Nome de Dilma para 2010 é aceito por 81% da cúpula do PT
Brasília - O nome de Dilma Rousseff para as eleições presidenciais de 2010 já tem aprovação de grande parte da cúpula do PT.
De acordo com um levantamento feito pelo jornal Folha de S.Paulo e publicado neste domingo, 26 presidentes estaduais e 70 membros do Diretório Nacional do PT apóiam uma possível candidatura da ministra para sucessão de Lula.
No total, 78 das 96 pessoas pertencentes a alta cúpula do partido ouvidas concordam com o nome de Dilma, o que representa 81%. Outros 17 elogiaram a ministra, mas ainda pretendem discutir mais a sucessão. A única crítica feita à ministra foi da prefeita de Fortaleza, Luizianne Lins. Ela teme que Dilma alimente um distanciamento entre o governo e o PT.
"(..) ela (Dilma) não teve uma cultura partidária como muitos de nós. O presidente Lula tem legitimidade para indicar o nome, mas em concordância com o partido", afirmou Luizianne ao jornal. A Folha diz ainda que apenas 15 chegaram a citar outros possíveis nomes, como os ministros Patrus Ananias e Tarso Genro ( Justiça) e o governador Jaques Wagner.
Quanto a interferência de Lula, a opinião dos petistas varia um pouco. O presidente do partido, Ricardo Berzoini, afirma que há "um grande apreço pela opinião do presidente". Outros são mais enfáticos. João Paulo, ex-prefeito do Recife, assume o "dedazo" e diz que o presidente "é o general do processo". "É o mais balizado para conduzir sua sucessão", diz.
Exército colombiano descobre complexo de cavernas das Farc
Escondido no meio da selva, complexo servia de abrigo antiaéreo, depósito de explosivos e hospital de campanha.
Tropas do exército colombiano encontraram um complexo de cavernas usado pelas Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia, nas selvas da região sul do país, no Estado de Meta.
As cavernas têm capacidade para abrigar até 500 guerrilheiros no caso de bombardeios aéreos.A missão do exército era encontrar o esconderijo de um alto comandante das Farc, que já havia fugido do local.
Mas ao entrar nos túneis, os soldados descobriram uma série de cavernas secretas, interligadas, que serviam de depósito de equipamentos militares e também como abrigo antiaéreo.
As cavernas também eram usadas para fabricação de bombas. O Exército encontrou milhares de quilos de explosivos já preparados, entre elas minas terrestres e morteiros.
Segundo o ministro da Defesa colombiano, Juan Manuel Santos, o exército também encontrou instalações médicas nas cavernas.
"Em algumas cavernas, encontramos hospitais completos. Isso prova que os feridos, inclusive os líderes do bloco oriental das Farc, podem ter se recuperado lá de seus ferimentos, e ter sido enviados de volta para o combate", disse o ministro.
"Eles costumavam viver como príncipes, agora, literalmente, vivem como ratos", afirmou.
Os hospitais subterrâneos encontrados na Colômbia lembram os usados pelos combatentes comunistas durante a Guerra do Vietnã.
As instalações incluem uma sala de cirurgia improvisada e equipamento para executar uma operação dentária.Os soldados também encontraram instrumentos médicos usados em cirurgias de aborto nas guerrilheiras das Farc.
A descoberta desses túneis e cavernas em meio à selva colombiana é um novo golpe para as Farc.
Dias depois de ter um de seus principais comandantes capturados, as Farc agora perderam um estratégico centro de comando.
Brasileiro relata como é a vida no país da hiperinflação
Zimbábue passa pelo segundo maior processo inflacionário da história. Produtos custam bilhões de dólares locais e preços dobram em 24 horas.
Ao longo das últimas décadas, tornou-se lugar-comum dizer que o Brasil é o país da inflação. Afinal, que mais falar de uma nação que experimentou por vários anos índices elevados de custo de vida, culminando nos 82,35% registrado em março de 1990?
Pois mesmo o pior índice mensal de inflação mensal registrado no Brasil nas últimas três décadas é inferior aos 98% de aumento diário registrado em um país africano em 2008. Bem-vindo ao Zimbábue, onde grassa a segunda pior hiperinflação já registrada na história.
