Uma semana após acidente do voo 447, quatro incidentes assustam passageiros
Aeronaves tiveram que fazer pousos forçados em diferentes países. Apesar dos sustos, incidentes não deixaram vítimas.
Uma semana após o acidente com o voo AF 447, que caiu no Oceano Atlântico com 228 pessoas a bordo, pelo menos quatro incidentes assustaram passageiros de aviões de grande porte no mundo. As aeronaves tiveram que fazer pousos de emergência na Espanha, no Canadá, em Guam e na Rússia, mas os incidentes não deixaram vítimas.
Um Airbus A330-200 da companhia aérea australiana Jetstar, que voava do Japão à Austrália, realizou um pouso de emergência na ilha de Guam, no oceano Pacífico, após um princípio de incêndio na cabine, informaram nesta quinta-feira (11) responsáveis da empresa. O pouso ocorreu sem problemas e nenhuma das 203 pessoas a bordo sofreu ferimento. O Airbus A330-200 havia decolado de Osaka, no oeste do Japão, e seguia para Gold Coast, 50 km ao sul de Brisbane, no leste da Austrália. O vidro direito da cabine de comando se incendiou, após cerca de 4 horas de voo, forçando ao pouso de emergência. "Um dos nossos pilotos usou um extintor e conduzimos um pouso de emergência em Guam onde a aeronave pousou sem incidentes", disse o porta-voz da Jetstar, Simon Westaway, a uma rádio australiana. A aeronave pousou na ilha nas primeiras horas de quinta-feira no horário australiano, de acordo com a Jetstar. A aeronave tem apenas dois anos de uso e permanecerá em Guam até que a causa do incêndio seja esclarecida, disse a Jetstar. O avião é do mesmo modelo do aparelho da Air France que caiu no Atlântico quando voava do Rio para Paris, com 228 pessoas a bordo.
Espanha
Um avião Airbus da companhia aérea Iberworld fez um pouso de emergência no aeroporto de Gran Canária na quarta-feira (10) devido a um problema em um dos motores, poucos minutos após decolar com destino a Oslo, informou uma porta-voz da autoridade aeroportuária do arquipélago espanhol. O voo 6201, que havia decolado às 4h50 (horário de Brasília), aterrissou sem problemas 10 minutos depois, disse a porta-voz, acrescentando que não foi preciso a intervenção dos bombeiros, apesar de o protocolo de emergência ter sido acionado. O pouso do Airbus A320 ocorreu com normalidade e nenhum dos passageiros ficou ferido, disse a porta-voz, que não soube informar o número de passageiros a bordo do avião. A companhia fretou outro avião para fazer o voo até Oslo.
Canadá
Um avião da American Airlines com 210 pessoas a bordo realizou um pouso de emergência na noite de terça-feira (9) em Halifax, no leste do Canadá, após um incêndio em um banheiro da aeronave, informaram fontes aeronáuticas. O aparelho pousou sem problemas e ninguém ficou ferido, disse Peter Spurway, porta-voz do aeroporto de Halifax. O voo 64 da American Airlines seguia do aeroporto JFK, de Nova York, para Zurique, na Suíça. O incêndio foi provocado por um problema no motor do ventilador de um dos banheiros, informou o porta-voz. No quarto incidente desta semana, segundo a BBC, um Airbus A320 da empresa russa Aeroflot fez um pouso forçado em Novosibirsk, na Sibéria, com 122 pessoas a bordo, por causa de uma rachadura no para-brisas. O avião voava entre Irkustk, no centro-leste do país, e Moscou.
Doze corpos de vítimas do voo 447 chegam a Fernando de Noronha
Corpos foram levados para terra firme por um helicóptero militar. Peritos iniciaram imediatamente o trabalho de reconhecimento.
Mais 12 corpos de vítimas do voo 447 chegaram a Fernando de Noronha na manhã desta quinta-feira (11).
