No primeiro dia de desfile na Sapucaí com as escolas mirins, a Companhia Municipal de Limpeza Urbana (Comlurb) recolheu 9,16 toneladas de lixo, só na área interna do Sambódromo. O trabalho dos 55 garis começou antes que a primeira escola mirim entrasse na passarela e só terminou quando a última agremiação passou. Na área externa da Avenida, a Comlurb recolheu 16,3 toneladas e no Terreirão do Samba mais 10,9 toneladas.
Geração de emprego reduziu 42% nos últimos dois meses
O município de Macaé apresentou queda de 42% na geração de emprego na comparação entre os meses de dezembro do ano passado e janeiro.
Os dados foram revelados na última quinta-feira pelo Ministério do Trabalho por meio dos índices do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), que aponta as estatísticas de empregos com carteira assinada em todo o Brasil. Na cidade, apesar da permanência da queda na geração de empregos, o índice continua no positivo e os números apresentam um cenário melhor do que o exposto na comparação entre novembro e dezembro de 2008 - quando a queda na criação de cargos caiu em 60%.
Às estatísticas. O mês passado resultou na formalização de 387 novos postos de trabalho em Macaé. É o pior resultado dos últimos 11 meses. De bom, o que os números revelam é um aumento no saldo de janeiro do ano passado - quando a geração de emprego foi de 257 novos trabalhadores. Só que estes dois últimos janeiros não conseguiram repetir o desempenho do primeiro mês do ano de 2007 e o de 2006. Em dezembro de 2008, foram 3,5 mil admissões e 2,8 mil desligamentos, de acordo com o Caged. Isso dá um saldo positivo de 0,72%. No mês passado, foram 3,8 mil contratados contra 3,4 mil demitidos - saldo de 0,40%. Pior que este índice, só em fevereiro de 2008, quando o percentual apontou variação de 0,34%.
Mesmo aos trancos e barrancos, Macaé vem se sobressaindo em relação ao cenário que toma conta de boa parte do País após a queda nos empregos em função da crise financeira internacional. O Caged apontou que o último mês foi o pior janeiro em dez anos no Brasil. Foram 101 mil vagas com carteira assinada fechadas. E, a estes números negativos, o Rio de Janeiro tem contribuído muito. O Estado foi o terceiro que mais demitiu neste início de 2009, atrás apenas de São Paulo e Minas Gerais. Inegavelmente, a crise atingiu as unidades mais industrializadas. Mas, neste cenário, a queda do barril do petróleo também derruba empregos na área offshore. E aí?

Entre outras descobertas também estão o fato de os adolescentes do sexo masculino ouvirem música mais alta que as meninas, de os adolescentes preferirem mais volume que os jovens adultos e de esses usuários muitas vezes não perceberem quão alto está o som. Além disso, diz a pesquisa, os adolescentes pressionados a baixarem o volume tendem a aumentá-lo. Curiosamente, aqueles preocupados com a perda de audição tendem a ouvir música mais alta que os demais.
Limites
Em outra pesquisa, esta realizada em 2006 por Portnuff, o especialista determinou que uma pessoa pode ouvir música com segurança, usando fones de ouvido como os do iPod, durante 4,6 horas por dia, com volume a 70% de sua capacidade total. A 80%, o tempo de segurança diário é 90 minutos. Se o volume for o mais alto possível (100%), o usuário pode apresentar perda de audição se ouvir música por mais de cinco minutos ao dia.
“Os riscos de perda de audição não são os mesmos para todas as pessoas. Alguns nascem com ouvidos ‘mais fortes’, que lhes permitem ouvir música com segurança por períodos mais longos. Em contraste, aqueles com ouvidos mais sensíveis podem sofrer danos mesmo seguindo as recomendações de uso correto de seus toca-MP3. Não há como saber quais pessoas são mais fortes e quais são mais sensíveis”, disse Portnuff.
A partir de abril, os imigrantes de fora da União Européia que queiram imigrar para a Grã-Bretanha sem uma oferta de emprego terão de ter um mestrado - e não apenas curso universitário, como nas regras atuais - e um salário anterior equivalente a 20 mil libras por ano (cerca de R$ 70 mil).
"Estou, na verdade, aumentando o nível de exigência", disse a ministra.
Pelas regras atuais, a permissão de entrada na Grã-Bretanha de trabalhadores qualificados de fora da União Européia pelo programa "Highly Skilled Worker" é baseada em um sistema de pontuação que leva em conta os rendimentos anteriores, possível experiência anterior no país, idade, nível de conhecimento da língua inglesa e fundos para iniciar a vida na Grã-Bretanha.
Portanto, se o candidato, por exemplo, tiver um salário anterior inferior a 20 mil libras ele ainda poderia compensar a falta de pontos nesta categoria com mais pontos em categorias como ensino e nível de conhecimento da língua ou vice-versa.
