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Helicóptero
caiu durante operação na Cidade de Deus
(Foto: Reprodução / TV Globo)
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No dia seguinte ao acidente,
polícia fez megaoperação na comunidade e sete pessoas foram encontradas com
sinais de execução
Uma nova perícia reforçou a tese
de que a queda de um helicóptero que matou quatro PMs em novembro na Cidade de
Deus não foi motivada por disparos. O comando da Aeronáutica em Brasília
confirmou que o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos
(Cenipa) não identificou nenhum indício de perfuração de projétil na fuselagem
do helicóptero de matrícula PR-IDR, da Polícia Militar do Rio.
Segundo a FAB, "a equipe de
investigação ainda aguarda o laudo do Instituto Médico-Legal (IML), que dirá se
a tripulação foi atingida por disparo de arma de fogo". No dia 20 do mês
passado, uma outra perícia já apontava que nem policiais e nem a aeronave
haviam sido atingidos.
A queda do helicóptero motivou uma
grande operação na comunidade poucos dias após o acidente. A Delegacia de
Homicídios da Polícia Civil foi acionada e foi para a comunidade após moradores
encontrarem sete corpos numa zona de mata da região. Todos eles tinham sinais
de execução.
O helicóptero caiu no dia 19 de novembro, na Zona Oeste do Rio. Os quatro ocupantes da aeronave, todos policiais militares, morreram. A informação foi confirmada pelo coordenador de comunicação social da Polícia Militar (PM), Major Ivan Blaz. Eram eles o major Rogério Melo Costa, de 36 anos, o capitão William de Freitas Schorcht, 37, o subtenente Camilo Barbosa Carvalho, 39, e o sargento Rogério Felix Rainha, 39. A área foi palco de intensos tiroteios após a queda. A queda aconteceu no começo da Avenida Ayrton Senna, perto do acesso à Linha Amarela.
O helicóptero caiu no dia 19 de novembro, na Zona Oeste do Rio. Os quatro ocupantes da aeronave, todos policiais militares, morreram. A informação foi confirmada pelo coordenador de comunicação social da Polícia Militar (PM), Major Ivan Blaz. Eram eles o major Rogério Melo Costa, de 36 anos, o capitão William de Freitas Schorcht, 37, o subtenente Camilo Barbosa Carvalho, 39, e o sargento Rogério Felix Rainha, 39. A área foi palco de intensos tiroteios após a queda. A queda aconteceu no começo da Avenida Ayrton Senna, perto do acesso à Linha Amarela.
O helicóptero
O modelo do helicóptero era um Esquilo AS 350 B3. Durante a operação, a aeronave estava a cerca de dois mil pés de altura, sendo pilotada pelo Capitão Willian Schorcht e tendo como co-piloto o Major Rogerio Melo. Ela transmitia imagens do voo, as quais serão analisadas pela perícia que está sendo realizada pela Aeronáutica. Após a queda, os destroços do helicóptero foram retirados do local do acidente na madrugada deste domingo (20), por volta de 3h.
O modelo do helicóptero era um Esquilo AS 350 B3. Durante a operação, a aeronave estava a cerca de dois mil pés de altura, sendo pilotada pelo Capitão Willian Schorcht e tendo como co-piloto o Major Rogerio Melo. Ela transmitia imagens do voo, as quais serão analisadas pela perícia que está sendo realizada pela Aeronáutica. Após a queda, os destroços do helicóptero foram retirados do local do acidente na madrugada deste domingo (20), por volta de 3h.
O modelo de aeronave usado na
operação não era blindado e costuma ser usado como plataforma de observação
realizando o imageamento de áreas sobrevoadas. A manutenção era realizada
regularmente, assim como ocorre com os demais equipamentos do Grupamento
Aeromóvel (GAM).
Por G1 Rio, Rio de Janeiro

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