Os corpos estavam na fragata Bosisio e foram levados para terra firme por um helicóptero militar. Peritos iniciam imediatamente o trabalho de reconhecimento dos corpos. Outros 13 corpos ainda serão levados da fragata para Noronha nesta quinta. O número total de vítimas resgatadas é de 41.
A identificação dos 16 corpos que chegaram ao Instituto Médico Legal (IML) do Recife na noite de quarta-feira (10) deve começar só no começo da tarde desta quinta-feira (11). O motivo, de acordo com instituto, é que esses corpos precisam ser descongelados, o que leva em torno de 12 horas. Sem isso, não é possível fazer os exames.
A equipe da perícia é formada por 40 profissionais, entre eles um francês e 20 pernambucanos, que vão trabalhar na identificação desses corpos para não haver prejuízo para a população pernambucana de um modo geral.
O atendimento das vítimas do acidente aéreo será feito de maneira descentralizada, tanto no centro do Recife como em bairros mais afastados.
Foi montado um esquema especial de segurança para a chegada dos 16 corpos ao Recife e envolveu as polícias Civil, Militar, Federal e começou ainda no arquipélago de Fernando de Noronha por volta das 21h de quarta. O avião pousou na base aérea do Recife uma hora depois e esses corpos foram colocados em carros e trazidos para o IML no Recife.
OMS convoca comitê e pode declarar pandemia da nova gripe
Reunião do comitê de emergência acontece em Genebra. OMS reconheceu que a declaração de uma pandemia é iminente.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) convocou para manhã desta quinta-feira (horário de Brasília) uma reunião, por teleconferência, de seu comitê de emergência, que poderá recomendar à diretora-geral do organismo, Margaret Chan, a declaração de uma pandemia da nova gripe. Na quarta-feira, a diretora-geral da OMS conversou com os ministros de saúde dos países mais afetados pelo vírus. Segundo a porta-voz da OMS, Fadela Chaib, Chan consultou "os ministros dos sete ou oito países mais afetados". A OMS reconheceu nesta semana que a declaração de uma pandemia é iminente, e disse que ainda não ocorreu porque é preciso preparar o mundo para que entenda esse passo corretamente. "O vírus continua se estendendo pelo mundo, e a atividade do mesmo está aumentando em diferentes países. Estamos cada vez mais perto de uma situação pandêmica, mas a OMS está trabalhando duro para preparar os países e as pessoas", disse o diretor-geral adjunto, Keiji Fukuda.
"Queremos que seja muito bem entendida a mensagem se declaramos a fase 6 de pandemia, isso significa que o vírus se estende e que há contágios estáveis em comunidades em países de várias regiões", assinalou Fukuda.
Porém ele esclareceu que "isso não significa que o vírus tenha se tornado mais grave, que a doença seja mais séria e que a taxa de mortalidade tenha aumentado". Até agora, um total de 26.563 casos foram comunicados à OMS por parte de 73 países, com 140 mortes.
Terra pode vir a colidir com outro planeta no futuro, alerta simulação
Dupla usou supercomputador para simular futuro do Sistema Solar. Chance de 'bagunça' é de 1% nos próximos 5 bilhões de anos.
A conclusão do estudo é de lascar. Ou melhor, de Jacques Laskar, astrônomo do Observatório de Paris. Ele e Mickael Gastineau realizaram uma ambiciosa simulação de computador para mostrar o destino dos planetas do Sistema Solar ao longo dos próximos 5 bilhões de anos -- tempo de vida estimado do Sol antes de se tornar uma gigante vermelha. E o resultado é que existe 1% de probabilidade de que ocorra uma bagunça grande entre os chamados planetas terrestres: Mercúrio, Vênus, Terra e Marte. Em muitas dessas simulações catastróficas, a Terra se dá muito mal.