O G1 conversou com o estudante paranaense Felipe Balotin, de 17 anos, que viveu 11 meses na capital Harare, entre fevereiro de 2008 e janeiro deste ano, como parte de um intercâmbio promovido pelo clube Rotary.Ele relata como é o cotidiano em um local onde os preços dobram em média a cada 24 horas e os produtos nos supermercados são cotados na casa dos bilhões de dólares locais.
“Para quem ganha em moeda local a situação é muito difícil. Você recebe o salário no começo do mês e dali a alguns dias já não vale mais nada. Então é tudo muito pensado, muito premeditado", diz ele.
Um exemplo: “assim que as pessoas recebem os salários, elas correm para fazer as compras para todo o mês, para tentar evitar a inflação. Se deixar para depois, provavelmente elas não terão dinheiro”. E no caso de produtos cujo consumo é diário, como o pão? “A saída é comprar o máximo possível de uma vez só e depois congelar”, relata. Isso, no caso de esses produtos serem encontrados nas lojas.
Como muita gente já não aceitava fazer negócios usando o desvalorizado dólar zimbabuano (Z$), as prateleiras de muitos mercados ficavam vazias. A solução é recorrer ao mercado negro, onde o preço das mercadorias chega a ser três vezes maior que no comércio oficial.
This is Zimbabwe
Com a inflação registrando alta diária, é comum o preço subir em intervalos de horas. Um exemplo é o caso das kombis usadas para o transporte da população da capital.
De acordo com Balotin, “quando se sai de manhã o preço da passagem está em, digamos, Z$ 50 milhões. Na volta, à tarde, pode estar em Z$ 200 milhões. Eu juro que não sei como as pessoas faziam nessa situação.”
“Tem muita coisa que a gente se pergunta como funciona por lá e não dá para explicar. Nessas horas, as pessoas só respondem: “This is Zimbabwe” (Isto aqui é o Zimbábue, em inglês)”, uma espécie de piada local sobre o péssimo estado de funcionamento do país.
Segundo o estudante, esse tipo de situação estranha acontece muito na vida cotidiana do país.
“No meio da pobreza geral da população, você vê aparecerem de repente pessoas dirigindo BMWs novinhas, com a placa do país. O povo só olha para os carros e repete: “This is Zimbabwe”.
À luz de velas
A situação piorou tanto que até a infraestrutura básica do país foi atingida. “Tem muitos problemas no fornecimento de água e luz. Às vezes funcionavam, às vezes não, em horários variados. Tanto que uma das atividades mais populares no país ultimamente era a abertura de poços artesianos”, diz Baltin.
E quanto à eletricidade? “Os mais abastados usavam gerador. Os outros tinham que apelar para outras soluções, como fazer uma fogueira no quintal, ou mesmo tomar banho gelado”, diz. “No início, era legal jantar à luz de velas, mas com o tempo isso se torna cansativo”, completa.
Inflação do Zimbábue pode ter superado 89 sextilhões por cento, diz instituto
Falta de informações dificulta estimativa do custo de vida. Problemas no país se agravaram com reforma agrária forçada.
O Zimbábue, pequeno país africano situado no sul do continente, ganhou espaço na imprensa mundial nos últimos anos por uma série de motivos: a tentativa de retirar do poder o ditador que governa o país há 29 anos, as condições de vida degradadas da população devido a uma crise econômica crônica e a desvalorização acelerada da moeda, que gera notas que podem valer até 100 trilhões de dólares zimbabuanos (Z$).
Mas um dos fatores que mais chamam a atenção do resto do mundo é o processo de hiperinflação que assola o pais.Um trabalho do Instituto Cato – grupo dos EUA que promove estudos sobre o panorama econômico de diversos país - estima que em 2008 o custo de vida tenha alcançado a casa dos 89,7 sextilhões por cento.
O contraste com os demais países do mundo se torna evidente quando se percebe que a segunda maior inflação anual em 2008 – na Etiópia – foi de 41%.
Batalha dos números
O isolamento do país e a falta de confiabilidade dos indicadores divulgados pelo governo tornam difícil mensurar o tamanho real da inflação no Zimbábue.
As projeções para o número acumulado no ano de 2008 variam fortemente, passando dos 11,2 milhões por cento estimados pelo FMI até os 231 milhões por cento do último levantamento governamental oficial.
