
Comprando meu jornal na banca do grande Artur, questionei o por que da banca não ter voltado ao seu lugar de costume [a Praça] e fiquei abismado com a explicação,que foi a seguinte:
Na época da reurbanização da praça,foi necessário que a banca se deslocasse para outro local [Praça do Artesão], não entanto foi firmado um compromisso [com aperto de mão] que a banca voltaria assim que ás obras fossem concluídas,inclusive com seu local exato demarcado.Esta explicação dada pelo Artur,que me levou a pensar que antigamente um aperto de mão,a palavra de um homem,valia mais que um papel assinado.
Dizem alguns que, esteticamente,na nossa praça não cabe uma banca de jornal,ora por favor!! Que estética mais sem noção!!
Temos uma praça...
Temos bancos...
Temos uma “banca da praça” que infelizmente não está na praça..
E, esteticamente cabe na praça do artesão??.que visão de decoração!!!
Fico triste quando uma cidade, perde seu sentido poético!!
É gostoso e prazeroso, imaginar um domingo qualquer,em que o cidadão riostrense sai da padaria,se dirige a banca de jornal,e adquire seu exemplar de noticias junto com aquele bate-papo gostoso e saudável,ou talvez,o banco da praça o convide a fazer sua leitura ali mesmo,acompanhada por um harmonioso canto de diferentes pássaros.
Em fim, em nossa cidade o progresso é bem vindo,mas que junto com ele,caminhe o bom senso,sem esquecer de manter certas simplicidades, que contribuem para que o ser humano seja mais feliz.
E saibam, que existe um abaixo assinado,com mais de 5 mil assinaturas reinvindicando,o retorno da banca ao seu verdadeiro e merecido lugar.
Deixemos a “Praça” do artesão para o artesão!!!
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Muito interessante sua observação Angel!
ResponderExcluirGostaria que muuuuuuuitas pessoas soubessem disso, ou melhor muitas já sabem, mas temos medo de falar. Os poderosos são muito perigosos!
Mesmo assim vamos continuar nos enchendo de esperança e acreditando que dias melhores virão! E que palavras ainda tem valor e credibilidade!
Abraços, Andréa.
Muito boa mesmo sua observacao e Andrea, muito feliz no que diz respeito a credibilidade do valor da palavra . Enfim se nao podemos hoje confiar num documento , imagina na palavras dos atuais politicos , ainda mais em ano eleitoral mais enfim , temos que aceitar e acreditar por dias melhores...
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