O Ministério do Interior decidiu endurecer as exigências em uma resposta à atual crise econômica e às crescentes queixas de trabalhadores britânicos de que imigrantes estariam tirando os empregos da população local.
Segundo a ministra, o governo tem de garantir que sua política em relação aos trabalhadores estrangeiros responda às circunstâncias atuais e afirmou que imigrantes qualificados não deveriam ocupar cargos que não tenham sido anunciados para trabalhadores britânicos.
Com 8 prêmios, 'Quem quer ser um milionário?' é o vencedor do Oscar
'Quem quer ser um milionário?' faturou os principais prêmios da noite. Maior indicado, 'Benjamin Button' levou apenas três estatuetas.
Filmado em Mumbai, com atores locais, canções indianas e verba restrita, “Quem quer ser um milionário?” ganhou oito Oscars na noite deste domingo (22), recebendo o devido reconhecimento de Hollywood. O longa venceu nas categorias melhor filme, diretor, roteiro adaptado, fotografia, mixagem de som, edição, trilha sonora original e canção original.
O filme de Danny Boyle conta a história de um jovem que vive numa favela e vira celebridade após ganhar a chance de participar de um jogo de perguntas e respostas na TV.
Ao receber a estatueta, um dos produtores destacou que o filme não tinha estrelas, poderes nem dinheiro suficiente e destacou o trabalho do cineasta e de toda a equipe, com destaque especial para os indianos de Mumbai, onde as filmagens foram realizadas.
“O curioso caso de Benjamin Button”, que era o líder de indicações, com 13 no total, acabou levando três prêmios. “Milk” e “Batman – O cavaleiro das trevas” venceram dois cada um. "Vocês estão sendo tão generosos conosco esta noite, quero agradecer. Mesmo", afirmou o diretor. "A todos que ajudaram a fazer o filme e a todos que não ajudaram, muito obrigado."
Sean Penn levou o Oscar de melhor ator por sua atuação em "Milk - A voz da verdade", no qual interpreta o ativista homossexual Harvey Milk. "Eu não esperava e quero deixar claro o quanto trabalhei para ser apreciado". A luta pela estatueta estava acirrada entre Penn e Mickey Rourke.
Em seu discurso, Penn aproveitou para pedir direitos iguais para todos e fez um apelo para que as pessoas que votaram contra o casamento gay nos Estados Unidos repensassem sua decisão.
A estatueta de melhor atriz ficou com Kate Winslet, que levou seu primeiro Oscar depois de seis indicações pelo papel em “O leitor”. “Estaria mentindo se não dissesse que eu venho criando versões deste discurso desde que tenho 8 anos, e isso [a estatueta do Oscar] era um pote de shampoo. Agora não é shampoo!”, brincou a atriz ao receber o prêmio.
Heath Ledger faturou o prêmio de ator coadjuvante por sua atuação em “Batman – O cavaleiro das trevas”, e foi o segundo ator na história a receber um Oscar póstumo. Seus pais e a irmã mais velha foram ao palco do Kodak Theatre para receber o prêmio em nome de Matilda, filha do ator, que tem apenas três anos.O discurso, dividido pelos três, emocionou a plateia. “Ele era uma alma cheia compaixão e inspirou nossas vidas. Estamos honrados em receber esse premio em nome dele e nos sentimos orgulhosos pelo que ele atingiu”, afirmou sua mãe, Sally. Penélope Cruz venceu como atriz coadjuvante e agradeceu, muito emocionada, aos pais, aos amigos de loga data, àqueles que a apoiaram no início da carreira e também ao cineasta Pedro Almodóvar, por tantas aventuras juntos.
Pai diz que depoimento de filha para a polícia suíça não tem valor na Justiça
Paula Oliveira segue sem falar com a imprensa na Suíça. Médico do Recife diz que ela sofre com 'brancos' por conta do lúpus.
No dia 9 de fevereiro, Paula Oliveira disse ter sido agredida por um bando de neonazistas em uma estação de metrô perto de Zurique. Em consequência, teria perdido os gêmeos que esperava. Segundo a polícia, depois que o caso ganhou repercussão, Paula confessou: era tudo mentira. Não houve agressão. Não houve gravidez. Ela mesma se cortou.
No Recife, a avó de Paula, Eunice Oliveira, sofre com o drama da neta, uma bacharel em direito de 26 anos.
