O vice-presidente Michel Temer
usou sua conta no Twitter para negar que a Executiva Nacional do PMDB irá
exercer qualquer influência na escolha do nome do sucessor de Eduardo Cunha
(PMDB-RJ).
"Somente os deputados e os
partidos ali representados têm legitimidade para escolher seus caminhos. Fui
presidente por três vezes e conheço a Câmara dos Deputados e a respeito. Não
compactuaria com ações desagregadoras", escreveu ele.
De acordo com apuração do jornal
Folha de S. Paulo, Temer quer que o processo seja centralizado na
Executiva Nacional do partido. Isso seria uma forma de evitar que a presidente
Dilma Rousseff e a bancada do PMDB no Senado influenciem na escolha.
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