Um projeto aprovado nesta quarta-feira (10) no Senado permite bares e restaurantes cobrar gorjeta de até 20% nas contas encerradas depois das 23h. O projeto ainda precisa passar pela Câmara.
Sandro Coimbra é garçom há sete anos. Os 10% cobrados na conta ajudam a reforçar o salário. "Ajuda e muito. É a maior parte do nosso salário o 10%", afirma.
Os 10% não são obrigatórios, mas a maioria da clientela paga. "Se eu sou bem tratado, eu pago. Se não sou bem tratado, eu questiono", diz o publicitário Paulo Bertoni. "É mais ou menos igual a estacionamento. A gente não quer, mas fica intimidada e paga", fala a aposentada Socorro Paulo.
Um projeto aprovado nesta quarta-feira (10) pelo Senado prevê um pagamento ainda maior. Pela proposta, toda conta de bares e restaurantes encerrada entre 23h e 6h teria um acréscimo de 20% como gorjeta.
"Vinte por cento é demais", desabafa o advogad, Ricardo Barreto. "Tem países que as pessoas costumam pagar 20%, 25%. Aqui eu acho que 10% está de bom tamanho", diz o jornalista Paulo Passos.
O projeto para virar lei ainda precisa passar pela Câmara e é apenas uma sugestão. Gorjeta paga quem quer. Ninguém é obrigado e continuará não sendo, mesmo que a lei seja aprovada.
Na prática ela pode criar uma confusão e as pessoas pensarem que a gorjeta será obrigatória. Por isso, o Procon alerta. "O consumidor não pode ser compelido de maneira alguma a pagar nada que não seja aquilo que ele consumiu no estabelecimento e qualquer valor acima disso, ou seja, essas gorjetas são sugestão. Não podem ser impostas ao consumidor", explica o diretor jurídico do Procon-DF, Enoque Teixeira.
Um menino de apenas 7 anos frustrou um assalto em Los Angeles, nos Estados Unidos, ao conseguir chamar a polícia.
Três homens renderam os pais do menino depois que a irmã dele, de 6 anos, deixou a porta de casa aberta.
Os assaltantes trancaram as duas crianças no banheiro, enquanto ameaçavam os pais.
Foi aí que a criança entrou em ação e acabou com os planos dos criminosos. O menino ligou para o serviço de emergência. Mesmo nervoso, o garotinho conseguiu explicar à polícia o que estava acontecendo. "Tem uns caras que vão matar minha mãe e meu pai, vocês podem vir?", afirmou ao telefone.
Três minutos depois os policiais chegaram a casa. Só que os ladrões perceberam que o menino havia chamado a polícia e fugiram.
A policial que atendeu a ligação disse que nunca pensou que o telefonema fosse um trote. Ela afirmou que percebeu o medo da criança.
O menino afirmou que conseguiu ficar calmo durante o chamado porque lembrou que a mãe o ensinou a agir em casos de emergência.
Para vencer o marasmo nas vendas, uma loja de carros usados de São José dos Campos, a 91 km de São Paulo, decidiu fazer um agrado aos clientes. Quem compra um carro leva de brinde uma vaca. “Oito litros de leite por dia. Se a gente for fazer propaganda normal, IPVA, tanque cheio, vai ficar igual a todo mundo”, afirma o dono da loja, Charles Santana. Para quem não acredita que um carro vale uma vaca, é só ir até uma chácara que fica a cinco minutos da loja. Os animais esperam o novo dono, impulsionando as vendas de veículos. Ideia maluca? Se o cliente preferir, pode trocar o presente. “Já paguei também quatro horas de amor em um dos melhores motéis da região”, conta o dono da loja.
Vendas dobraram
A criatividade deu resultado. As vendas na loja dobraram em fevereiro. O comerciante Antônio Barreto curte o carro e já faz planos para o brindezinho que levou pra casa. “Eu precisava realmente comprar uma vaca para o churrasco da minha mãe, porque são 40 anos de casamento. Minha vaca está ali gordinha, só esperando chegar o dia 9”. “‘Tadinha’ da vaca”, diz o repórter. Antônio responde: “tadinho é de mim, que comprei o carro”, brinca.
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