Internet no País, determinando que “os pais respondem pela negligência de vigiar os filhos na Internet”, sendo responsáveis pela forma como usarem as novas tecnologias. “São os pais de menores que respondem pelos danos morais nos processos envolvendo cyberbullying e outras agressões nas redes”, finaliza Johnny Charles.
O evento, ação conjunta das secretarias municipais de Bem-Estar Social e Educação, reuniu dezenas de assistidos e teve por objetivo orientá-los sobre o que é permitido ou não nas redes sociais.
“O papel dos pais é supervisionar celulares, redes sociais e amizades virtuais dos filhos menores de 18 anos. Também precisam observar a idade mínima exigida em contratos de aplicativos e sites. Os jovens, por sua vez, precisam discutir suas condutas nas redes. Muitos utilizam a Internet para agredir e julgar, chegando a reproduzir discursos de ódio. Precisamos incentivar o uso saudável e equilibrado da tecnologia”, explica Johnny Charles.
Em sua apresentação, o palestrante deu exemplos de uso equivocado das redes sociais. “De acordo com matéria publicada neste semestre, 96% dos adolescentes sul-coreanos são míopes devido ao uso de eletrônicos. Todos devem ter bom senso e equilíbrio”, acrescenta.
Para a diretora do Centro Integrado de Convivência, Daniele Damasceno, pais, alunos e professores devem debater o uso seguro e ético das redes sociais, em especial com o objetivo de combater o cyberbullying. “Os jovens se preocupam com a aceitação do grupo. Já tivemos casos de bullying e a aluna que sofreu a violência durante três dias não apareceu em nossa unidade. Esta questão é muito preocupante”, explicou Daniele, que é psicopedagoga.
“Debater o uso da Internet e o bullying é importante. Agressões podem deixar sequelas para toda a vida”, acredita Bruna Barbosa, 14 anos, aluna da Escola Municipal Professora Rosângela Duarte Faria, que assistiu à palestra.
João Victor Argemiro, também 14 anos, aprovou o tema abordado no encontro. “Cyberbullying é coisa séria. Temos que conversar sobre este assunto, sempre”, defende.
CÓDIGO CIVIL - O artigo 932 do Código Civil Brasileiro rege uso da Internet no País, determinando que “os pais respondem pela negligência de vigiar os filhos na Internet”, sendo responsáveis pela forma como usarem as novas tecnologias. “São os pais de menores que respondem pelos danos morais nos processos envolvendo cyberbullying e outras agressões nas redes”, finaliza Johnny Charles.

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