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No Galeão, Receita Federal intercepta mais de 300 ampolas de emagrecedores.

to Internacional Galeão , a Receita Federal apreendeu 324 ampolas de medicamento
Reprodução Temporealrj

A Receita Federal realizou uma grande apreensão de medicamentos para emagrecer no Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro. A ação, ocorrida nesta quarta-feira (15), interceptou mais de 300 ampolas de substâncias controladas.

medicamentos: cenário e impactos

Os produtos foram encontrados com um passageiro brasileiro de 48 anos, natural de Minas Gerais, que desembarcava de um voo vindo de Foz do Iguaçu. A fiscalização conjunta com a Anvisa identificou a tentativa de importação irregular dos fármacos.

Apreensão detalhada

O passageiro tentou burlar a fiscalização escondendo os medicamentos dentro de duas garrafas térmicas. Essa tática é frequentemente utilizada por contrabandistas para evitar a detecção em bagagens.

No total, foram apreendidas 324 ampolas de diferentes tipos de medicamentos para emagrecer. Entre eles, 52 ampolas de Lipoless MD 15 mg/0,5 ml (2,4 ml), 80 ampolas de Lipoless 15 mg/0,5 ml (0,5 ml) e 192 ampolas de TG 15 (0,5 ml/0,5 ml).

Esses produtos são frequentemente comercializados de forma clandestina, sem a devida regulamentação e controle sanitário. A origem no Paraguai, sem comprovação de importação regular, reforça o caráter ilegal da operação.

A Receita Federal atua constantemente nos aeroportos para combater o contrabando e a entrada de produtos ilícitos no país. A parceria com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) é crucial para identificar e coibir a circulação de medicamentos sem registro.

Riscos à saúde

O consumo de medicamentos para emagrecer sem prescrição e acompanhamento médico representa sérios riscos à saúde. Muitos desses produtos contêm substâncias que podem causar efeitos colaterais graves, como problemas cardíacos, hepáticos e neurológicos.

A falta de controle de qualidade e a ausência de informações sobre a composição real dos fármacos ilegais aumentam ainda mais os perigos. Pacientes podem estar expostos a dosagens incorretas ou a componentes não declarados.

A Anvisa alerta para os perigos da automedicação e da aquisição de produtos em canais não oficiais. A fiscalização rigorosa nos pontos de entrada do país visa proteger a população desses riscos iminentes.

Todo o material apreendido foi retido para os procedimentos administrativos, fiscais e sanitários cabíveis. As autoridades seguirão as legislações vigentes para a destinação dos produtos e as medidas contra o responsável.

A Receita Federal e a Anvisa reforçam a importância da denúncia de atividades suspeitas. A colaboração da população é fundamental para o combate ao contrabando e à venda de produtos ilegais que comprometem a saúde pública. Para mais informações sobre regulamentação de medicamentos, consulte o site da Anvisa.

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Fonte: temporealrj.com

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