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BRASIL / MUNDO

Adriano fez discurso que motivou o time contra o Atlético-MG

Toró diz que ficou emocionado com as palavras do Imperador, e Pet elogia união rubro-negra

Ninguém discute que Adriano é uma das principais referências do Flamengo. Mas sua importância para o time não acontece apenas por conta dos gols, pela sua força física ou presença de área. A liderança do atacante é notória e pôde ser demonstrada mais uma vez contra o Atlético-MG, no último domingo, no Mineirão. Além do gol que marcou (assista ao vídeo), o atacante fez um discurso cativante ainda no vestiário, antes do jogo. O Imperador conseguiu ser tão eficiente com as palavras como costuma ser com a bola nos pés. Ao deixar o Mineirão, Toró revelou ao GLOBOESPORTE.COM que não só ele, mas todo o grupo se sensibilizou com a motivação do centroavante. - Antes do jogo, Adriano pediu a palavra no vestiário e fez um discurso emocionante, que mexeu com todo mundo. Ele falou muita coisa legal... Entre outras coisas, disse que cada um sabe o que faz da vida, que é preciso ter responsabilidade e que ele não se transformou no Imperador da noite para o dia. Que ele fez por merecer para conseguir essa posição. E é assim que tem de ser com todo mundo. Somos um grupo – disse Toró. Quem também chamou a atenção para a união entre os jogadores foi Petkovic. O sérvio disse que poucas vezes viu um clima tão positivo e profissional na carreira.

- O ambiente é ótimo. É um dos melhores que eu já trabalhei em toda minha carreira. Todo mundo se ajuda – afirmou Petkovic.

Em 11 anos, Rio registra 10 mil mortos em confrontos

Policiais são estimulados a matar por meio da “gratificação faroeste”

O número oficial de mortos em confrontos com policiais passou de 10 mil no Estado do Rio de Janeiro. De janeiro de 1998 a setembro deste ano, último dado disponível, policiais civis e militares mataram 10.216 pessoas no Estado. A média é de 2,4 mortos por dia. O fato ocorreu em julho, 11 anos e sete meses depois da inclusão dos "autos de resistência" nas estatísticas divulgadas pela Secretaria de Segurança.

Criado durante a ditadura, o registro policial de "resistência com morte do opositor - auto de resistência" só começou a ser divulgado no último ano do governo Marcello Alencar (PSDB). No início de seu mandato, em 1995, Alencar criou, por decreto, uma premiação em dinheiro para policiais por atos "de bravura". A medida, conhecida como "gratificação faroeste", estimulou mortes em supostos confrontos, apontou o estudo Letalidade da Ação Policial no Rio, do Iser (Instituto de Estudos da Religião).

A pesquisa mostrou que, desde a entrada em vigor da política de premiações, o número de mortos em ações policiais dobrou na capital fluminense, passando de 16 para 32 por mês, e o índice de letalidade subiu de 1,7 para 3,5 mortos por ferido.

O estudo teve grande repercussão e isso forçou o governo a divulgar regularmente estatísticas sobre mortes em alegados confrontos, a partir de 1998. Em junho daquele ano, a Assembleia Legislativa suspendeu a "gratificação faroeste". Mas, os policiais promovidos ou premiados continuam recebendo os benefícios. O advogado Luiz Paulo Viveiros de Castro, que representou 600 policiais na Justiça, estima que cerca de cinco mil tenham sido gratificados, com aumentos de até 150% no salário.

O histórico disponível no ISP (Instituto de Segurança Pública) mostra que a média de mortos em alegados confrontos pulou de 1 por dia no último ano de Alencar para 3,3 por dia na gestão Sérgio Cabral (PMDB). O atual governador do Rio é o campeão de autos de resistência: em 2007, foi registrado o maior número absoluto (1.330) e a maior taxa por 100 mil habitantes (8,2). Em junho daquele ano, operação policial no Complexo do Alemão resultou na morte de 19 pessoas.

Procurada, a Secretaria de Segurança divulgou uma nota:

"A solução é de médio e longo prazo, com a retomada de territórios com as UPPs (Unidades de Policiamento Pacificadoras) e o melhor controle sobre as armas que chegam ao Estado. A secretaria não abre mão de reprimir os traficantes. Os autos refletem uma antiga realidade do Estado e há pelo menos sete anos são elevados. Temos facções usando fuzis, armas de alta letalidade, que enfrentam a legalidade custe o que custar, inclusive arriscando a vida. A polícia é obrigada a agir neste contexto."

