| Rio das Ostras Jornal
Em festa de 50 anos, Zeca lota a Cidade do Samba
Em clima de grande evento, cantor celebrou até a madrugada. Aniversariante recebeu homenagens de vários amigos.

A festa de comemoração dos 50 anos de Zeca Pagodinho pode ser considerada uma crônica de paz e alegria como há muito não se via em festas no Rio no mundo do samba. Mesmo com o calor, embaixo de uma lona que cobria um amplo restaurante, mais de 800 pessoas e o anfitrião não deixaram a bola cair. 

 

E nem os garçons, servindo salgadinhos e chope (foram 1.500 litros) gelado o tempo todo. Dono da festa, Zeca apresentava os convidados para cantar no palco, recebia companheiros de composição, e ainda abraçava várias mulatas da Grande Rio, com a permissão de sua mulher, a dona Mônica, a única que, dizem, manda no malandro.

O evento foi na noite de quarta-feira (11) na Cidade do Samba, na Gamboa, na Zona Portuária do Rio.

 

Veja fotos da festa de aniversário de Zeca Pagodinho

 

O show começou com a impecável apresentação do amigo Arlindo Cruz, parceiro de mais de cem composições. Zeca, empolgado, virou apresentador, e, às vezes, maestro, conduzindo o grupo para pedir, nas suas participações no vocal, "um dó maior acelerado". E eles atendiam tudo. Enquanto isso, Zeca pedia para reabastecer seu copo.

 

Com seu jeito descompromissado, o aniversariante respondia às especulações: "A festa toda custou R$ 200 mil e quem pagou fui eu. Aqui, hoje, tem de tudo, maluco, político, bandido, polícia e veado. Mas todo mundo é igual, não tem diferença. São meus amigos, vai todo mundo comer e beber e já-já o bicho vai pegar", anunciava, antes de subir ao palco, com seus parceiros, para cantar sambas antológicos e apresentar os amigos.

 

Amigos da Velha Guarda da Portela, como Tia Surica. E ouvir Nelson Sargento cantar: "O nosso amor é tão bonito, ela finge que me ama e eu finjo que acredito". E ainda fez Beth Carvalho relembrar o moleque do Cacique de Ramos que a fez gravar um samba que contagiou o país inteiro. 

O público curtiu as apresentações, no palco, de vários amigos de Zeca que deram uma "palinha". Faltou Almir Guineto.

 

Mas Zeca não deixou de prestar uma homenagem ao seu protetor, São Jorge, inclusive fazendo uma procissão emocionante, com muitos seguidores, pela quadra. E ele mesmo cantava: "Bumbum-paticudum-prugurundum", entre outros sambas que a galera toda acompanhava. Antes, cantou com Jorge Benjor no palco, emocionando a galera quando Benjor declamava: "Salve Jorge!".

 

A festa foi mesmo democrática. Estava lá Lulu Santos, o roqueiro polêmico, para prestigiar o samba popular. "Como não estar aqui. Zeca é o buraco negro da galáxia. Ele é tudo isso que atrai essa vida patrocinada pela alegria. Ele é tudo. Quatro letras: tu-do!", concluiu.

 

E a festa continuou com Zeca puxando vários sambas, agora, no início da madrugada, no meio do público. Foi um delírio total.

 

Beija-Flor usa tecnologia para controlar luzes dos carros alegóricos
Escola vai ter oito mesas high-tech para garantir seus efeitos especiais. Equipamento usado em grandes shows só será instalado na semana do desfile.
O desenho original das fantasias ainda é feito em papel e colorido manualmente. Mas há muito tempo os efeitos de iluminação dos carros alegóricos da Beija-Flor de Nilópolis são produzidos por tecnologia de ponta. Para o desfile, todos os oito carros da escola terão em seu interior uma mesa high-tech para controlar os efeitos, como luzes estroboscópicas, refletores inteligentes (moving lights) e projeções de luz.  Ubiratan Silva, um dos integrantes da comissão de carnaval da escola e responsável pelo departamento de tecnologia da Beija-Flor, é o autor do projeto de iluminação artística das alegorias. Enquanto os outros integrantes da comissão pensam em fantasias, adereços e alegorias, ele preocupa com a parte tecnológica do desfile.  “Idealizo a iluminação e os efeitos especiais das alegorias. Calculo o que pode dar bom um resultado na avenida. Simulo tudo no computador e passo as coordenadas para o iluminador”, diz o carnavalesco, lembrando que para este carnaval, além da luz, seis carros terão efeitos aquáticos. A Beija-Flor vai contar a história do banho no enredo “No chuveiro da alegria, quem banha o corpo lava a alma na folia”.
Show de luz e cor
Há mais de dez anos, Rogério Wiltgen é o responsável por viabilizar as ideias de Ubiratan. Para isso, usa mesas computadorizadas, usadas em grandes shows, para controlar intensidade, movimento, cores e imagens a serem projetadas. As mesas também controlam efeitos de fumaça e projetores de leds, que têm consumo baixo e não emitem calor. As mesas são alugadas. Como o equipamento é muito sensível a calor, poeira e umidade, elas são instaladas nos carros somente na semana do desfile. 
“A gente testa todos os projetos no barracão, dias antes do desfile. Programa as seqüências de efeitos. No dia do desfile, é necessário apenas acionar o programa no tempo certo da música. A mesa se encarrega de fazer o resto durante o desfile”, explica Wiltgen.
Incidentes com líquidos

