Ex-presidente da Alerj é preso novamente pela Polícia Federal | Rio das Ostras Jornal

Ex-presidente da Alerj é preso novamente pela Polícia Federal

Rodrigo Bacellar
Rodrigo Bacellar

O ex-presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, Rodrigo Bacellar, foi preso novamente pela Polícia Federal na tarde desta sexta-feira (27), em Teresópolis, na região serrana do Rio de Janeiro. A detenção ocorreu durante a terceira fase da Operação Unha e Carne, após a emissão de um mandado de prisão preventiva relacionado à cassação de seu mandato pelo Tribunal Superior Eleitoral.

Detalhes da operação e prisão

A prisão de Bacellar foi acompanhada de um mandado de busca e apreensão autorizado pelo Supremo Tribunal Federal. Após a detenção, ele foi levado à Superintendência da Polícia Federal no centro do Rio de Janeiro e deve ser transferido para o sistema prisional. A operação visa investigar o vazamento de informações sigilosas de operações policiais, que teriam sido repassadas a Thiego Raimundo de Oliveira Santos, ex-deputado e alvo de investigações ligadas ao Comando Vermelho.

Impacto no andamento das investigações

As autoridades afirmam que o vazamento de informações comprometeu a eficácia da Operação Zargun, deflagrada em setembro de 2025. O repasse de dados confidenciais teria prejudicado as ações da polícia, permitindo que os alvos das investigações fossem alertados antecipadamente.

Histórico de prisões e medidas judiciais

Em dezembro do mesmo ano, Bacellar já havia sido preso devido a mensagens trocadas com TH Joias antes da operação. Naquela ocasião, ele foi solto por decisão da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, mas acabou afastado da presidência por determinação do STF. O ministro Alexandre de Moraes impôs medidas cautelares, incluindo o uso de tornozeleira eletrônica e recolhimento noturno.

Denúncias e acusações

No último dia 16, a Procuradoria-Geral da República apresentou denúncia contra Bacellar por vazamento de informações sigilosas. Além dele, foram denunciados TH Joias, o desembargador federal Macário Neto e outras duas pessoas. A PGR alega que informações sobre operações contra o Comando Vermelho foram repassadas ao Poder Legislativo estadual por um integrante do Judiciário e posteriormente vazadas ao principal alvo da investigação.

Repercussões e desdobramentos

As acusações contra Bacellar e seus supostos colaboradores levantam questões sobre a segurança e integridade das operações policiais no estado. A continuidade das investigações e o julgamento das denúncias são aguardados com expectativa, podendo resultar em novas prisões e desdobramentos legais.

Para mais informações sobre este e outros casos de relevância, continue acompanhando o Rio das Ostras Jornal, comprometido em trazer notícias de qualidade e atualizadas.

Fonte: gazetabrasil.com.br

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