Deputados escutam última construtora e ex-secretário de Obras na CPI da Alerj | Rio das Ostras Jornal

Deputados escutam última construtora e ex-secretário de Obras na CPI da Alerj


O dono da construtora Terrapleno prestou depoimento e negou propina.
Paulo Marquesine mandou seu advogado para remarcar o depoimento.

Os deputados estaduais ouviram nesta quinta-feira (18) a última construtora e o ex-secretário de Planejamento de Teresópolis na CPI da Alerj. A comissão investiga responsáveis pela tragédia de janeiro na região serrana e também denúncias de corrupção.
 

O dono da construtora Terrapleno prestou depoimento. Alfredo Chrysostomo disse que não fez obras na cidade depois da tragégia e negou que tenha pago propina para a prefeitura.A acusação foi feita na semana passada pelo dono de outra construtora, a RW. Em depoimento à CPI, José Ricardo de Oliveira disse que pagou R$100 mil  em propina para dos ex-secretários de Planejamento José Alexandre de Almeida, e de Obras, Paulo Marquezine.
 

Os empresários pagavam 15% do valor do contrato, mas depois da tragédia a cobrança subiu para 50%. O dono da Terrapleno contestou o depoimento dele.

O ex-secretário de Obras Paulo Marquesine mandou seu advogado para remarcar o depoimento. Já o ex-secretário de Planejamento, José Alexandre de Almeida compareceu. Ddisse aos deputados que a denúncia é uma armação política e negou que tenha recebido propina.

Na próxima sexta-feira (19) a CPI irá ouvir o vice governador do estado, Luiz Fernando Pezão, encerrando aassim a fase dos depoimentos. Depois disso, será analisado o relatório final, que vai ser apresentado à Assembléia Legislativa do estado.

Segundo o presidente da CPI, o relatório vai atribuir às sete prefeituras a maior parte das responsabilidades pela tragédia. Ao longo dos últimos anos elas não teriam construído casas populares, feito obras de contenção; mas concederam títulos de posse em áreas de risco e não criaram planos de ação preventivos de Defesa Civil.

O presidente da CPI, deputado Luis Corrêa, afirma que 10.000 casas populares poderão ser feitas nos próximos 4 anos.

O dono da contrutora Terrapleno também disse hoje à comissão que durante a tragédia fez obras de limpeza em Nova Friburgo. Ele disse que teria vencido uma licitação e que todo o contrato já foi quitado pela prefeitura.

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