Durante o desfile não há necessidade de um operador. Mas por conta do aparato tecnológico, nas proximidades de cada carro desfilam dois técnicos para o caso de uma eventualidade. Ou seja, casa haja uma falha no programa, segundo Wiltgen, é possível operar a mesa manualmente para manter a iluminação desejada.

“Já tivemos dois incidentes. Há quatro anos, quando uma das piscinas de uma roda d´água transbordou na curva da concentração e encharcou a mesa. Não teve jeito. Foi muito triste o carro entrou apagado havia o risco de curto. O segundo, foi tragicômico. Uma das meninas que estava no carro não aguentou e fez xixi, que escorreu pelas ferragens e caiu na mesa de luz. Como foi na concentração, deu tempo de substituir o equipamento, mas a mesa computadorizada teve de ir para o lixo”, relembrou Wiltgen.

Para evitar contratempos como esses, as alegorias estão sendo confeccionadas com uma espécie de abrigo para as mesas de iluminação. Principalmente, este ano quando seis dos oito carros vão ter efeitos de água. Todos os refletores perto dessas fontes são de baixa tensão para evitar riscos para os componentes. 

“Depois desses incidentes, passamos a tratar as mesas como caixas pretas de aeronaves. Elas ficam protegidas em caixas de madeira forradas com isolante térmico e lona impermeável”, diz o iluminador, acrescentando para o público ficar atento ao carro dos micro-organismos, que terá um troca de luzes frenética.  

Amorim quer reunião com embaixador suíço sobre brasileira agredida
Crime tem 'conotação neofacista', diz ministro dos Direitos Humanos.  Amorim pediu para a cônsul do Brasil na Suíça que haja ‘empenho’ e ‘rigor’.

O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, pediu para convidar o embaixador da Suíça no Brasil ainda nesta quinta-feira (12) para discutir o caso da brasileira que foi agredida por três neonazistas na Suíça.

 

Na noite de segunda-feira, Paula Oliveira foi agredida e atacada com estiletes que fizeram cortes por todo o seu corpo quando saía de uma estação ferroviária.

 

Segundo a “Agência Brasil”, Amorim pediu para que o convite fosse feito a Wilhelm Meier.

 

O Ministério das Relações Exteriores espera que o encontro entre Amorim e Meier aconteça ainda nesta quinta.

Segundo o Itamaraty, Amorim pediu para a cônsul do Brasil na Suíça, Vitória Cleaver, que haja “empenho” e “rigor” na apuração dos fatos pela polícia suíça.  A assessoria classificou a agressão à brasileira como “brutal”.

Direitos Humanos

O ministro da Secretaria Especial dos Direitos Humanos (SEDH), Paulo Vannuchi, afirmou que “não pode haver tolerância com os intolerantes” e que o crime traz de volta "o horror do holocausto", conforme informações da “Agência Brasil”.

 

Vannuchi afirmou que a cônsul do Brasil em Zurique, Vitória Meier, obteve uma resposta “desaforada” de autoridades policiais no país e, por isso, precisou recorrer a instâncias superiores.

 

“Certamente, a autoridade brasileira pressionará para que haja respeito da autoridade policial que tratou mal a brasileira. É preciso investigação rigorosa e punição exemplar. O crime foi gravíssimo, tem conotação neofacista e traz de volta a temática dos direitos humanos e o horror do holocausto.”

