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Tradicional praça de Belém já abrigou cemitério de escravos

Praça da República começou a ser construída no século 18. Estátuas no local representam nascimento do regime político no Brasil.

A tradicional Praça da República, ponto de encontro de moradores e turistas de Belém, nem sempre abrigou prédios históricos como o Teatro da Paz, o Núcleo de Artes ou o Teatro Experimental. O espaço, localizado no coração da capital paraense, já abrigou um armazém de pólvora e até um cemitério onde eram enterrados pobres e escravos.

A praça começou a ser construída no século 18.

“Eram enterradas pessoas que não tinham condições de ter um enterro suntuoso, barroco, como era característico da época. Apesar de ser um território santo, o espaço não tinha muros e nenhuma preocupação ou cuidado com relação à infra-estrutura”, afirma a historiadora Patrícia Cavalcante.

Atualmente, a praça abriga um importante conjunto arquitetônico que revela estilos de épocas diferentes. “Podemos dizer que a praça é eclética, porque ela tem um traçado clássico, mas recebeu ao longo tempo elementos de estilos diferentes, como o Teatro da Paz, que tem tendências neoclássicas, ou os coretos e fontes, que têm estilo romântico”, diz Dorotéia de Lima, superintendente regional do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, em Belém.

 

Ao longo do tempo, a praça ganhou vários nomes: Largo da Pólvora, Praça Dom Pedro II e, enfim, Praça da República, nome que veio com a construção do monumento em homenagem à troca de regime político da monarquia para a república. Segundo Patrícia, as estátuas no centro da praça são ícones que representam o nascimento da república no Brasil.

Padre de Curitiba procura por canário belga furtado da igreja
Fiéis se amontoavam para ver o pássaro cantar. Há seis meses, um papagaio também sumiu da igreja.
O padre Gabriel Figura, pároco da Igreja Nossa Senhora das Dores, no Bairro Bigorrilho, em Curitiba, já se envolveu em polêmica com os fiéis por causa de uma mula. Agora, ele virou vítima de um furto e está à procura do pássaro preferido da paróquia, um canário belga cantador, levado recentemente. 
O canarinho sumiu em 20 minutos de distração, obra de um ladrão que respeitou, ao pé do altar, o Sétimo Mandamento Divino. Há cinco anos, o pássaro era o orgulho da paróquia, conhecida em Curitiba como a igreja dos passarinhos.  O padre acha que foram os dotes do cantador que despertaram a cobiça de alguém. O canarinho era desinibido e os fiéis se amontoavam para ver e ouvir o bichinho. Ele suspeita que o crime foi planejado, pois o ladrão o esperou sair para almoçar e a igreja ficar vazia para levar o passarinho.  “Quem levou este canarinho, eu diria que tem um coração muito frágil, muito pequeno. Roubou a alegria das crianças”, lamenta o padre.
Há seis meses, o papagaio da paróquia, que sabia o Pai Nosso, também foi roubado.  Em setembro de 2008, o padre chegou a ter uma mula de estimação, e só não entrou com ela na missa porque alguns fiéis não gostaram. Ele defende o animal. “Ela é uma mulinha missionária, evangelizadora, bíblica. Ela é demais! Essa mulinha só falta falar”, afirmou.  A vaga do canário cantador não deve ficar vazia. Um criador vai doar outro canário. 
Mas padre Gabriel ainda tem esperança de que o ladrão se arrependa. E, como manda a Bíblia, ele garante, vai perdoar. “O perdão é de Deus, o errar é humano. Se ele me devolver fazemos uma grande festa”, diz.  
Catador de papel distribui alimentos para famílias carentes de MG
Antônio Maciel recebe doações de alimentos e roupas de comerciantes. Nos fins de semana, ele reparte o que conseguiu com outras famílias.
Um catador de papel sensibiliza os comerciantes de Ituiutaba (MG). Ele transformou a própria casa, em um bairro simples da cidade, em ponto de encontro de famílias que fazem fila para receber uma refeição mais farta. 
A história de Antônio Carlos Maciel é parecida com a de milhões de brasileiros. De família humilde e com pouco estudo, ele teve de começar a trabalhar com oito anos de idade. 
De segunda-feira a sábado, Maciel sai com sua bicicleta e um carrinho de mão pelas ruas da cidade recolhendo plástico e papelão das lojas. Com o tempo ele ganhou a amizade e o respeito de comerciantes da região.  No entanto, a admiração por Maciel vai além de suas relações de trabalho. Nos fins de semana, ele transforma sua casa em um posto de doação de alimentos, roupas e utensílios. O catador recebe donativos dos comerciantes e distribui a famílias carentes.  Mais de 20 pessoas voltam para casa com as sacolas cheias. Até um fogão foi doado a uma família. Para Maciel, esta tarefa dá uma sensação de dever cumprido e a consciência de que o trabalho não pode parar. “É uma coisa que me deixa feliz, ajudar meu próximo. São todas pessoas humildes, iguais a mim”, diz. 

'Tinha fezes por todos os lados', diz passageiro do navio que sofreu incêndio

Turistas chegam em segurança ao Uruguai após 24 horas parados no mar. Apesar do desconforto, passageiros elogiaram o procedimento da empresa.