Os pesquisadores fizeram 2.501 simulações do futuro do Sistema Solar. Como a dinâmica gravitacional entre os diversos corpos é muito complexa, fazer um cálculo sobre o que vai acontecer nos próximos 5 bilhões de anos é extremamente difícil. Somente com aproximações e integrações, feitas por supercomputadores, é possível chegar a alguma conclusão. No caso, a dupla usou o supercomputador JADE, do Centro de Computação Nacional Francês (Cines). Os resultados, na verdade, foram animadores. Na imensa maioria das circunstâncias, todos os planetas seguirão girando obedientemente em órbitas muito similares às atuais, até o Sol atingir o seu triste fim. Entretanto, em cerca de 1% das simulações, um fato desagradável aconteceu: uma interação específica entre Júpiter e Mercúrio fez com que o pequenino planeta, o mais próximo do Sol, adotasse uma órbita altamente achatada. E, quando isso acontecia, a chance de bagunça generalizada entre os planetas terrestres aumentava muito. Quando o resultado imediato desse achatamento era uma colisão entre Mercúrio e o Sol, ou Mercúrio e Vênus, o problema ficava contido por ali. Mas, se por acaso essa órbita achatada durasse tempo suficiente, podia levar a colisão de Vênus ou Marte com a Terra! Várias simulações desse evento mostraram problemas para o nosso planeta. Numa delas, por exemplo, o achatamento acentuado da órbita de Mercúrio resultava numa interação entre os planetas que levava Marte, em 3,4 bilhões de anos, a ficar a apenas 794 km da Terra -- distância que, ainda que não destruísse o planeta, seria suficiente para devastá-lo, pelo efeito de maré violento resultante do encontro celeste. Em versões alternativas, Marte chegou a colidir com a Terra, ou até mesmo ser completamente ejetado do Sistema Solar. Os únicos planetas a ficarem impassíveis diante da bagunça eram os gigantes -- Júpiter, Saturno, Urano e Netuno. Esses têm 100% de segurança pelos próximos 5 bilhões de anos. Os outros quatro terão de se contentar com 99%. Uma boa notícia Para os cientistas, o resultado na verdade se traduz de forma positiva. Simulações mais antigas, que não levavam em conta a teoria da relatividade geral de Einstein na hora de calcular as órbitas, levavam a muito mais instabilidade. "Sem a relatividade geral, mais de 50% das simulações apresentam instabilidades", disse ao G1 Jacques Laskar. "Com a relatividade, só 1% das órbitas ficam altamente instáveis." Os resultados também foram encarados de forma otimista por Gregory Laughlin, astrônomo da Universidade da Califórnia em Santa Cruz que comentou o estudo para o periódico científico "Nature". "Em meio a uma aparentemente infinita torrente de notícias econômicas e ambientais ruins, um despacho do campo da dinâmica celeste soa definitivamente alegre", escreveu. "O trabalho mostra que as órbitas dos planetas terrestres têm 99% de chance de manter seu ritmo de relógio bem ordenado atual pelos 5 bilhões de anos que restam antes que o Sol evolua para uma gigante vermelha e engula todo o Sistema Solar interior."
Justiça Federal do Rio vai decidir caso Sean nos próximos dias
TRF vai analisar medida cautelar apresentada por família brasileira. Sentença deu 48 horas para menino ser entregue ao consulado dos EUA.
A batalha entre a família brasileira do menino Sean Goldman, de nove anos, e o pai biológico, o americano David Goldman, será decidida no Rio nos próximos dias, segundo informou um funcionário do Tribunal Regional Federal da 2ª Região.
O TRF-2 vai julgar a medida cautelar da família brasileira, em que é pedida a suspensão dos efeitos da sentença até o julgamento do mérito. Na prática, se o pedido for aceito pelo Tribunal, Sean ficará no Brasil até a última discussão do caso. Porém, se não for aceita, valerá a sentença do juiz da primeira instância, e o menino deverá ser entregue em 48 horas ao consulado dos Estados Unidos.