Apesar de São Paulo ter população 2,5 vezes maior do que a do Rio, o número de pessoas mortas pela polícia em território paulista é 40% menor do que na área fluminense. Entre 1998 e setembro de 2009, 6.195 pessoas não sobreviveram em supostos confrontos com homens das corporações Civil e Militar de São Paulo, frente as mais de 10 mil vítimas dos chamados auto de resistências no Estado do Rio.

Advogados de estudante que foi hostilizada por usar vestido curto querem que polícia investigue o caso

Após ser insultada, a Uniban decidiu expulsar Geisy Arruda por comportamento inadequado

Os advogados da estudante Geisy Arruda vão pedir que a polícia investigue a atitude dos universitários da Uniban que insultaram a jovem por ela usar um vestido curto em sala de aula. Às 9h40 desta segunda-feira (9), dois defensores estavam a caminho da Delegacia da Mulher de São Bernardo do Campo, no ABC paulista, para registrar a queixa.

No dia 22 de outubro, Geisy teve que chamar a polícia para conseguir sair da universidade onde estudava, também em São Bernardo do Campo. Ela foi à aula com um vestido curto e provocou uma reação violenta nos estudantes que a insultaram e a encurralaram dentro da sala. No sábado (7), depois de abrir uma sindicância interna para apurar o fato, a Uniban decidiu expulsar Geisy. A universidade alegou que a estudante usava trajes inadequados, indicando "uma postura incompatível com o ambiente da universidade e [que], apesar de alertada, não modificou seu comportamento". O comunicado foi publicado nos principais jornais do país.

A decisão surpreendeu o advogado da jovem, Nehemias Domingos de Melo. Ele afirmou que havia uma acordo com a Uniban para que Geisy voltasse a estudar nesta segunda-feira e que teria segurança para evitar novos problemas.

- Essa expulsão vai contra uma série de procedimentos que foram acordados. Geisy afirmou que ainda não está acreditando. Ela ficou sabendo da expulsão por jornalistas. Ela disse que esperava, no mínimo, que alguém fosse responsabilizado pelos insultos.

Movimentos sociais programaram para tarde desta segunda-feira, uma manifestação em frente à Uniban, em São Bernardo do Campo. O protesto é contra a expulsão da estudante.

'Homenzinho do semáforo' e 'hot dog socialista' são herança do tempo do muro

Figura de sinal de pedestres da Alemanha Oriental usa chapéu. Sanduíche impede a queda indesejada do ketchup.

A Alemanha Oriental não existe mais, mas pelo menos uma de suas criações conseguiu sobreviver contando com ampla simpatia da população e, mais do que isso, logrou se espalhar pelo "território capitalista" ocidental. Trata-se do "Ampelmännchen" ou "homenzinho do semáforo", como é conhecida a figura adotada pelo governo socialista nos sinais para pedestres.
A presença do homenzinho de chapéu nas ruas da Alemanha esteve ameaçada após a queda do Muro de Berlim, já que o governo queria padronizar a sinalização de acordo com os semáforos que havia do lado ocidental, similares aos do Brasil. Mas, graças à oposição popular, o personagem foi salvo e continua piscando em muitas esquinas da cidade até hoje, quando o país celebra os 20 anos da queda do muro

Outro ícone do estilo de vida alemão oriental que ainda pode ser encontrado pelas ruas de Berlim é a 'Ketwurst' (união das palavras ketchup com salsicha em alemão), um tipo de cachorro quente desenvolvido nos anos 1970 por funcionários do regime encarregados de racionalizar os serviços gastronômicos do Estado.

Trata-se de uma salsicha que é mergulhada em ketchup e depois enfiada num pão que, em vez de ser cortado na lateral, é apenas perfurado com uma ponta de metal. Desta forma, além do preparo rápido, a ketwurst tem a vantagem de não respingar molho em quem a consome. Atualmente, a variante "socialista" do hot dog é encontrada em um ou outro quiosque da cidade.

Justiça condena alunos a pagar R$ 10 mil por hostilizar professora no Orkut

Estudantes recorreram e aguardam decisão do Tribunal de Justiça. Mas eles já tiveram de cumprir medidas socioeducativas em SP.

Viúva e mãe de dois filhos, uma professora de escola particular de classe média, localizada na Zona Leste de São Paulo, tenta obter na Justiça indenização contra três estudantes que, em 2005, criaram uma comunidade no Orkut para hostilizá-la.

Os adolescentes foram obrigados pela Justiça a cumprir medidas socioeducativas, e seus pais foram condenados em primeira instância a pagar indenização de R$ 10 mil, mas recorreram. O Tribunal de Justiça ainda não se manifestou. Sobre a indenização pesam correção monetária e juros de até 1% ao mês.

