Traficantes presos continuam dando ordens de ataques no Rio, aponta investigação
Secretário de Segurança do Rio confirmou ao R7 que ordem para ataques em favela da zona norte partiu de presídios; órgão do Ministério da Justiça desconhece informação
Escolha da sede do Pan-2015 é nesta sexta-feira, em Guadalajara
Bogotá, Lima e Toronto estão na disputa; e pelo visto estão acreditando em "agarrar os eleitores pelo estômago"
Desde o início da semana há representantes das três candidaturas promovendo almoços, jantares e encontros com os 42 membros da Odepa (pelo Brasil, vota Carlos Arthur Nuzman, presidente do COB, o Comitê Olímpico Brasileiro). Os canadenses querem apagar a imagem de "cidade perdedora", de quando foi pré-candidata olímpica em 1996 e 2008, mas também sabem que qualquer sinal de arrogância - ou "já-ganhou" - pode custar bem caro. Toronto teria a maioria de votos dos países do Caribe, enquanto Lima teria um eleitorado mais distribuído, incluindo Cuba. Toronto levou bolinhas de golfe que será esporte olímpico em 2016, como lembrancinha, mas também apelou para o estômago dos eleitores, como suas rivais. Em cafés da manhã, Toronto apresenta produtos típicos canadenses, do xarope de folhas de "maple" a rosquinhas a sorvetes. Os representantes do Peru, que apresentam a candidatura como "segura", vão de "pisco" (a forte aguardente de uva) nos encontros, enquanto Bogotá leva o símbolo do café colombiano - Juan Valdez (além da miss Colômbia, Michelle Rouillard Estrada).
Alan Garcia Perez, presidente do Peru, está sendo esperado nesta sexta-feira (6). O vice colombiano, Francisco Santos, já havia chegado no início da semana. O Canadá levou seu premier Dalton McGuinty.
PF prende cinco pessoas suspeitas de pedofilia no Sul do país
Operação foi realizada em Santa Catarina e no Paraná. Crimes eram registrados em imagens, que depois eram colocadas na web.
Representante de Zelaya diz que acordo com Micheletti fracassou em Honduras
Micheletti anunciou formação de governo de reconciliação. Presidente deposto não indicou representantes para equipe de unidade.
O presidente interino de Honduras, Roberto Micheletti, anunciou no início da madrugada desta sexta-feira (6), a formação de um governo de unidade e reconciliação, mesmo sem contar com o representante do presidente deposto do país, Manuel Zelaya. Um porta-voz de Zelaya disse que ele se negou a participar da nova equipe e anunciou que o acordo que busca uma solução para a crise política no país “fracassou”.
“Finalizamos a formação do governo de unidade e reconciliação dentro do prazo estabelecido pelo acordo Tegucigalpa-San José”, disse Micheletti em uma transmissão pela televisão e rádio a todo o país.
Manuel Zelaya foi deposto por um golpe de estado no dia 28 de junho e voltou ao país em 21 de setembro, de surpresa. Ele está até hoje abrigado na Embaixada do Brasil em Tegucigalpa. Os debates fracassaram até a chegada a Honduras do subsecretário para América Latina dos EUA, Thomas Shannon. Em 29 de outubro, os dois lados anunciaram um acordo, segundo o qual a restituição de Zelaya seria decidida pelo Congresso, como queria o governo deposto. O acordo incluia ainda a formação de um governo de unidade e reconciliação nacional.
Segundo Micheletti, a formação da nova equipe de unidade “é representativa do amplo aspecto ideológico e político” e “cumpre com o que diz o acordo”. Pouco antes, os ministros de Micheletti renunciaram a seus cargos. O presidente interino reconheceu que o governo de transição nomeado - ele não citou nomes - não tem nenhum representante de Zelaya, que não mandou proposta.
Micheletti disse que no começo da semana solicitou aos principais partidos políticos do país, aos candidatos presidenciais, a representantes da sociedade civil e de Manuel Zelaya, uma lista de pessoas que pudessem ocupar cargos neste novo governo. “Exceto o presidente deposto, os demais setores apresentaram suas recomendações”, afirmou.
'Fracasso’
Jorge Arturo Reina, representante do deposto Zelaya na comissão de verificação do acordo Tegucigalpa-San José, afirmou que o “acordo fracassou por descumprimento” de Micheletti. “Nossas armas são as idéias. Nossa luta é pacífica. Fracassa o acordo por descumprimento de Micheletti, por descumprir o prazo e não convocar o Congresso Nacional para restituir Zelaya ao poder”, disse aos jornalistas. A comissão de verificação do acordo ainda não se pronunciou sobre o novo impasse hondurenho.
