Rio das Ostras intensifica exames e orientações no "Março Lilás" contra o câncer de colo do útero | Rio das Ostras Jornal

Rio das Ostras intensifica exames e orientações no "Março Lilás" contra o câncer de colo do útero

 Secretaria de Saúde amplia oferta de preventivos em todas as unidades da Atenção Primária; doença é a que mais mata mulheres de até 36 anos no Brasil e pode ser evitada com diagnóstico precoce

A Secretaria de Saúde de Rio das Ostras aderiu oficialmente ao “Março Lilás”, campanha nacional dedicada à conscientização e prevenção do câncer do colo do útero. Durante todo este mês, as unidades de saúde da Atenção Primária no Município estão desenvolvendo atividades educativas e orientando a população sobre os riscos da doença. Para fortalecer a rede de cuidados, a Prefeitura também ampliou a oferta de exames preventivos (Papanicolau) em diversas localidades.

O câncer de colo de útero é uma doença evitável, mas que ainda apresenta estatísticas alarmantes: no Brasil, cerca de 19 mulheres morrem por dia devido à enfermidade. Atualmente, este é o tipo de câncer que mais causa óbitos entre mulheres de até 36 anos no País, ocupando a segunda posição na faixa etária até os 60 anos. A conscientização e o acesso aos exames são as principais armas para reverter esses números.

Em Rio das Ostras, as mulheres que desejam realizar o preventivo devem procurar a Unidade de Saúde da Família ou a Unidade Básica de Saúde (UBS) mais próxima de sua residência. Não é necessário ter encaminhamento prévio para solicitar o agendamento. Conforme as diretrizes do Ministério da Saúde, o exame é indicado para mulheres entre 25 e 64 anos. Caso seja identificada qualquer alteração, a paciente é encaminhada para o Serviço de Referência à Saúde da Mulher, na Patologia Cervical, anexo ao Centro de Saúde da Extensão do Bosque.

Além do exame periódico, a vacinação contra o HPV é destacada como a estratégia mais eficaz de prevenção primária, já que o vírus está relacionado a mais de 90% dos casos da doença. A vacina é oferecida gratuitamente pela Rede Municipal de Saúde para meninos e meninas de 9 a 14 anos. A Secretaria de Saúde também mantém estratégias de resgate para jovens que perderam o prazo da imunização na idade recomendada, reforçando que o uso de preservativos e o acompanhamento médico regular completam o ciclo de proteção.

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