"Ela era uma menina esperta, viva, alegre. Sempre foi assim. Ela adorava ir à praia. Na época de carnaval, ela ficava comigo lá em Olinda", lembra Eunice. "Acho que ela ficou uns dois anos em São Paulo. Há dois anos ela está na Suíça. Eu só falei com ela uma vez, quando me deram a notícia do que tinha acontecido. Lá ela teve problema com lúpus." Em 2001, os médicos descobriram que Paula tem lúpus, uma doença em que o sistema imunológico ataca o próprio organismo da pessoa. Em casos extremos também pode causar problemas nervosos. Há dois anos, Paula chegou a ser internada no hospital Santa Joana, no Recife. "Eu tenho registrado em 2007 como se ela tivesse um quadro de agressão neurológica do lúpus, não com manifestações psiquiátricas em si, mas ela tinha uma coisa chamada episódio de ausências", disse o clínico geral Francisco Barreto. Ou seja: às vezes, Paula tinha "brancos", perdas momentâneas de consciência. O médico diz que a examinou em setembro passado e que ela apresentava, também, inchaços decorrentes do lúpus.
Atenuante
O advogado público que defende Paula na Suíça deve usar a doença como atenuante. No Brasil, o psiquiatra forense Miguel Chalub faz restrições à estratégia. “O que vai decidir é o exame dela, a entrevista com ela, as motivações dela, por que que ela fez isto. O lúpus aí não vai ter nada a ver com a história, provavelmente”, disse. O lúpus é geralmente tratado por reumatologistas. E o tipo que afeta o sistema nervoso não é o mais comum."O distúrbio psiquiátrico no lúpus não é um evento raríssimo. É um evento incomum, que ocorre em 10% das pessoas, mas que pode acontecer", disse o reumatologista Evandro Klumb. "Não me diziam quais os sintomas que ela tinha, para eu não ficar constrangida, não me aperrear. Mas uma vez eu fui ao hospital visitá-la. Ela estava com o rosto bastante inchado, gordo, por causa dos corticóides que ela tomava ", conta a avó.O que ninguém conseguiu explicar até agora é por que Paula se automutilou. "Eu não sei. Acho que ela teve coragem de nem sei de que, porque uma pessoa que pega num estilete, como dizem que ela fez aqueles cortes, eu não acredito não", afirmou Eunice.Os especialistas suíços dizem que tudo não passou de uma grande encenação. "Notamos no corpo inteiro uma distribuição, sempre no sentido possível, na perna também. Coisa a que o agressor não obedeceria. Ele faria lesões, poderia ser no sentido longitudinal, mas não obedeceria a essa profundidade muito superficial e uniforme, com quase nenhum sangramento. Essas lesões desaparecem entre 10 e 15 dias sem deixar nenhuma cicatriz ", avalia o médico legista Nelson Massini. Quem se automutila de verdade sofre de algum distúrbio psicológico. “Geralmente são sintomas que elas sentem como muito fortes, como angústia, ansiedade, culpa, raiva de si mesma", explica a médica psiquiátrica Jackeline Giusti, do Hospital das Clínicas de São Paulo. O outro mistério é a falsa gravidez. As fotos mostram uma barriga forçadamente curvada. “Depende também se fosse a fantasia dela, porque ela inchava. Passava fases em que a barriga dela crescia muito", conta o médico Francisco Barreto. "Eu acreditei que ela estava grávida. Ela só disse que estava feliz, que quando nascessem ia trazer aqui para a gente conhecer e que eu ia para lá quando os nenéns estivessem para nascer", conta a avó Eunice Oliveira.
Na escola
A ex-professora Maria José Belfort Campos Callado só tem elogios para Paula. "Ela era normal como qualquer adolescente, participativa, era uma boa aluna. A Paula que eu conheci na época não é a Paula que eu estou vendo agora", afirma. Um vídeo é a melhor lembrança que ela guarda da aluna. "Estou rezando muito pela saúde dela ", diz a professora.Os amigos também sabiam que ela sofria de lúpus. "Ela não podia ir ao sol, sempre usava proteção, por conta da doença. Tinha restrições alimentares", conta o servidor público e amigo dela, Fabiano de Melo Pessoa. A designer Fernanda Fontenelle, de 32 anos, que sofre de lúpus desde os 16 anos, faz um apelo para que a doença seja mais bem compreendida. "As pessoas têm que primeiro conhecer e entender. É quase que quem tem medo do lobo mau. O lúpus é quase o lobo mau. Eu quero ser vista como uma pessoa normal. Acho que todo mundo tem esse direito." A imprensa suíça chegou a noticiar que Paula teria feito tudo isso para receber uma indenização. A senhora acredita nisto? "Não acredito nisso, de jeito nenhum. Ela é uma menina muito honesta, de muito caráter. Espero que isso se resolva e que ela venha embora. O que eu mais faço é rezar para que isso aconteça. Quero dar um abraço nela quando reencontrá-la. Peço a Deus que dê força para ela e para o pai dela", conta Eunice Oliveira.
