Polícia quer material genético da mãe de embaixador para identificar corpo | Rio das Ostras Jornal

Polícia quer material genético da mãe de embaixador para identificar corpo

Embaixador Kyriakos Amiridis passava férias no Rio
 (Foto: Reprodução/Facebook/Grécia no Brasil)
Cadáver não pôde ser identificado pela arcada dentária, como mostrou a GloboNews. Policiais gregos estão no Brasil para ajudar nas investigações.
Investigadores estrangeiros buscam uma prova irrefutável de que o corpo encontrado carbonizado em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, é do embaixador grego no Kyriakos Amiridis, de 59 anos.
Para isso, com o auxílio da Polícia do Rio, o objetivo dos agentes é que seja realizado um exame comparando os DNAs do cadáver com o da mãe do embaixador, que vive na Grécia. Segundo o delegado da Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense, Evaristo Magalhães, a realização do exame é protocolar. As informações foram antecipadas pela GloboNews, nesta segunda-feira (2). Fontes do canal nas investigações contam que há a suspeita de que o diplomata não seja pai da criança apontada como filha dele.

A ideia inicial era colher o material genético da filha do embaixador. Segundo agentes informaram ao G1, no entanto, o exame poderia comprovar que o cadáver é do pai da menina, mas não traria a certeza de que o pai da criança é o diplomata. O delegado informou que é de praxe que o DNA seja comparado com o da mãe da vítima.
"Nós estamos providenciando a coleta de material de DNA. Isso porque ocorpo estava tão carbonizado que não foi possível fazer pela arcada dentária. Existe um protocolo a ser feito", explicou Magalhães. Investigadores também afirmaram que a delegacia tem 99,9% de certeza de que o corpo é do embaixador.
Amiridis tinha uma filha de dez anos com Françoise Souza Oliveira, de 40 anos, com quem era casado havia 15. A viúva e mais dois homens estão presos por suspeita de ter participado da morte do marido dela.

Diligências ainda estão sendo realizadas e a DHBF ainda apura o caso. A mãe da embaixatriz esteve na delegacia nesta segunda-feira (2) e informou que a neta está sob os cuidados de uma pessoa de confiança. Segundo apurado, trata-se da madrinha da menina.

Polícia grega ajuda na investigação
A polícia da Grécia está no Rio desde domingo (1º). Além de Françoise, um policial da UPP do Fallet e seu sobrinho são suspeitos de tramar o assassinato. Uma reunião realizada na manhã desta segunda antes de os policiais irem para a Divisão de Homicídios da Baixada Fluminense para continuar as investigações, define detalhes da cooperação.

"Vamos fazer um cronograma de diligências para que esses policiais gregos acompanhem", disse o delegado Rivaldo Barbosa, em entrevista ao Bom Dia Rio. As investigações, após a prisão de Françoise e do PM Sérgio Moreira, além do sobrinho, seguem principalmente na busca por imagens que possam ajudar a elucidar os últimos pontos do crime.
 Com informações da GloboNews

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