Levando em consideração o estudo do Instituto Cato, a hiperinflação do Zimbábue é a segunda maior de todos os tempos, atrás apenas da registrada no Hungria do período posterior à Segunda Guerra Mundial, em 1946.Enquanto no país do Leste Europeu os preços demoravam em média 15,6 horas para dobrar – o equivalente a uma inflação diária de 195% - na nação africana esse tempo foi estimado em 24,7 horas, um aumento diário de 98%.
Chávez ordena intervenção nas fábricas de arroz da Venezuela
Presidente reclama que preços do produto são abusivos. Governo pode tomar controle das empresas, afirmou Chávez.
O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, ordenou neste sábado (28) que o Exército tomasse o controle temporário de todas as empresas processadoras de arroz do país. Ele considera os preços praticados por essas companhias altos demais.
"Eu ordenei a imediata intervenção em todos esses setores da agroindústria, intervenção do governo revolucionário", afirmou o presidente venezuelano durante um discurso que comemorou os 20 anos da insurgência contra a inflação descontrolada na Venezuela.
Preços controlados
Hugo Chávez acusa as empresas de se recusarem a produzir nos preços determinados pelo governo. Depois de ganhar o referendo que lhe permite a reeleição perpétua, ele disse que faria a expropriação dos bens de todas as empresas que interferissem no suprimento do grão.
Com a expropriação, a operação dessas companhias passariam para a responsabilidade do governo. "Eu não tenho nenhum problema em expropriar (essas empresas)", disse. "E eu vou pagar em papel. Não pensem que vou pagar em dinheiro vivo."
O presidente não esclareceu quanto tempo a intervenção vai durar e o que mudará nas companhias durante este período. Ele deu o maior grupo alimentício da Venezuela - Empresas Polar - como exemplo de negócio a sofrer intervenção do governo.
Chávez rebate críticas à Venezuela comparando Obama e Bush
Presidente venezuelano condenou relatório dos EUA sobre drogas. Ele afirmou que o novo presidente parece um seguidor de Bush.
Ambulâncias de Belo Horizonte usam rastreamento via satélite
Medida aumenta a rapidez nos atendimentos médicos. Empresas de transporte também começam a aderir à tecnologia.
Ambulâncias de Belo Horizonte estão usando monitoramento via satélite para aumentar a rapidez do atendimento médico. Na capital mineira, todos os veículos do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) são monitorados pelo sistema.
Na central de chamadas, uma tela mostra qual ambulância está mais próxima da vítima que precisa de ajuda e os paramédicos são mobilizados. Com a ajuda da tecnologia o Samu conseguiu reduzir o tempo de deslocamento das ambulâncias em cerca de três minutos.
A redução pode parecer pequena, mas é essencial em casos de atendimento médico. “Aqui o tempo é extremamente importante, para definirmos a conduta a ser seguida”, diz o médico Norberto Machado.
Em 2008 o uso do monitoramento via satélite no Brasil aumentou 23%, segundo a associação do setor. E o aumento da segurança contra roubos não é a única explicação para o aumento. Uma linha de ônibus de Belo Horizonte implantou o sistema para vigiar o cumprimento de horários dos carros.
Uma outra empresa contratou o serviço depois do roubo de um ônibus. “O
passageiro se sente mais seguro ao saber que estamos do outro lado monitorando o trabalho do motorista”, diz José de Aquino, gerente operacional da empresa.
Apostador do Rio de Janeiro leva o prêmio da Mega-Sena
Ganhador vai receber mais de R$ 14,5 milhões. Valor do próximo concurso está estimado em R$ 1,5 milhão.
A Caixa Econômica Federal informou neste sábado (28) que um apostador do Rio de Janeiro ganhou o prêmio de mais de R$ 14,5 milhões do concurso 1.052 da Mega-Sena.
O sorteio foi realizado nesta noite em São João da Barra (RJ).Confira os números sorteados:
08 - 11 - 15 - 16 - 52 - 57 De acordo com a Caixa, 77 apostadores acertaram a quina, e receberão R$ 20.599,07 cada um. Mais de 5,7 mil pessoas fizeram a quadra, que pagará R$ 276,18.
A estimativa de prêmio para o concurso da próxima quarta-feira (4 de março) é de R$ 1,5 milhão, informou a Caixa.
0 comentários:
Postar um comentário
Obrigado pelo seu comentario.
Fique sempre ligado do que acontece em nossa cidade!