"Eu sou uma professora chata, um pouco rígida, e não admitia o uso de MP3. Um dos autores da comunidade me desafiava, havia uma desavença", diz a professora. Ela conta que a comunidade intitulada "eu odeio a professora..." fazia um trocadilho com seu nome, transformando-o em um adjetivo negativo. Mensagens eróticas e termos chulos enviadas por alunos atrelavam o rigor da profissional em sala de aula à sua condição de viúva, "sem marido". "Foi terrível. Estudantes e professores de outros colégios vizinhos ficaram sabendo. Eu passava na rua e diziam: 'é aquela', 'é aquela'", afirmou. A chateação também alcançou a filha da professora, que estudava no mesmo colégio e foi alvo de brincadeiras e ameaças. A professora conta que foi avisada por uma aluna que o nome dela havia sido colocado em uma comunidade na internet. A filha dela, também adolescente, fez uma pesquisa e descobriu a comunidade. Ela imprimiu as páginas e avisou a direção da escola que imediatamente chamou todos para uma reunião e pediu explicações e desculpas. Na mesma tarde, a comunidade foi tirada do ar.

Desculpas

Segundo a professora, 16 estudantes que apareceram como membros da comunidade pediram desculpas e três deles mantiveram a postura anterior. "Quando foram convocados, esses três deram risada e disseram que o assunto ocorreu fora da escola e deveria ser resolvido fora da escola. Diante disso, a própria escola me orientou a processá-los. Fiz um boletim de ocorrência e entrei com a ação. Quando foram intimados, os alunos pediram desculpas e mandaram cartas", diz a professora.

De acordo com o advogado da vítima, José Borges de Morais Júnior, uma tentativa de conciliação terminou frustrada. O advogado pediu o pagamento de indenização de R$ 6 mil, mas os pais dos alunos fizeram uma contraproposta de R$ 1 mil. Como a conciliação não prosperou, a Justiça deu a sentença de R$ 10 mil. Para a professora, os valores envolvidos são o que menos importa. "Como ocorre com a maioria dos brasileiros,a pessoa só se incomoda quando dói no bolso. O interesse maior é que eles sintam que eles têm direitos, mas também têm deveres. Tem de existir respeito com o outro" afirmou. A professora manteve o emprego. Um dos estudantes formou-se no mesmo ano e outros dois pediram transferência. Segundo a professora, duas mães dos processados mantiveram silêncio, mas uma terceira chegou a dizer que ela, professora, estava agindo com exagero. Educadora há 25 anos, ela afirma que fenômenos como esse ocorrem porque a família está transferindo a responsabilidade de educar para a escola. "Os pais têm medo de educar e perder o filho. Existe muita liberdade e pouca responsabilidade", afirmou. O advogado dos três adolescentes, Zacarias Romeu de Lima, disse ao G1 que a defesa mantém a argumentação de que a criação da comunidade pelos alunos foi uma reação à atitude da professora em sala de aula. "A ação dela desencadeou uma reação dos alunos", afirmou. Ainda de acordo com ele, os adolescentes se arrependeram e cumpriram medidas socioeducativas. "Foram atitudes impensadas, de alguém que está em fase de formação, tanto que houve arrependimento deles. O importante é que se arrependeram e cumpriram a medida indicada pelo juiz da Vara da Infância e da Juventude. Eles nunca imaginavam que poderia chegar a essa fase", afirmou.

Expectativa é grande pela chegada de Madonna ao Rio

Cantora deve desembarcar ainda nesta segunda na cidade. Ela tem uma reunião marcada com o vocalista do grupo AfroReggae.

Desde cedo, é grande a movimentação de jornalistas na porta do Hotel Fasano, em Ipanema, na Zona Sul do Rio, onde é aguardada a chegada da cantora Madonna nesta segunda-feira (9). De acordo com a assessoria do grupo AfroReggae, a cantora tem uma reunião agendada para as 16h30 com o vocalista do grupo, Anderson Sá. O local do encontro não foi divulgado.

Há também a possibilidade de Madonna visitar a Favela Vigário Geral. Foi nessa comunidade carioca que nasceu a ONG, que leva diversas manifestações artísticas para a população carente.

A visita da cantora, que namora o modelo brasileiro Jesus Luz, tem como objetivo promover uma série de ações sociais em favelas da cidade, informa uma ONG.

A iniciativa partiu da própria rainha do pop, que entrou em contato com o AfroReggae. O coordenador da ONG, José Júnior, disse que também pretende levar Madonna para uma visita ao Conjunto de Favelas do Alemão, uma das áreas mais pobres da cidade.

