No último domingo (10), uma criança faleceu com um quadro sugestivo de meningococcemia grave.
Nesta terça-feira (12), pais e responsáveis pelos alunos da Escola
Municipal de Educação Infantil Maria de Maris Sarmento Torres, situada na
Imbetiba, receberam orientações da equipe da Vigilância Epidemiológica da
Secretaria de Saúde sobre a meningite. A escola conta com 268 alunos na faixa
de dois a cinco anos. No último domingo (10), uma criança que estudava na
unidade, faleceu com um quadro sugestivo de meningococcemia grave - o nome que
se dá aos casos suspeitos de meningite grave, enquanto não se tem a comprovação
com exame laboratorial da doença.
Durante o encontro, realizado na tarde desta terça-feira auditório do Colégio Estadual Irene Meireles, na Imbetiba, os alunos da turma da criança foram atendidos pelo infectologista e gerente da Vigilância Epidemiológica da rede municipal de saúde, André Luis Faria. Os colegas de turma do menino - que tiveram contato direto e íntimo por no mínimo quatro horas - receberam a quimioprofilaxia (antibióticos).
A aluna da unidade, Ana Luísa da Cunha, foi uma das atendidas. De acordo com a mãe, Elaine da Cunha, as informações transmitidas pelo médico foram importantes. “Agora estou mais tranquila. O médico tirou todas as minhas dúvidas. Minha filha continuará indo para a escola normalmente”, falou. Da mesma opinião é o pai da estudante, Evelin Barbosa. “Fiquei apreensivo com a situação, mas depois que recebi as orientações da equipe, vou seguir as dicas e ficar mais atento quanto às questões como atualização da vacina e melhor higiene dos ambientes”, contou Leonardo Barbosa.
O encontro contou com a participação da secretária de Educação, Lúcia Thomaz, que ressaltou a importância de os pais receberem informações no sentido do cuidado e da prevenção quanto à doença. Também estiveram presentes a subsecretária de Educação Infantil, Cristina Burle, e o coordenador do Programa Saúde na Escola (PSE) da Secretaria de Educação, Marcelo Machado, que seguirá o cronograma de atividades, divulgando a importância da atualização da vacina e orientando quanto à cobertura vacinal dos estudantes da rede municipal.
Limpeza - Nesta segunda (11) e terça-feira (12), a escola de Educação Infantil Maria de Maris Sarmento Torres foi limpa e higienizada. A diretora da unidade, Elizeth Ferreira, contou que todas as salas estão com portas e janelas abertas para facilitar a ventilação.
De acordo com o médico infectologista André Luís Faria, não há necessidade de suspender as aulas na escola, pois a bactéria de meningite só é transmitida por contato prolongado e íntimo, acima de quatro horas. Segundo ele, também deve ser levado em consideração que não há risco de transmissão de meningite em situações como compartilhamento de objetos, como copos e brinquedos. Alunos da mesma escola que estudem em salas diferentes ou que frequentem o mesmo espaço, em turnos diferentes, também não correm tiscos.
- Também nesses casos o aluno não está propenso a ter a doença - pontuou o infectologista.
A incidência de casos de meningite no inverno é comum em todo o Brasil. Porém, de acordo com registros da Vigilância Epidemiológica, nos últimos dez anos não há registro do surto da meningite em Macaé. Conforme normas do Ministério da Saúde, no caso de Macaé não existe indicação de vacinação da meningite (que tem o prazo de duas semanas para fazer efeito). Uma campanha de vacinação é indicada na ocorrência de surto. Fora disso, o Ministério da Saúde diz que apenas as crianças até dois anos devem ser vacinadas.
Durante o encontro, realizado na tarde desta terça-feira auditório do Colégio Estadual Irene Meireles, na Imbetiba, os alunos da turma da criança foram atendidos pelo infectologista e gerente da Vigilância Epidemiológica da rede municipal de saúde, André Luis Faria. Os colegas de turma do menino - que tiveram contato direto e íntimo por no mínimo quatro horas - receberam a quimioprofilaxia (antibióticos).
A aluna da unidade, Ana Luísa da Cunha, foi uma das atendidas. De acordo com a mãe, Elaine da Cunha, as informações transmitidas pelo médico foram importantes. “Agora estou mais tranquila. O médico tirou todas as minhas dúvidas. Minha filha continuará indo para a escola normalmente”, falou. Da mesma opinião é o pai da estudante, Evelin Barbosa. “Fiquei apreensivo com a situação, mas depois que recebi as orientações da equipe, vou seguir as dicas e ficar mais atento quanto às questões como atualização da vacina e melhor higiene dos ambientes”, contou Leonardo Barbosa.
O encontro contou com a participação da secretária de Educação, Lúcia Thomaz, que ressaltou a importância de os pais receberem informações no sentido do cuidado e da prevenção quanto à doença. Também estiveram presentes a subsecretária de Educação Infantil, Cristina Burle, e o coordenador do Programa Saúde na Escola (PSE) da Secretaria de Educação, Marcelo Machado, que seguirá o cronograma de atividades, divulgando a importância da atualização da vacina e orientando quanto à cobertura vacinal dos estudantes da rede municipal.
Limpeza - Nesta segunda (11) e terça-feira (12), a escola de Educação Infantil Maria de Maris Sarmento Torres foi limpa e higienizada. A diretora da unidade, Elizeth Ferreira, contou que todas as salas estão com portas e janelas abertas para facilitar a ventilação.
De acordo com o médico infectologista André Luís Faria, não há necessidade de suspender as aulas na escola, pois a bactéria de meningite só é transmitida por contato prolongado e íntimo, acima de quatro horas. Segundo ele, também deve ser levado em consideração que não há risco de transmissão de meningite em situações como compartilhamento de objetos, como copos e brinquedos. Alunos da mesma escola que estudem em salas diferentes ou que frequentem o mesmo espaço, em turnos diferentes, também não correm tiscos.
- Também nesses casos o aluno não está propenso a ter a doença - pontuou o infectologista.
A incidência de casos de meningite no inverno é comum em todo o Brasil. Porém, de acordo com registros da Vigilância Epidemiológica, nos últimos dez anos não há registro do surto da meningite em Macaé. Conforme normas do Ministério da Saúde, no caso de Macaé não existe indicação de vacinação da meningite (que tem o prazo de duas semanas para fazer efeito). Uma campanha de vacinação é indicada na ocorrência de surto. Fora disso, o Ministério da Saúde diz que apenas as crianças até dois anos devem ser vacinadas.

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