Retrospectiva 2016 - Julho: Prédio sede do município de Rio das Ostras é destruído pela ineficiência | Rio das Ostras Jornal

Retrospectiva 2016 - Julho: Prédio sede do município de Rio das Ostras é destruído pela ineficiência

Sede da Prefeitura de Rio das Ostras
Fotos: Julio Leitão
Decadência da administração culpa a crise econômica
Rio das Ostras passa pela sua pior crise administrativa de todos seus 22 anos des­de que foi emancipada em 10 de abril de 1992. Desde então, seus governantes já foram políticos que pen­saram um dia em seu crescimento con­siderando na época a cidade do futuro do interior do Estado, com uma área territorial de 232 Km² de extensão, que na visão de qualquer politico experien­te seria fácil administrar sem dinheiro, mas, com dinheiro seria muito melhor.
Cabe lembrar que o prefeito Sabi­no faz questão de frisar em sua apari­ções, que encontrou a prefeitura falida depois que sucedeu Tereza Genasi, na época que foi prefeito pela primeira vez, pagando os débitos da gestão an­terior e o salário dos servidores, o que seria fácil numa cidade com menos de 30 mil habitantes.
A decadência administrativa do município como do próprio gestor, pa­rece ser mais um ato de vingança que um ato de sobrevivência, embora esteja governando não à base de “comprimi­dos”, mas sim por uma liminar con­cedida pela justiça, após condenação por malversação do dinheiro público, isto é, por subfaturamento na compra de combustível para o abastecimento da frota de veículos. A culpa total da crise endêmica que o município vive é, segundo seu principal escudeiro, o ve­reador Eloi, da “maldita PPP”, além da falta dos recursos dos Royalties.
O primeiro prefeito Claudio Ri­beiro foi eleito em outubro de 1992, derrotando na época os principais can­didatos, vereador e produtor rural, Gel­son Apicelo, o português naturalizado brasileiro, Francisco Nascimento e o funcionário da Caixa Econômica Fe­deral, Alcebíades Sabino; governando de janeiro de 1993 até 1996, quando foi assassinado, assumindo o lugar a vice­-prefeita Tereza Gianazzi, que passou o cargo para Sabino em 1997, sendo reeleito de 2001-2004, onde inaugurou a nova sede da administração pública, logo entregando o mandato para o atu­al Deputado Estadual, Carlos Augusto Carvalho Balthazar, que ficou no cargo por 8 anos, até o retorno de Sabino à prefeitura em 2012, onde o atual gestor finge não se incomodar com o estado que se encontra a estrutura física interna e externa do prédio além dos móveis obsoletos que se encontram nas repartições.
Além do prédio da prefeitura, podemos acrescentar o abandono das praças, estádios municipais, creches, a fal­ta de manutenção dos prédios da saúde como o Hospital Municipal inaugurado em 2004 e entregue ao sucessor sem equipamentos para o atendimento à população, isto é, a manutenção da maioria dos edifícios, boulevares, orlas como a de Costazul, construídos a preços absur­dos pelo gestor Sabino, encontra-se nesta gestão aban­donados a própria sorte. Não é por falta de dinheiro, ou crise inventada pelo chefe de executivo, mas por falta de gerenciamento.

Está mais uma vez comprovado o excesso de arreca­dação de impostos, como as taxas aprovadas pelos seus guardiões vereadores decadentes que o apoiam no le­gislativo. Dinheiro há, mas na verdade, não sabem onde está. A pergunta é: você reelegeria o atual prefeito que acabou com Rio das Ostras?
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