Segundo Júnior, a cantora americana soube do AfroReggae por meio do documentário "Favela Rising". O filme conta a história de Anderson Sá, que quando criança trabalhou para o tráfico e refez a vida ao conhecer a música.

O grupo também informou que estuda a possibilidade de um documentário sobre a vida nas favelas cariocas com apoio da própria Madonna, do Channel Four e a "BBC" de Londres.

A imprensa brasileira, por sua vez, destacou a possibilidade de a cantora se encontrar com a primeira-dama do Brasil, Marisa Letícia Lula da Silva, com autoridades do estado do Rio e com alguns empresários cariocas, entre eles Eike Batista.

Outras fontes dizem que também está sendo negociada uma entrevista com a ministra Dilma Rousseff, que provavelmente será lançada como candidata à Presidência pelo presidente Lula.

Salva pela mãe quando bebê, índia do AM faz mestrado na mesma escola de Obama

Linda Vargas se encontrou com o presidente dos EUA em junho deste ano. Ela foi convidada a estudar nos Estados Unidos em 2010.

A índia Lindomar da Silva Vargas, 34 anos, da tribo marubo, recebeu um convite para fazer mestrado na Trachetenberg School Policy and Public Administration, da George Washington University. Ela será a primeira índia a participar do programa mundial que forma líderes políticos, intitulado Alumi Small Grants Announcement, na mesma universidade por onde já passaram Barack Obama, Bill Clinton e Fernando Henrique Cardoso.

Ela está no penúltimo período do curso de administração pública na Universidade do Estado do Amazonas (UEA). Linda, como é conhecida, foi beneficiada com as cotas destinadas aos povos indígenas no estado. Em junho deste ano, ela já esteve nos Estados Unidos, a convite do governo norte-americano, para falar sobre política indígena no Amazonas.

"Quero primeiro pensar na minha conclusão de curso. De qualquer forma, acredito que seja um passo importante para fazer com que minha possível passagem pelos Estados Unidos, estudando em um local de formação de líderes políticos mundiais, possa refletir em benefícios para o povo de minha tribo. Esse seria meu maior sonho", disse Linda.

Ela lembrou do encontro de meia hora que teve com Barack Obama, em junho deste ano. "Vários representantes indígenas do mundo todo estiveram presentes. A conversa foi muito rápida e suficiente apenas para me identificar e falar um pouco sobre meu povo", afirmou a índia marubo.

Ameaçada de morte

Linda nasceu em Atalaia do Norte (AM), na tribo marubo. "Vivi na cabeceira do Rio Curuçá, no Vale do Javari, até meus 9 anos, quando descobri que só estava viva por causa de minha mãe." Ela revelou que, por tradição da cultura marubo, o primeiro filho de um casal indígena deveria nascer homem e herdar os dons curativos do pai. "Nasci mulher e não receberia esse dom. Meu pai quis me matar, mas minha mãe lutou pela minha vida."

Ao saber do desejo de seu pai em matá-la quando ainda era bebê, Linda disse que ficou revoltada, mas que a dor maior veio dias depois, ao descobrir que o pai, na condição de dexá-la viver, a prometeu em casamento a um índio da tribo. "Soube que não poderia escolher com quem casar e me revoltei ainda mais. Não conseguia entender por que teria de casar com um índio que já tinha três mulheres. Eu seria a quarta esposa", disse ela.

Decidida, Linda disse ao G1 que, apesar dos 9 anos de idade, entrou na Floresta Amazônica e fugiu da tribo. "Entrei em uma picada, que nem sabia para onde me levaria. Corri muito, mas os índios descobriram que eu tinha fugido e, como andam muito rápido no meio da selva, conseguiram me capturar e levar de volta para a tribo. Meu pai me prometeu uma grande festa de casamento, mas não quis."

Iniciação escolar

Um missionário religioso que atuava na região da tribo marubo intercedeu e a levou para estudar em um colégio de freiras em Cruzeiro do Norte (AC). "Terminei o que hoje seria o Ensino Fundamental, e quase virei freira. Como não queria a vida religiosa, saí da escola após a conclusão dos estudos. Em seguida, conheci um coronel do Exército, com quem me casei. Me separei aos 20 anos ao descobrir que ele queria virar índio e ter mais de uma mulher", brincou Linda.

Ela se mudou para Porto Velho, onde terminou o Ensino Médio e conheceu o pai de seus filhos, Andreza, de 12 anos, e Marlon, de 11 anos. "Minha família me descobriu novamente e pediu para me buscar. Depois de tanto tempo, eles já tinham evoluído e eu também tinha amadurecido. Conversamos, mas decidi ir para Manaus."