Na Suíça
O advogado da brasileira Paula Oliveira na Suíça, Roger Muller, passou o fim de semana estudando o caso da brasileira. Nesta segunda-feira (23), ele deve se encontrar novamente com o pai dela, Paulo Oliveira, para traçar a linha da defesa.O pai, que também é advogado, disse que tudo o que ela falou para a polícia no hospital não tem valor legal. “Qualquer coisa que seja dito por uma pessoa doente, em estado de choque, dentro do hospital, é necessário que se veja com muito cuidado”, afirmou ele. “Fala-me o advogado (Muller) que este tipo de especulação, sobre coisas deste gênero, não são levados em consideração na Suíça.”
2.763 vagas em seleções federais
BC e os ministérios da Justiça, Integração Nacional e Fazenda foram autorizados a abrir concursos
Rio - Enfim, uma temporada de boas notícias para os interessados em participar de concursos federais. O medo de que a crise financeira pudesse prejudicar a abertura de novas seleções foi esquecido após o Ministério do Planejamento publicar no ‘Diário Oficial’ a autorização para abertura de novos concursos com oferta de 2.763 vagas. Banco Central e os ministérios da Justiça, Fazenda e Integração Nacional foram beneficiados. Os órgãos têm prazo de até seis meses para liberar os editais.
NAS BANCAS: para ajudar no estudo dos candidatos O DIA publica questões de Português enviadas pelo professor Adriano Vieira, do Cursos Progressão
Na Integração serão 127 vagas para analista técnico-administrativo, de Nível Superior, e 166 para assistente técnico-administrativo, de Nível Médio. Já o Ministério da Justiça poderá oferecer 50 vagas de Nível Médio para agente administrativo. Para Nível Superior serão 300 vagas de analista técnico-administrativo e 100 vagas para diversas especialidades.
A seleção para a Fazenda terá oferta de 2 mil vagas para assistente administrativo (Nível Médio). Vencimentos de R$ 2.590. No Banco Central, foram liberadas 20 vagas para procurador, que requer formação em Direito. Salário de R$ 14.049, mais benefícios como auxílio-alimentação, vale-transporte, plano de saúde e auxílio-creche.
Só tem ressaca quem quer
Dicas de alimentação e hidratação evitam mal-estar após horas de suor e consumo de álcool
Rio - Acordar com a cabeça girando e aquela dor após curtir a folia leva qualquer um a pensar em desistir de pular o resto do Carnaval. Para quem não quer perder o ritmo, especialistas dão dicas que amenizam o mal-estar do dia seguinte. Entre elas, está a ingestão de alimentos energéticos e bastante água.
A ressaca é sinal de intoxicação do organismo. A recuperação exige muito do fígado, que fica sobrecarregado, desorganizando todo o metabolismo. “A bebida em excesso provoca uma ação que desidrata nosso organismo, levando ao estresse na função do fígado. Além disso, afeta o sistema nervoso, que também foi acelerado. O resultado é diminuição da força muscular, dor de cabeça, enjôo, diarréia, sensibilidade à luz e sensação de cansaço”, explica a nutróloga Tamara Mazaracki.
Para atenuar esses efeitos, a nutricionista da rede Mundo Verde, Flávia Morais, sugere a ingestão de itens energéticos para aumentar a disposição e não prejudicar o estômago. “São alguns alimentos práticos e saudáveis, que cabem em qualquer bolsa e podem ser levados para a folia, como barras de cereais e de proteína, carboidrato em gel, água-de-coco em caixinha e frutas desidratadas, como a banana-passa”, explica.
Outro macete é abusar da água. “Procure intercalar cada copo de bebida alcoólica com um copo de água. Assim, o corpo ficará hidratado e dificilmente a pessoa vai se embriagar e ter ressaca no dia seguinte”, afirma.
A diretora-clínica do Hospital Pasteur, Mônica Giesta, ressalta que é fundamental se alimentar bem antes e depois da festa. “Três horas antes de cair na folia, é bom fazer refeições leves. Para combater a ressaca, oideal é manter uma alimentação rica em carboidrato, proteínas, vitaminas e sais minerais. Opte por saladas cruas (bem lavadas) e carnes magras. Os carboidratos são indicados por serem as principais fontes de energia para o organismo, aumentando a resistência. Algumas frutas também podem diminuir a sensação de secura na boca, como abacaxi, maçã e uva”, sugere ela.
Para foliões bem práticos, a Verde Produtos Naturais elaborou até um kit contra a ressaca. O pacote tem guaraná em pó para aumentar a resistência à sede, ao calor e à fadiga; cápsulas de alcachofra para aliviar o mal-estar e até massageadores de pés para relaxar.
O mais recomendável mesmo, porém, é não abusar de bebidas alcoólicas, ou seja, beber para aproveitar somente a parte prazerosa. Cada organismo tem um limite de tolerância. O ideal é aprender a reconhecê-lo e respeitá-lo, para não correr o risco de acabar com a festa antes da hora.
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