 

Site inglês diz que Bruno Senna assinou contrato com a ex-Honda
Equipe já estaria confirmada na temporada 2009 da Fórmula 1 e dinheiro para seu sustento viria da própria montadora japonesa

O site inglês "Grand Prix", uma dos veículos mais respeitados na Fórmula 1, publicou nesta quinta-feira que Bruno Senna já teria assinado com a ex-Honda. A equipe receberia os motores Mercedes, os mesmos usados pela McLaren e o brasileiro teria como companheiro o inglês Jenson Button.

 

Parte do apoio financeiro da equipe viria da Petrobras, petrolífera estatal brasileira e que já havia assinado um contrato de fornecimento de gasolina e lubrificantes para a Honda em 2009. Além disso, um dos patrocinadores pessoais de Bruno Senna também investiria na equipe, que estaria confirmada na próxima temporada da F-1.

 

A data do anúncio ainda não foi revelada, mas outro dos investidores poderia ser Bernie Ecclestone, chefão da Fórmula 1 e que tem muito interesse que 20 carros disputem a temporada. No entanto, a maior parte do dinheiro que manteria a equipe em 2009 viria da própria Honda, que anunciou o fim da equipe em dezembro do ano passado. Seria mais barato para a montadora manter o time por mais um ano, com orçamento reduzido, que demitir todos os funcionários.

Satélites da Rússia e dos EUA colidem no espaço

Acidente ocorreu acima da Sibéria e produziu nuvem de escombros.

Dois satélites de comunicação - um da Rússia e um dos Estados Unidos - colidiram no espaço na última terça-feira (10), segundo a Nasa, a agência espacial americana.A colizão ocorreu cerca de 780 km acima do território da Sibéria, na Rússia, e é a primeira já registrada entre satélites.

Um dos equipamentos pertencia à companhia americana Iridium, e orbitava em alta velocidade quando bateu em um satélite russo desativado.

Segundo a Nasa, o impacto produziu uma gigantesca "nuvem" de escombros, que poderiam atingir e até destruir outros satélites.

Mas, de acordo com a agência americana, o risco para a Estação Espacial Internacional e seus três astronautas é pequeno, já que ela orbita a Terra a uma distância de 435 km abaixo da rota da colisão.

O acidente também não deve interferir nos planos da agência de lançar um ônibus espacial no final de fevereiro.

O satélite russo que estaria desativado foi lançado em 1993 e pesava 950 kg, enquanto o Iridium pesava 560 kg e foi lançado em 1997.

A Nasa acredita que ainda vai levar algumas semanas para conhecer melhor a magnitude da colisão. Mas as centenas de destroços já estaria sendo rastreadas.

Segundo o correspondente da BBC na Flórida, Andy Gallacher, espera-se que a maior parte desses escombros acabe se queimando na atmosfera terrestre.

As agências espaciais monitoram dezenas de objetos no espaço rotineiramente.

Cerca de 6 mil satélites já foram colocados em órbita desde 1957.

Cientistas tentam 

determinar ameaça ligada a colisão de satélites

Risco pode ser considerável para telescópio espacial e outros objetos. Preocupação com Estação Espacial Internacional é pequena.

Os cientistas estão acompanhando com grande atenção os destroços orbitais que surgiram quando dois satélites de comunicação, um americano e um russo, colidiram centenas de quilômetros acima da Terra. De acordo com a Nasa, deve levar semanas até que a magnitude da pancada seja conhecida e as possíveis ameaças contra outros satélites, ou mesmo contra o Telescópio Espacial Hubble, sejam determinadas.

Segundo a agência espacial americana, trata-se do primeiro impacto de alta velocidade entre dois satélites intactos. De acordo com a Nasa, os riscos para a Estação Espacial Internacional e seus astronautas é baixo, porque ela orbita a Terra mais de 400 km abaixo do local da colisão. A Roscosmos, agência espacial russa, concorda. Também não deve haver perigo para o lançamento do ônibus espacial no próximo dia 22, mas isso terá de ser reavaliado nos próximos dias.

 

De acordo com Nicholas Johnson, especialista em lixo espacial do Centro Espacial Houston, o risco de danos é maior para o Telescópio Espacial Hubble e para os satélites de observação da Terra, que estão numa órbita mais alta e mais próxima do campo de destroços.

 

A colisão envolveu um satélite comercial americano Iridium, lançado em 1997, e um satélite russo colocado em órbita em 1993, que aparentemente não estava mais funcionando e tinha ficado fora de controle. Ninguém tem idéia de quantos pedaços sobraram da batida -- podem ficar na casa das dezenas ou das centenas.  A estimativa dos pesquisadores é de que existem cerca de 17 mil pedaços de destroços de origem tecnológica girando em torno da Terra hoje. A situação é tão séria que esses cacos são considerados hoje a pior ameaça aos vôos dos ônibus espaciais, e a Nasa diz esperar que o problema se torne cada vez mais sério nas próximas décadas. 

