Admar Lopes, diretor do Vasco, denuncia arbitragem 'prejudicial' após vitória na Copa do Brasil | Rio das Ostras Jornal

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Admar Lopes, diretor do Vasco, denuncia arbitragem 'prejudicial' após vitória na Copa do Brasil

Admar Lopes, diretor do Vasco, denuncia arbitragem 'prejudicial' após vitória na Copa do Brasil
Imagem gerada com IA

O diretor de futebol do Vasco da Gama, Admar Lopes, manifestou publicamente seu forte descontentamento com a arbitragem após a vitória por 1 a 0 sobre o Vitória, na última quarta-feira, 27 de agosto de 2026. A partida, válida pelo jogo de ida das quartas de final da Copa do Brasil, ocorreu no estádio de São Januário, no Rio de Janeiro, e gerou intensas críticas do dirigente.

Lopes afirmou que o clube foi “muito prejudicado” por decisões controversas em campo. Ele apontou a expulsão do volante Barros ainda no primeiro tempo e um possível pênalti não assinalado a favor do Vasco em jogada envolvendo Spinelli como os principais erros, pedindo uma reflexão da CBF sobre a escala de árbitros para jogos decisivos do time carioca, que tem grande torcida na Região dos Lagos e no Norte Fluminense.

Decisões Contestadas em Campo

A principal contestação do Vasco envolveu a expulsão de Barros. O lance crucial aconteceu aos 14 minutos do primeiro tempo, quando o volante foi pressionado por Renato Kayzer, cometeu um erro na saída de bola e tocou com a mão para impedir o ataque adversário. Inicialmente, o jogo prosseguiu, mas o árbitro de vídeo (VAR) recomendou a revisão da jogada. Após três minutos de análise das imagens, o árbitro mostrou o cartão vermelho ao jogador do Vasco.

Os atletas do Vitória pediram a expulsão alegando que Barros era o último homem na jogada. Por outro lado, os vascaínos argumentaram que a bola havia tocado anteriormente no braço de Kayzer, o que anularia a infração. Contudo, a arbitragem considerou o toque de Kayzer normal antes da infração de Barros, mantendo a decisão.

Além da expulsão, Admar Lopes também reclamou veementemente de um possível pênalti em Spinelli, ocorrido ainda no primeiro tempo. Segundo o diretor de futebol, houve uma falta clara sobre o jogador dentro da área, que deveria ter resultado em uma penalidade máxima a favor do Vasco. Essas duas situações concentraram as críticas do clube à atuação da arbitragem na partida, impactando diretamente o desempenho do time em um confronto de alta importância para o futebol do Rio de Janeiro.

Clima Tenso e Pedido de Isenção

As reclamações do Vasco começaram antes mesmo do apito final. Durante o intervalo, Admar Lopes, acompanhado de Felipe e Bruno Lazaroni, foi até o gramado para pressionar o árbitro enquanto a equipe de arbitragem se dirigia ao vestiário. Os representantes do clube foram contidos por policiais responsáveis pela escolta, e a situação escalou para um tumulto na região dos vestiários.

Em meio à confusão, a Polícia Militar e o BEPE (Batalhão Especializado em Policiamento em Estádios) chegaram a apontar armas para funcionários do Vasco, evidenciando o clima de alta tensão. Mesmo diante de todo o cenário adverso e da expulsão de um jogador, o Cruz-Maltino conseguiu superar as dificuldades e vencer a partida por 1 a 0, garantindo uma vantagem crucial para o confronto de volta das quartas de final da Copa do Brasil, que será disputado em Salvador.

Após a partida, Admar Lopes reforçou o pedido por “isenção” da arbitragem no jogo de volta, sublinhando a necessidade de uma condução justa e imparcial para o desfecho da eliminatória. O Rio das Ostras Jornal acompanha o caso e as repercussões no cenário do futebol nacional.

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