
O vereador Rick Azevedo (PSOL) registrou uma queixa de agressão contra policiais militares após uma confusão ocorrida no último sábado (02), em Copacabana, Rio de Janeiro. O incidente aconteceu pouco antes do show da cantora Shakira, enquanto o parlamentar participava de uma manifestação pelo fim da escala de trabalho 6x1.
A denúncia foi formalizada na 10ª Delegacia de Polícia (Botafogo), e o vereador realizou exame de corpo de delito no Instituto Médico Legal (IML) no domingo (04). O caso gerou repercussão e diferentes versões sobre os acontecimentos na movimentada orla carioca, que atraía milhões de pessoas para o evento.
O relato do vereador e a denúncia formal
Segundo o vereador Rick Azevedo, a confusão teve início quando ele tentava deixar uma área reservada para parlamentares e figuras públicas, montada na estrutura do show. Ele afirma que populares teriam bloqueado sua passagem e, ao tentar encontrar seu motorista, policiais militares teriam se juntado aos populares para impedir sua saída do local.
Em nota, a equipe do vereador detalhou que ele e seus assessores teriam sido agredidos durante o episódio. A queixa de agressão foi registrada, e a Polícia Civil do Rio de Janeiro já iniciou as investigações para apurar os fatos. O exame de corpo de delito é um procedimento padrão em casos de denúncia de agressão, buscando documentar possíveis lesões.
A versão da Polícia Militar e divergências de testemunhas
Procurada para comentar o ocorrido, a Secretaria de Estado de Polícia Militar do Rio de Janeiro emitiu uma nota genérica sobre o episódio. De acordo com o comando do 19º Batalhão de Polícia Militar (Copacabana), policiais impediram um homem de acessar uma área restrita e bloqueada durante o show da Shakira. A nota acrescenta que houve um “princípio de tumulto” que foi contornado no próprio local, sem detalhar a identidade dos envolvidos ou a natureza exata da intervenção.
Nas redes sociais, testemunhas que estavam presentes no local apresentaram relatos divergentes. Alguns populares afirmam ter presenciado os agentes de segurança agindo de forma truculenta com o vereador e sua equipe. Outros relatos, no entanto, indicam que Rick Azevedo e seus colegas teriam desacatado os policiais, contribuindo para o escalonamento da situação. Essa disparidade de versões ressalta a complexidade da apuração dos fatos.
Investigação em curso pela Polícia Civil
A Polícia Civil do Rio de Janeiro é a responsável por conduzir a investigação sobre a denúncia de agressão. O inquérito buscará reunir depoimentos de todos os envolvidos, incluindo o vereador, os policiais militares e as testemunhas, além de analisar imagens de câmeras de segurança, se disponíveis, para esclarecer as circunstâncias da confusão.
O caso, que envolve um parlamentar e agentes de segurança pública em um evento de grande porte na capital do estado, ganha destaque e exige uma apuração rigorosa para garantir a transparência e a justiça. Acompanhe as atualizações sobre este e outros casos relevantes no Rio das Ostras Jornal, sua fonte de notícias do Interior do RJ, Região dos Lagos e Norte Fluminense.
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