Colecionador acha filme desconhecido de Chaplin em lata comprada por 3 libras
Objeto foi adquirido no eBay, site de comércio on-line. Proprietário tenta agora desvendar mistério em torno da produção.
De acordo com a reportagem do jornal inglês “Guardian”, Park recebeu o produto e durante um tempo nem se preocupou em abri-lo. Mas quando finalmente o fez, leu o título do filme: “Charles Chaplin em Zepped”. “Fui buscar informações na internet, mas para minha surpresa não encontrei nada”, afirmou.
O colecionador contou então com a ajuda de um amigo, John Dyer, que trabalhava no British Board of Film Classification. Os dois embarcaram em uma jornada para tentar descobrir o que exatamente era “Zepped” e por que ele é completamente desconhecido pelos historiadores e estudiosos de Chaplin.
O filme, com sete minutos de duração, começa com algumas tomadas de Chaplin para depois mostrar um zeppelin promovendo um ataque de bombas. Eles concluíram que o filme teria sido criado como uma propaganda durante a Primeira Guerra Mundial –e seria datado de 1915. Outra pista sobre a data e a origem do filme é a referência, nos primeiros frames, à empresa cinematográfica Essanay, que contratou Chaplin em dezembro de 1914.
Park e Dyer estão atualmente em Los Angeles, tentando descobrir mais detalhes sobre o filme. Na última segunda-feira (2), eles mostraram “Zepped” para Michael Pogorzelski, um historiador que faz parte da Academia. “É um achado extremamente interessante. Um filme desconhecido e não-catalogado de Charles Chaplin.”
Casal Nardoni deve ter material genético e sangue coletados nesta sexta-feira
Decisão é do juiz Maurício Fossen, do 2º Tribunal do Júri. Objetivo é comparar com sangue recolhido na época do crime.
Peritos do Instituto de Criminalística (IC) e do Instituto Médico-Legal (IML) devem recolher nesta sexta-feira (6) material genético do casal Nardoni. A decisão é do juiz Maurício Fossen, do 2º Tribunal do Júri de São Paulo. Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, acusados da morte de Isabella Nardoni, ocorrida em março do ano passado, devem ter material recolhido para ser examinado e integrar o processo criminal.
De acordo com a decisão do juiz, caso eles se recusem a fornecer sangue, foi determinado que os peritos recolham duas amostras de material genético, como mucosa da parte interna da boca ou bulbo capilar. Anna Carolina e Alexandre estão em presídios de Tremembé, a 147 km de São Paulo. A Justiça garantiu o acesso da defesa do casal tanto à coleta quanto à realização do exame em laboratório. O material será comparado com amostras de sangue recolhidas à época do crime – que seriam do próprio casal - e preservadas pelos institutos.
De acordo com o advogado Roberto Podval, o pedido para realização do exame partiu da defesa. Os advogados do casal Nardoni querem verificar a origem do sangue depositado no IC. Podval esclareceu, entretanto, que não quer que sejam retiradas amostras de sangue de seus clientes. Ele prefere que seja retirado material genético da mucosa da boca ou do cabelo. Auxiliares de Podval vão acompanhar a coleta do material.
O casal alega que não cedeu sangue para a perícia na época do crime, segundo seus advogados. O Ministério Público afirma o contrário: que sangue foi recolhido deles.
O promotor do caso, Francisco Cembranelli, explicou que o material coletado nesta sexta-feira será confrontado com as amostras que seriam de sangue do casal, armazenadas pelos órgãos públicos desde a morte da menina. “Ele [juiz] determinou que fosse colhido o material para que fosse comparado com as amostras de sangue que o casal disse nunca ter fornecido”, afirmou Cembranelli. Segundo o promotor, não há relação entre as amostras do casal com o sangue encontrado no apartamento. “Eu nunca disse que o sangue encontrado no apartamento era de qualquer um deles. O sangue do apartamento é todo da menina”, afirmou Cembranelli. O sangue que teria sido recolhido na época do crime foi usado, de acordo com o promotor, para exames toxicológicos e uma comparação genética.
Em maio deste ano, o juiz havia determinado a preservação dos materiais genéticos arquivados no IC e no IML para “assim permitir a realização de futuras diligências para comprovar suas origens, no futuro, se necessário”.
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