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| (Foto: Luis Moura/Estadão Conteúdo) |
Até ontem, segunda-feira (6), já com o uso do volume morto, o sistema operava com 5,8% de sua capacidade.
O
Ministério Público Federal e o Ministério Público Estadual em São Paulo tentam
barrar na Justiça o bombeamento de mais água e querem metas para recuperação do
Sistema Cantareira em 5 anos. Até ontem, segunda-feira (6), já com o uso do volume morto, o sistema operava com 5,8% de sua capacidade.
A
ação tentando impedir o uso da nova cota do volume morto foi ajuizada na
segunda na Justiça Federal de Piracicaba, no interior de São Paulo. Os órgãos
admitem, contudo, que se for imprescindível, sejam usadas parcelas com o
"máximo de cautela".
O
Ministério Público Federal e a Promotoria estadual querem ainda que a companhia
garanta que o estoque atual de água dure até 30 de novembro.
Também
na segunda, a Sabesp previa enviar à Agência Nacional de Águas (ANA) uma versão
final do plano de demanda e contingência do Sistema Cantareira. No plano, a
companhia deveria explicar como vai usar a nova cota de 106 bilhões de litros.
O detalhamento é necessário para que a ANA autorize o uso da reserva técnica.
Até
as 18h30 de segunda, a ANA ainda não havia recebido o documento da Sabesp.
A Sabesp e a ANA informaram que ainda não foram notificadas da ação do Ministério Público Federal e do Ministério Público Estadual.
A Sabesp e a ANA informaram que ainda não foram notificadas da ação do Ministério Público Federal e do Ministério Público Estadual.
A
Sabesp afirma que o abastecimento está garantido por medidas como o bônus.
Fonte: G1

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