Como foi a suspensão provisória
Segundo o TRF, depois que o juiz 16ª Vara Federal sentenciou, na primeira instância, que o menino voltasse para os EUA, o advogado da família brasileira entrou com um mandado de segurança com um pedido de liminar para conseguir recorrer da sentença. A liminar foi concedida e a família entrou com a medida cautelar. Na decisão do dia 1º de junho, o juiz determinou que o menino Sean Goldman fosse devolvido ao pai biológico num prazo de 48 horas, segundo informou o advogado da família brasileira.
O juiz determinou ainda que o menino cumpriria um período de transição ao chegar nos Estados Unidos. Nos primeiros quinze dias, passaria o dia com o pai americano e, à noite, ficaria com a família brasileira. Do décimo sexto ao fim do primeiro mês, Sean passaria a dormir com o pai e a receber visitas diárias de quatro horas da família materna.
A partir daí, a guarda definitiva seria do pai e a família materna deverira pleitear à Justiça americana um regime de visitas.
No dia 2 de junho, o Supremo Tribunal Federal suspendeu a decisão da Justiça Federal que determinava a volta de Sean. O Partido Progressista (PP) pediu no STF a permanência do menino no Brasil. O partido alegou que a decisão da Justiça Federal configura lesão ao preceito fundamental de proteção à criança. O PP cita a Convenção de Haia, que, segundo o partido, recomenda que seja levado em consideração aspectos psicológicos da criança envolvida. O partido defende que a opinião de Sean seja considerada na decisão judicial, assim como análises de psicólogos.
Já a Advocacia-Geral da União (AGU), que enviou ofício ao STF, pedindo para ser ouvida no julgamento, alega que a mesma convenção, da qual o Brasil é signatário, prevê que em casos semelhantes ao de Sean, a criança deve ser devolvida ao país de origem para que a Justiça desse local decida sobre a guarda.
Nesta quarta-feira, o Supremo Tribunal Federal (STF) arquivou o processo movido pelo PP, deixando a decisão sobre o futuro do menino nas mãos do TRF.
Em plenário, os ministros revogaram a decisão liminar (provisória) do ministro Marco Aurélio Mello.
Sean veio dos EUA com a mãe, a empresária Bruna Bianchi, há cinco anos, sem autorização do pai, que, desde então, briga na Justiça pela guarda do filho. Goldman acompanhou em plenário o julgamento do caso.
Por unanimidade, os ministros do STF consideraram que não havia legitimidade na ação protocolada pelo PP, pois o caso ainda tramita em instância inferior da Justiça, no caso o TRF-2, que ainda não tomou decisão final no processo. O próprio relator do caso, Marco Aurélio Mello, votou pela extinção do processo. Quando concedeu a liminar na semana passada, ele havia dito que tomou a decisão apenas para submeter o caso a uma análise em plenário, sem que houvesse risco de o menino não estar mais no Brasil antes de uma decisão definitiva da Justiça brasileira.
Batalha
O advogado do PP, Antonio Dunshee de Abranches, destacou que o menino “está no Brasil regularmente amparado por acórdãos e sentenças da Justiça brasileira." Ele acrescentou que a AGU não tem "qualidade" para intervir, por não ser parte no processo.
Advogado da família brasileira de Sean, Sérgio Tostes, enfatizou que um laudo feito por peritos que trabalham no caso comprova que Sean “declarou expressamente e por sete vezes que quer ficar no Brasil." Ricardo Zamariola, advogado do pai biológico, por sua vez, alegou que o menor respondeu “tanto faz” quando indagado se queria ficar no Brasil. “Depois de uma intervenção de uma assistente técnica é que ele modificou seu comportamento. Foi como a família tivesse entrado dentro da sala”, destacou. Ele citou que a “família materna dizia que seu pai o abandonou”, fazendo uma espécie de pressão psicológica. Também presente no julgamento, o advogado-geral da União, José Antonio Dias Toffoli, destacou que os EUA já mandaram de volta para o Brasil sete crianças brasileiras ‘que lá estavam ilicitamente.' “A criança tem um pai. Ele jamais se omitiu na sua sua atuação como pai. Cabe a Justiça conferir esse direito que ele tem de ter o seu filho em sua companhia”, disse Toffoli em plenário. Os argumentos, no entanto, não fizeram os ministros avançarem na análise do caso, que pode até retornar ao Supremo, após a decisão final do TRF-2, mas agora só em formato de recurso extraordinário e não como arguição de descumprimento de preceito fundamental, que foi o formato da ação analisada nesta tarde.