Os passageiros do navio Costa Romántica que ficaram presos mais de 24 horas em alto mar, depois que um incêndio atingiu a casa de máquinas da embarcação, chegaram em segurança a Punta del Este, no Uruguai, e relataram o "sufoco" que passaram a 13 km da costa.

 

O cruzeiro, que tinha como destino Buenos Aires, na Argentina, foi arruinado e acabou mais cedo, na noite desta quinta-feira (26). Depois de consertado, o navio se aproximou da baía de Maldonado, para que os quase 1.500 passageiros e 600 tripulantes pudessem desembarcar.

Muitos passageiros reclamaram da falta de informação e da demora no conserto.

 

"Um descaso total, não tem condições de ir no banheiro, tudo fedorento", disse um passageiro.

 

"Tinha fezes por todos os lados, tinha urina por todos os lados do navio", disse um brasileiro no desembarque na madrugada desta sexta. Ele contou que os passageiros ficaram preocupados com a situação sanitária na preparação da comida. "Se a gente não conseguia lavar as mãos, a tripulação também não conseguia."Apesar do susto e do desconforto, alguns passageiros também elogiaram a empresa Costa Cruzeiros, responsável pela viagem, pela maneira como gerenciou a crise. "Eles foram extremamente gentis", disse uma brasileira. "O problema é que eles se perderam na hora de distribuir as pessoas."

 

Enquanto Punta del Este vivia um dia ensolarado, a 13 km dali turistas esperavam impacientes. Na noite de quarta-feira (25), um incêndio na casa de máquinas provocou uma pane nos geradores de energia, cortando o funcionamento de portas elétricas, ar-condicionados e boa parte da iluminação.

Os passageiros foram levados, ainda durante a noite, para as áreas externa do navio. Ninguém podia acessar os andares inferiores. Mais de 300 turistas brasileiros estavam a bordo.

 

As autoridades uruguaias informaram que os turistas foram acomodados em hotéis de Punta del Este e também na capital, Montevidéu. De lá, eles devem seguir a Buenos Aires, de onde voltarão para o Rio.O chefe da guarda costeira da região informou que dois geradores danificados foram consertados.A empresa confirmou, na noite desta quinta, que os reparos na embarcação foram concluídos.O navio havia saído na segunda-feira (23) do Rio e deveria ter chegado à capital argentina nesta quinta.

 

Estavam a bordo do navio 1.479 passageiros, dos quais 338 são brasileiros, segundo a empresa. Há cerca de 600 tripulantes.

 

Em nota oficial, a empresa se desculpou pelo ocorrido e afirmou que vai dar um reembolso no valor de dois dias de viagem para os passageiros, além de desconto de 20% se eles voltarem a fazer um cruzeiro pela companhia.

Às escuras

O passageiro brasileiro Marcio Tadeu Florencio da Silva, de 50 anos, disse na quinta-feira que o incêndio ocorreu por volta das 21h50 de quarta. O navio ficou completamente às escuras.Ele contou que luzes de emergência foram acesas pelos corredores. Os passageiros, segundo ele, perceberam muita fumaça e alguns dizem ter visto o fogo. 

Silva relatou que os passageiros ficaram sem água. Não houve segundo turno do jantar e foram servidos apenas sanduíches desde então. Alguns passageiros, segundo Silva, viram macas no momento do incêndio, mas não sabem dizer se elas foram usadas.

 

Na manhã da quinta, segundo o brasileiro, o comandante Massimo Pennisi reuniu as pessoas no teatro e informou que houve uma pane elétrica e que o resgate chegaria em duas horas. A tripulação diz que o navio não esteve à deriva.

Costa Romántica

De propriedade da companhia italiana Costa Crociere S.p.A., o navio tem bandeira italiana e foi construído em 1993 pelo estaleiro Veneza Fincatieri. Com 53.926 toneladas, tem capacidade para 1.680 passageiros e 590 tripulantes, segundo a Costa. 

Missão de combate dos EUA no Iraque vai acabar em 31 de agosto de 2010

Anúncio deve ser feito ainda na sexta por Obama na Carolina do Norte. Depois dessa data, tropas conduzirão missão 'menor e limitada' no país.

O presidente dos EUA, Barack Obama, vai anunciar nesta sexta-feira (27) que a atual missão das tropas norte-americanas no Iraque vai ser encerrada até 31 de agosto de 2010, segundo fontes da administração federal ouvidas pelas agências Reuters e France Presse.

 

Depois desta data, uma missão americana "menor e limitada", com entre 35 mil e 50 mil homens, deve continuar naquele país, segundo as fontes, para treinar e equipar as tropas iraquianas, proteger os projetos de reconstrução civil e conduzir "operações limitadas de contraterrorismo". Essa missão deve ocorrer até o fim de 2011.

 

Existem atualmente cerca de 142 mil soldados americanos no Iraque. O conflito - onde mais de 4.250 militares morreram - dividiu profundamente a opinião pública americana e atingiu duramente a reputação dos Estados Unidos no cenário internacional.

O anúncio deve ser feito e detalhado durante visita do presidente a Camp Lejeune, uma base da Marinha no estado da Carolina do Norte.

 

Obama, um opositor declarado da invasão americana a esse país em 2003, vai cumprir assim com sua promessa de campanha de retirar as tropas de maneira coordenada.

 

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