Brasileira agredida por neonazistas na Suíça voltará ao Brasil após alta, diz pai

Paula Oliveira foi atacada na noite de segunda e perdeu os gêmeos. Pai disse que ela deve ficar um tempo em Recife quando for liberada.

A brasileira Paula Oliveira, de 26 anos,que foi agredida por três homens na noite de segunda-feira (9) na cidade suíça de Dubendorf, perto de Zurique , deve voltar ao Brasil assim que tiver alta do hospital, confirmou aoG1 nesta quinta-feira (12) o pai da moça. Segundo Paulo Oliveira, a bacharel em direito está em estado de choque.

 

Grávida de gêmeos havia três meses, ela acabou perdendo as crianças em decorrência das agressões e sofreu cortes em todas as partes do corpo. Ela mora na Suíça há quase dois anos, é residente legal e trabalha em uma empresa local.

 

Segundo Paulo, a polícia ainda não os procurou para que prestem depoimentos. "Ela foi socorrida pelos policiais que ainda tentaram intimidá-la, dizendo que ela era responsável pela versão da história que estava contando. Provavelmente não sabiam que ela era legal, morava e trabalhava lá." 

 

Paula ficou sob tratamento no Hospital da Universidade de Zurique na quarta-feira e voltou para dormir em casa, mas teve de retornar ao hospital nesta quinta.

 

Leia também: Sigla marcada em brasileira agredida na Suíça faz alusão a partido xenófobo 

“Ela foi chamada para tomar vacinas antivirais. Como foi ferida por objetos cortantes, os estiletes poderiam estar contaminados com hepatite ou outra doença”, disse ele.

A agressão

Segundo relatos que fez para o pai, ela havia acabado de sair do trem e ia em direção à casa onde reside com o companheiro, Marco Trepp, quando, segundo ela, foi surpreendida por três homens, aparentemente neonazistas. “Deram socos, chutaram e a cortaram com estiletes no corpo inteiro e até fizeram a sigla SVP nas pernas. Nada foi roubado”, afirmou Paulo Oliveira, por telefone, de Zurique, ao G1. “Eles tinham suásticas na cabeça”, informou ele.

Paulo Oliveira, que é secretário parlamentar, foi avisado por ela, por telefone, sobre o ocorrido na madrugada de terça-feira (10), pelo horário de Brasília. Em seguida, avisou ao deputado federal Roberto Magalhães (DEM-PE), para quem trabalha, e também ao senador Marco Maciel (DEM-PE), e pegou o primeiro voo em direção a Zurique, juntamente com a mãe de Paula, Geni. O pai da vítima contou ainda que a polícia ainda não procurou a filha para obter mais detalhes do ataque. "Aparentaram nenhum interesse. Aparentemente estão trabalhando sem nos dar informação", afirmou. "Mas neste momento a prioridade é cuidar da minha filha. Ela está em estado de choque", completou.

 

Investigação

A cônsul-geral do Brasil em Zurique, Victoria Cleaver, disse à Globo News que teve contatos nesta quinta-feira com autoridades envolvidas na investigação do caso. Ela disseram que as investigações estão em curso e que algumas "testemunhas indiretas" da agressão já foram localizadas.

 

De acordo bom Cleaver, as autoridades pediram "paciência", argumentaram que os detalhes da investigação estão sendo mantidos em sigilo e prometeram um relatório ainda nesta quinta-feira.

 

Cleaver contou ainda que conversou com Paula depois do ataque com o policial que fez o atendimento de Paula logo após o namorado dela ter chamado a polícia.  "O policial que a atendeu e chamou a ambulância deu o cartão dele para ela e foi com ele que fiz o primeiro contato. Estranhamente, ele pediu que fizesse o pedido do que queria por escrito. Depois, também por escrito, disse que, se o consulado quisesse mais informações, falasse com a própria vítima", afirmou.  A cônsul-geral disse que SVP é a sigla de um dos principais partidos políticos suíços (Centro da União Democrática, em livre tradução).  "Uma facção do partido tem uma posição muito dura em relação à questão da imigração. Um grupo era contrário ao referendo (que pode dar mais abertura a imigrantes no país). Acham que tem com o aumento da imigração tem trazido mais problemas, mais concorrência e piora no serviço de saúde e na criminalidade", disse ela.

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