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| 11 de Julho, Dia Nacional de Luta com Greves e Mobilizações. |
O Dia Nacional de Luta com Greves e Mobilizações, em 11 de julho, culminará com um ato próximo à Igreja Candelária, a partir das 15h.
Para cobrar a redução da jornada de trabalho de 44 horas semanais
para 40 horas, mudanças nas regras da aposentadoria (fim do fator
previdenciário) e reajustes para aposentados, cinco centrais sindicais
organizam atividades no Rio. O Dia Nacional de Luta com Greves e Mobilizações,
em 11 de julho, culminará com um ato próximo à Igreja Candelária, a partir das
15h.
Para
definir a agenda, que deve incluir passeatas, protestos e paralisações, as
centrais se reuniram hoje (2) na sede da Força Sindical. De acordo com o
presidente estadual da entidade, Francisco Dal Prá, ela será levada à aprovação
dos sindicatos e, na próxima segunda-feira (8), divulgada a estratégia de
mobilização.
Entre
os itens mais importantes da pauta de reivindicação, Dal Prá destacou a redução
da jornada de trabalho, que deve ser aprovada pelo Congresso Nacional, por meio
de proposta de emenda à Constituição, pronta para ser votada desde setembro de
2012. “A redução vai dar mais tempo para o trabalhador investir na formação profissional
e na família, gerando mais 2 milhões de empregos”, disse.
Representando
a Central Única dos Trabalhadores (CUT), o coordenador do Setor Naval, Jadir
Baptista confirmou que já discute atos com a participação dos 127 sindicatos
filiados no Rio, conforme orientação nacional. “Os fluminenses estão
mobilizados, inclusive em Campos dos Goytacazes e Niterói, no norte do estado e
na região metropolitana”, declarou.
Baptista
destacou que as manifestações das últimas semanas não incorporaram as
reivindicações trabalhistas. “Tinha a questão da educação, do funcionamento do
governo, contra a corrupção, que somos contra também, mas sem tocar claramente
no ponto”, acrescentou.
O
Dia Nacional de Lutas também incorpora reivindicações dos movimentos sociais,
como a reforma agrária e o fim dos leilões de petróleo. É esperada a participação
desses grupos nos atos.
Também
participaram do encontro a Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST), que
reúne os sindicatos das principais empresas do setor de transportes, da União
Geral dos Trabalhadores (UGT) e a Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do
Brasil (CTB).
Fonte: Agência Brasil

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