Fundou diversos jornais de bairro e também foi militante de partidos políticos.
Foi enterrado na quarta-feira (28) o corpo do jornalista Benoni Alencar. Ele morreu na terça-feira (27) em Rio das Ostras, na Baixada Litorânea. A polícia suspeita que ele tenha sido vítima de latrocínio, que é o roubo seguido de morte. O velório foi na Biblioteca Comunitária, fundada por Benoni Alencar, no distrito de Palmital. Parentes, amigos e moradores do local ainda estavam chocados.

A irmã mais nova relembrou a luta do jornalista durante a ditadura militar. Parentes do Piauí também foram para o enterro, no cemitério do Palmital. O jornalista, de 66 anos, era viúvo e foi encontrado morto na casa onde morava sozinho, no interior de Rio das Ostras.
A causa da morte ainda não foi esclarecida. O exame da perícia apontou sinais de estrangulamento e a polícia trabalha com a hipótese de latrocínio, que é o roubo seguido de morte, já que o dinheiro e o computador do jornalista desapareceram.
O jornalista Benoni Alencar trabalhou no jornal O Globo e no Jornal do Brasil, fundou diversos jornais de bairro, e também foi militante de partidos políticos.


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