Filha da falecida reclama por esclarecimento e justiça
A paciente Marta dos Santos Rosa de 52 anos de idade, deu entrada vitima de atropelamento grave, e com vida no Pronto Socorro municipal de Rio das Ostras. Após os primeiros atendimentos e socorro na unidade a vitima foi hospitalizada de imediato no Hospital Municipal para a realização de uma cirurgia de Desarticulação do Membro.
Dona Marta conduzia sua bicicleta pela rua das Camélias, onde transita muito veículo devido a raiz do trânsito na Rodovia Amaral Peixoto no horário do rush, e foi sugada pelos pneus traseiros ferindo-a com gravidade a perna direita, “Minha mãe ficou quietinha aguardando o socorro e estava lucida quando cheguei, não era para ter morrido dessa forma sem assistência e com uma demora de 28 dias para realizar a cirurgia”, “ Minha mãe ficou o tempo todo na UTI, esperando o traumatologista Dr.Ricardo para fazer a cirurgia e não chegou”, afirma Roberta.E ainda acrescenta um detalhe importante, “Os médicos de plantão da UTI Dr. Paulo Peixoto e o Dr. Feijó, deixaram minha mãe pronta para fazer a cirurgia, isso, me confirmou o Dr. Paulo”, diz categoricamente a filha da falecida.
“Não me conformo com a morte da minha mãe, se tinham que operar, deveriam havê-la operado, ela sofreou muito, ficou quase 30 dias no hospital e não resolverão nada, por falta de responsabilidade e respeito pelas vitimas”, “ Me entregaram morta a minha mãe, ela poderia estar viva agora, se não fosse a negligencia do ortopedista, Dr. Ricardo”
O relato indignado de Roberta, diz ainda que a mãe, “ficou com a perna, necrosada e sem condições de estar no lugar, não é possível que não tenham feito nada, acho isso absurdo”Segundo, Roberta dos Santos Braga, de 32 anos, moradora no Bairro Âncora, filha da vitima, já falecida, relata que sua mãe foi atropelada no dia 10 de fevereiro por uma carreta de placa KQV 0082 conduzida pelo motorista Eraldo Reis, sem documentação do veiculo nem a carteira de motorista na mão no dia do acidente, onde foi liberado por uma viatura da Policia Militar.
”Tudo errado, o motorista não poderia ser liberado, por que não tinha a documentação e muito menos a carreta”, diz indignada Roberta.
O Rio das Ostras Jornal perguntou a Roberta o que pretendia fazer por tal descaso e negligencia, como ela afirma, dos acontecimentos do momento, “Estou aguardando uma reunião com as pessoas responsáveis para tomar minhas providencias”, de uma coisa estou certa, “Não descansarei até que os responsáveis pela morte da minha mãe sejam punidos, por que não respeitaram o direito da vida dela”, reafirma corajosamente.“Espero por esclarecimento. Espero e exijo justiça, Chega de Impunidade”
Roberta dos Santos Braga

Quero parabelizar o jornal pela coragem de ajudar a ´população , pq nessa cidade é escondida muitas coisas , tinha que ter um jornal desse nível pra poder ajudar a população de Rio das Ostras .
ResponderExcluir