Rumo aos Estados Unidos

Linda disse que entrou na Universidade do Estado do Amazonas em 2006 por meio do sistema de cotas e pretende concluir o curso de administração pública em 2010. "Eu aceitei a bolsa de mestrado, mas tem um pequeno detalhe que precisa ser negociado. Tenho dois filhos e não falo inglês perfeitamente."

Enquanto se prepara para aprimorar o conhecimento da língua inglesa, Linda assumiu o cargo de chefe do departamento de Orçamento e Finanças da Secretaria de Estado para os Povos Indígenas (Seind). Ela controla um orçamento de R$ 3 milhões, em 2009, mas que pode alcançar R$ 10 milhões em 2010, segundo o secretário Jecinaldo Sateré, titular da pasta.

Furacão Ida perde força e é rebaixado à categoria 1

Fenômeno havia chegado à categoria 2 de intensidade. Em El Salvador, passagem deixou pelo menos 124 mortos.

O furacão Ida foi rebaixado para a categoria 1, com ventos máximos sustentados de 145 quilômetros por hora, enquanto ia na direção do Golfo do México, informou o Centro Nacional de Furacões dos Estados Unidos.

O furacão, que chegou na noite deste domingo (8), às águas do sudeste do Golfo do México, havia aumentado à categoria 2 de intensidade na escala Saffir-Simpson, que possui cinco níveis.

Com a aproximação, o centro emitiu estado de alerta para a costa Sul dos Estados Unidos, desde o estado de Louisiana até o sudoeste da Flórida. O governo de Louisiana declarou estado de emergência para mobilizar recursos e preparar-se para a chegada do furacão.

Com ventos de até 165 quilômetros por hora, o Ida deixou para trás a península mexicana de Yucatán e o sinal de atenção para a região foi cancelado. O centro do Ida estava situado, às 22h, a 225 quilômetros a noroeste de Cuba e a 720 quilômetros do estado do delta de Mississipi.

Mortes em El Salvador

Subiu para ao menos 124 o número de mortos em inundações, transbordamentos de rios e deslizamentos de terra em El Salvador após a passagem do furacão Ida, informou neste domingo (8) o governo daquele país. Equipes de resgate ainda procuram sobreviventes.

Além dos resquícios da passagem do furacão, um sistema de baixa pressão que se encontra sobre a costa do Pacífico também foi responsável pelos danos. O número de vítimas em El Salvador poderá aumentar, disse o Ministério do Interior, já que os agentes do resgate se dirigiam às regiões mais atingidas. Pelo menos três rios principais em regiões diferentes do país transbordaram. O governo declarou estado de emergência em cinco departamentos do país.

Turistas

Ainda não havia planos para retirar turistas do famoso balneário de Cancún, no estado mexicano de Quintana Too, mas moradores de zonas mais baixas estavam sendo levados a albergues.

O fenômeno natural se converteu em furacão pela primeira vez na quinta-feira, na costa da Nicarágua, no Mar do Caribe, mas perdeu força sobre o continente em seguida. No sábado, o Ida voltou a se intensificar quando voltar ao mar.

Prova Brasil começa nesta segunda

Resultados devem fazer parte de índice de desenvolvimento da educação. Exame acontece até o próximo dia 27.

A Prova Brasil começa nesta segunda-feira (9), nas escolas públicas de todo o país. Todas as unidades com mais de 20 alunos participam do exame, que vai até o próximo dia 27.

Os resultados da prova vão fazer parte do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica. Os estudantes da quarta e da oitava série do ensino fundamental e do terceiro ano do ensino médico serão avaliados em português e matemática.

Os alunos da rede privada também participam da prova, mas em forma de amostra.

Segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), responsável pela realização do exame, os resultados devem sair no primeiro semestre de 2010. As escolas participantes receberão um boletim de desempenho individual e materiais com informações adicionais.

Índice de desenvolvimento

Criada em 2005, a Prova Brasil será realizada pela terceira vez neste ano. Ela serve para definir o índice de desenvolvimento da educação básica (Ideb) por escola, por município, por estado e nacional.

Em 2005, a média nacional do Ideb foi de 3,8 pontos, numa escala até dez. Em 2007, subiu para 4,2 pontos. A meta do Brasil é alcançar seis pontos em 2022, índice equivalente ao de países desenvolvidos.

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1 comentários:

  1. gostaria de conhecer o imbecil que montou o esquema de transito de rio das ostras.
    esta besta não tem pena de nós motoristas?

    Paulo Cesar
    São Gonçalo RJ

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