Histórico
Bruna Bianchi se separou de Goldman e se casou de novo com um brasileiro. No ano passado, Bruna morreu durante o parto da segunda filha, e a Justiça brasileira deu ao padrasto a guarda provisória da criança. Desde então, pai e padrasto travam uma batalha jurídica pela guarda do menino. O caso começou na Justiça estadual do Rio e depois passou para a competência federal. Com a morte de Bruna, David intensificou uma campanha para tentar levar o filho de volta para os Estados Unidos.
Pesquisador inventa tijolo feito de casca de coco e de castanha
Material é mais resistente do que o tijolo comum. Blocos não precisam ser cozidos, evitando o uso de lenha.
Um novo tijolo inventado pelo Inpa (Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia) não utiliza barro em sua composição. No lugar da argila, são usados restos de casca de coco, de castanha-do-pará e de tucumã, que costumam ser descartados no processamento dessas frutas. Segundo o pesquisador Jadir Rocha, da área de recursos florestais do Inpa, o novo tijolo é mais resistente que o original, com a vantagem de oferecer mais proteção contra o calor amazônico. “Como as matérias-primas são de vegetais, proporcionam um ambiente muito agradável, faça chuva ou faça sol”, afirma.
| Matéria-prima | Cascas de coco, “ouriços” de castanha-do-pará, caroços de tucumã e resina. |
| Durabilidade | É resistente a cupim, a chuva e é mais duro do que o tijolo comum. |
| Aplicação | Em edifícios baixos, pois é compacto e tem peso parecido com o tijolo comum. |
| Vantagens materiais | Proporciona mais proteção contra o calor amazônico e não utiliza cimento. |
| Vantagens ecológicas | Recicla restos de frutas que iriam para o lixo e não precisa ser cozido, evitando o consumo de lenha. Além disso, evita a mineração de argila, que é prejudicial ao meio ambiente. |
| Desvantagens | Empresas terão que negociar autorização do Inpa para produzir o novo tijolo. Além disso, a resina utilizada para dar liga aos pedaços vegetais é derivada de petróleo. |
| Custo | Semelhante ao tijolo de barro. |
Para conseguir agrupar as cascas duras das frutas e formar um bloco compacto, os restos são triturados, misturados com uma resina e prensados. Além de reciclar esses materiais, o tijolo vegetal tem a vantagem ecológica de não precisar ser cozido, evitando que árvores sejam cortadas para alimentar fornos.
Outra vantagem enumerada por Rocha é que o novo tijolo dispensa cimento, pois tem um encaixe que une as peças. Água e cupim, graças à resina utilizada para colagem, também não serão problema. “Utilizamos resina fenólica, uma cola irreversível. Ela é derivada de petróleo. O ideal seria que tivéssemos resinas naturais, mas infelizmente as pesquisas ainda estão começando”, diz o pesquisador do Inpa.
Madeira artificial
Uma outra novidade apresentada pelo laboratório de Rocha é uma chapa resistente fabricada com folhas. Ela serve para fazer móveis e divisórias, substituindo as chapas de aglomerado, feitas de serragem.
“As folhas passam por um processo de trituração e depois são secas e juntadas com resina. Para dar mais sustentação, colocamos mantas de fibras de vidro. Futuramente, vamos substituí-las por um vegetal, mas isso ainda é segredo industrial." As chapas de folhas e os tijolos vegetais ainda não são produzidos comercialmente, e estão sendo patenteados pelo Inpa. Para que indústrias possam fabricar os produtos, o instituto conta com um setor especializado em vender tecnologias desenvolvidas lá.
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